quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

O argumento que jamais poderão utilizar



Editorial de Gara
Gara

Não existe, hoje, forma humana de refletir em sua justa medida a situação que vive o povo palestino. Não somente em função do último ataque do exército israelense contra Gaza, mas muito especialmente depois do mesmo. Qualquer número de páginas que lhes dedique será insuficiente para descrever a situação, os artigos ficam curtos e os testemunhos que circulam apenas duram nos corações um pouco mais do tempo que os olhos o levam em ler; as fotos não transmitem o odor de medo., e as imagens da televisão não captam o tenso silêncio e a escuridão da noite. Nem o cinema, nem a literatura, nem as artes plásticas são capazes, hoje, de expressar o sofrimento de todo um povo que, além disso, se converteu no símbolo não daqueles que compartem com eles a religião ou o projeto político, mas sim de todos aqueles que povos e pessoas que lutam por um mundo mais justo e mais livre.

Como foi dito, não é possível refletir o drama palestino em sua verdadeira dimensão, mas resulta especialmente grave tentar ocultá-lo. A falsa eqüidistância que as declarações oficiais reproduzem não é alheia ás posturas ideológicas, políticas ou intelectuais sustentadas pelas elites ocidentais durante os anos em que perdura a ocupação da Palestina. Posição que conta em seu catálogo com milhares de livros, milhões de artigos, centenas de filmes e inumeráveis declarações oficiais que falam de uma histórica ocorrida há setenta anos, mas que esconde sistematicamente os sessenta anos seguintes. É igualmente impossível condensar n'algum suporte o sofrimento árabe, e nem sequer esse esforço para rememorar o holocausto europeu pode nos aproximar daquele inferno.

Mas esse argumento – "somos os judeus o povo mais perseguido da história" – que ao final se agarram todos aqueles que querem manter a eqüidistância, é falacioso e malvado. Já tentaram, com o mesmo grau de razão, os Boer na África do Sul. Esse argumento expirou há sessenta anos, e cada dia de existência do Estado de Israel nos termos atuais o desacredita ainda mais..

(traduzido por Rodrigo Fonseca)

2 comentários:

  1. A SUÁSTICA VIROU ESTRELA DE DAVI


    Laerte Braga


    Os bombardeios do nazi/sionismo contra Gaza e o povo palestino são assassinatos frios, premeditados e sem a menor preocupação com a dor, o sofrimento e os direitos de um povo, o palestino. Sionistas acham-se superiores, ungidos por Deus e detêm o controle de boa parte da economia mundial, logo, subjugam nações, governos e silenciam pessoas.





    O que acontece em Gaza é um exercício de barbárie e não fica nada a dever às práticas hitleristas, pelo contrário, parece que o aprendizado nos campos de concentração aperfeiçoou o caráter boçal do sionismo. Estão usadas armas com tungstênio e fósforo que se acertam uma pessoa acima do abdômen não tem qualquer chance de sobrevivência.

    São armas proibidas por convenções internacionais. A organização terrorista Casa Branca usou esse pretexto para invadir o Iraque. Na verdade a inteligência norte-americana “errou”. As armas não estavam em Bagdá, mas em Tel Aviv. E são usadas contra homens, mulheres, crianças indefesos da forma mais desumana e covarde possível, típica do nazi/sionismo.

    O governo terrorista de Israel recusa-se a discutir o que quer que seja em termos de paz e insiste, com apoio da mídia podre, que não mostra as imagens da barbárie, em “justiçar” o Hamas. O partido palestino que governa Gaza eleito pelo voto direto num dos muitos acordos de paz com participação dos EUA não tem feito outra coisa ao longo da história que não se defender das constantes agressões nazi/sionistas. A GLOBO não diz isso e nem vai dizer. Sionistas são grandes credores da rede.

    Os Marinhos vendem mães se for preciso for para sustentar o poder de mentir. Como qualquer Frias da vida em sua FOLHA DE SÃO PAULO, ou qualquer Civita em sua VEJA quantas mentiras.




    Os feriados de fim de ano trocaram o horror do holocausto dos palestinos pelos congestionamentos nas estradas que dão acesso ao litoral brasileiro. Pessoas felizes da vida em longas extensões de automóveis, muitos da General Motors/Mortos, se dizendo dispostas a enfrentar o que fosse necessário para assistir a uma queima de fogos.

    Há um filme simples chamado DOMINIUM cuja história se passa num país governado por um similar nazi/sionista, em que a emoção é doença. Amar é doença. Ser solidário é doença. Por onde quer que se vá lá está um aparelho de televisão mostrando as virtudes da frieza, da omissão. E uma droga que faz com que as pessoas deixem de sentir. Sentir emoções.

    Esse papel é cumprido hoje pela mídia e os nazi/sionistas sabem disso. São grandes banqueiros, grandes empresários, sustentam-se do dinheiro das pessoas dominadas por tênis de marca, sanduíches dessa ou daquela rede e provavelmente já estão comprando em massa os perfumes com cheiro de hambúrgueres lançado por uma dessas redes do terrorismo capitalista.

    No filme, o fator de controle e comando do estado nazi/sionista é o clero. Não difere do fundamentalista judeu que assassinou o primeiro ministro Rabin por ter aceito a paz. Nem de qualquer Edir, o Macedo, não importa que esse Edir, o Macedo, seja um grande pilantra, escroque. Começou com pão de nozes.

    As religiões historicamente têm servido de pretexto para guerras e defesa de interesses econômicos. Pio XII, mais recentemente era aliado de Hitler e João Paulo II e Benedito XVI instrumentos do capitalismo neoliberal.

    Os sionistas avocam a si a condição de perseguidos ao longo da história da humanidade e cobram juros de sangue e barbárie por isso. Como se fossem os únicos.

    Assassinam, estupram, torturam em nome do direito de existirem, eliminando o outro. São bestas sanguinárias escoradas no poder da maior potência militar do mundo, os EUA.




    Norte-americanos e ingleses (colônia européia dos EUA) recusaram-se a votar a proposta dos países árabes para o cessar fogo exigindo que o Hamas parasse de lançar foguetes caseiros sobre Israel. Legítima defesa só para os sionistas donos dos bancos e das grandes empresas que financiam campanhas políticas, inclusive a de Barak Obama.





    Chamam isso de civilização. Sentem-se e procedem como “povo superior”. Tem os que se deixam encaçapar em trocas inocentes de bombons na sociedade foto montada e onde os banheiros têm sabonetes que eliminam "bactérias palestinas", "bactérias latinas", "bactérias africanas", etc.

    São só assassinos, genocidas. Transformam humanos em massas inertes nos congestionamentos do ano novo e se estarrecem com os cachorrinhos perdidos nas estradas e o desespero dos donos. O dono desse pé na foto acima está longe, não importa. Não percebem que agem em todos os cantos do mundo e estendem suas garras e sua suástica em forma de estrela de davi para “curar” os inferiores do mal do “sentir emoções”.

    O endereço para se ter idéia da extensão do horror suástica/davi é http://www.ccun.org/Documents/The%20Gaza%20Holocaust%20Israeli%20Attacks%20on%20Jabalia%20February%2027-March%203,%202008.htm

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  2. Peço por favor divulguem meu vídeo do YouTube contra a guerra:

    http://www.youtube.com/watch?v=1dH89BIxGSU

    Obrigado!

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