sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

O mito da democracia ocidental

17/12/2018, Paul Craig Roberts, “Information Clearing House”

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Como é possível haver ainda quem acredite que o ocidente seja algum tipo de aliança de grandes democracias, nas quais o governo serviria ao povo?
Em lugar algum, em todo o ocidente, exceto talvez na Hungria e na Áustria, o governo serve a povo algum.
A quem servem os governos ocidentais? Washington serve a Israel, ao complexo militar/de segurança, a Wall Street, aos grandes bancos e às empresas-monstro do combustível fóssil.
E todo o resto do ocidente serve a Washington.
Em lugar algum, de todo o ocidente, o povo tem qualquer importância. A classe trabalhadora norte-americana, traída pelos Democratas que exportaram para a Ásia todos os seus empregos, elegeu Donald Trump, e o povo norte-americano foi imediatamente descartado pela candidata Democrata Hillary Clinton como “os deploráveis de Trump.”
Os Democratas, como os Republicanos norte-americanos, servem ao poder, não ao povo.
Na Europa, por todos os cantos a democracia é esmagada.
A primeira-ministra britânica May converteu o Brexit em subserviência à União Europeia. Traiu o povo britânico e ainda não apareceu pendurada num poste, o que mostra o quanto os britânicos estão engolindo, em matéria de aceitar traições. O povo britânico aprendeu que não tem qualquer valor, que não conta. Que os britânicos são nada.
Os gregos elegeram um governo de esquerda que prometeu protegê-los contra a União Europeia, o FMI e os grandes banqueiros, mas que imediatamente vendeu e entregou os gregos embrulhados em acordos de arrocho (ditos “de austeridade”, mas não é austeridade: é arrocho) que destruíram o que restava da soberania grega e dos padrões de vida decente dos gregos. Hoje, a União Europeia já reduziu a Grécia a país do Terceiro Mundo.
Os franceses saíram às ruas em revolta durante semanas contra o presidente francês, um homem que serve a tudo e a todos, exceto ao povo francês.
Veem-se hoje protestos massivos em Bruxelas, Bélgica, onde metade do governo já renunciou em protesto contra o governo ter assinado um pacto pelo qual o povo belga será substituído por migrantes da África, do Oriente Médio e da Ásia, mão de obra mais barata. Os governos corruptos e desprezíveis que assinaram esse pacto representam interesses estrangeiros e o dinheiro de George Soros, não os próprios cidadãos que elegeram aqueles governos corruptos e desprezíveis.
Por que os cidadãos acabaram tão impotentes, a ponto de os governos já poderem pôr os interesses de estrangeiros acima dos interesses dos cidadãos?
As razões são várias. A principal delas é que o povo está desarmado, e a propaganda adestrou-o a aceitar a violência do Estado armado contra o povo e a não responder com violência ao uso ilegal da violência do Estado contra os próprios cidadãos.
Em resumo, até que os povos conquistados da Europa matem a polícia que serve à elite governante e goza a cada nova brutalidade que inflige aos que pagam os impostos que pagam os salários dos policiais armados; até que roubem as armas da polícia e matem os políticos corruptos que entregaram o povo, de mãos amarradas e desarmados, aos maiores inimigos do povo, os povos da Europa continuarão a ser povos conquistados, ocupados e oprimidos.
Faz pouco tempo, Chris Hedges, um dos últimos verdadeiros jornalistas ainda sobreviventes, disse sem meias palavras que, sem revolução violenta que lancete o tumor da superioridade do governo sobre o povo, a liberdade continuará morta, mais morta que pedras pisadas do cais, em todo o ocidente.
A questão a enfrentarmos é se os povos do ocidente estão mesmo mortos, definitivamente descerebrados e presos na Matrix, exaustos, cansados demais para se porem sobre os próprios pés e defender a própria liberdade.
A Resistência está acontecendo na França, na Bélgica, mas o governo que vendeu e entregou a Grécia ainda não foi enforcado num poste de luz de rua. Os norte-americanos foram tão completamente descerebrados que creem que Rússia, China, Irã, Síria, Coreia do Norte e Venezuela seriam seus inimigos, quando é absolutamente evidente e claro que o Grande Inimigo do povo dos EUA é o governo “deles mesmos”, que se aquartela em Washington.
Exceto os meus leitores norte-americanos, todos os norte-americanos estão trancados dentro da Matrix. E matarão quem sugerir que eles quebrem as cadeias e saiam de lá, porque lá dentro, no túmulo onde apodrecem, todas as explicações são simples e tranquilizadoras. Qualquer um, homem ou mulher, civil ou militar, letrado ou analfabeto, que siga a ‘liderança’ de Washington é perfeito imbecil.
Washington é mestra da propaganda de desdemocratização suposta democratizante. A propaganda de Washington apodrece o mundo, já apodreceu até o governo russo, o qual, pelo que dizem todos os jornais, crê estupidamente que aceitar o que Washington diga seria o segredo do sucesso para os russos.
Governo que creia em acordos com Washington se autocondena à desgraça.
Em resumo, é o seguinte: se aceitar provocações evita guerras, certo, pode ser política correta. Mas se aceitar provocações só encoraja mais provocações, cada vez mais ensandecidas, até que a guerra seja inevitável, nesse caso uma resposta mais robusta injeta cautela no processo de provocar, ao tempo em que aceitar provocações só faz encorajar o agressor.

Traduzida por Vila Mandinga

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Povos indígenas a Bolsonaro: “Não estamos nos zoológicos, estamos nas nossas terras”

  “Não estamos nos zoológicos, senhor Presidente, estamos nas nossas terras, nossas casas, como senhor e como quaisquer sociedades humanas que estão nas suas casas, cidades, bairros. Somos pessoas, seres humanos, temos sangue como você”, reafirma a carta.

Desta forma, os povos indígenas Aruak Baniwa e Apurinã, da região amazônica, se dirigiram por carta ao presidente da república Jair Bolsonaro (PSL) contra as mudanças feitas na reestruturação e na reorganização administrativa do governo federal através de MP n° 870.
Os povos indígenas de nosso país estão entre os segmentos sociais,  cujos direitos conquistados na constituição são os mais ameaçados pelo governo federal . O novo decreto que tira a competência da Funai é uma tentativa agressiva de limpeza étnica.


“CARTA AO EXCELENTISSIMO SENHOR PRESIDENTE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, JAIR MESSIAS BOLSONARO

Senhor Presidente,
Já fomos dizimados, tutelados e vítimas de política integracionista de governos e Estado Nacional Brasileiro, por isso vimos em público afirmar que não aceitamos mais política de integração, política de tutela e não queremos ser dizimados por meios de novas ações de governo e do Estado Nacional Brasileiro. Esse país chamado Brasil nos deve valor impagável senhor presidente, por tudo aquilo que já foi feito contra e com os nossos povos. As terras indígenas têm um papel muito importante para manutenção da riqueza da biodiversidade, purificação do ar, do equilíbrio ambiental e da própria sobrevivência da população brasileira e do mundo.
Não é verdade que os povos indígenas possuem 15% de terras do território nacional. Na verdade são 13%, sendo que a maior parte (90%) fica na Amazônia Legal. Esse percentual é o que restou como direito sobre a terra que antes era 100% indígena antes do ano de 1500 e que nos foi retirado. Não somos nós que temos grande parte do território Brasileiro, mas os grandes latifundiários, ruralistas, agronegócios, etc que possuem mais de 60% do território nacional Brasileiro.
O argumento de “vazio demográfico” nas terras indígenas é velho e falso. Serve apenas para justificar medidas administrativas e legislativas que são prejudiciais aos povos indígenas. As nossas terras nunca são vazios demográficos. Foram os indígenas que ajudaram a proteger as fronteiras brasileiras na Amazônia.
Diferente do que o senhor diz de forma preconceituosa, também não somos manipulados pelas ONGs. As políticas públicas, a ação de governos e do Estado Brasileiro é que são ineficientes, insuficientes e fora da realidade dos povos indígenas e nossas comunidades.
Quem não é indígena não pode sugerir ou ditar regras de como devemos nos comportar ou agir em nosso território e em nosso país. Temos capacidade e autonomia para falar por nós mesmos. Nós temos plena capacidade civil para pensar, discutir os rumos dos povos indígenas segundo nossos direitos, que são garantidos nos artigos 231 e 232 da Constituição Federal, na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e na declaração da ONU sobre os povos indígenas. Nós temos condições de elaborar projetos e iniciativas. Muitos já estão elaborados. É o caso dos planos de gestão de terras indígenas aplicados no estado do Amazonas.
Senhor Presidente, cumpra com suas falas e discursos de campanha de fazer valer a democracia, pois somos brasileiros que merecemos respeito sobre nossos direitos. Não aceitamos a ação ditatorial, pois contradiz com o discurso do senhor Ministro da Casa Civil Onyx Lorenzoni que defende o diálogo. Afirmamos que estamos organizados com lideranças e povos capazes de diálogo com o presidente, Estado brasileiro e governo, pois já aprendemos falar na Língua Portuguesa, além de nossas línguas nativas de cada povo e línguas de outras nacionalidades.
As mudanças feitas na restruturação e na reorganização administrativa do governo federal através de MP n° 870 do dia 1 de janeiro de 2019 são uma completa desordem e um ataque contra a política indigenista Brasileiro. Além de prejudicial, pretende inviabilizar os direitos indígenas que são constitucionais. O mesmo sobre novo decreto, que tira a competência da Funai de licenciamento que impactam nossos territórios. Essa prática já aconteceu no passado na história Brasileira como uma tentativa agressiva de nos dizimar. Foi um período muito difícil e ineficiente do Estado. Não aceitamos e não concordamos com suas medidas de reforma administrativa para gestão da política indigenista.
Não somos culpados de ter muitas mudanças em nossas vidas e em nossas culturas. Isso é fruto de um processo de colonização violento, que matou muitos povos e extinguiu línguas nativas. Queremos continuar sendo indígenas, com direito a nossa identidade étnica, assim como somos brasileiros. O brasileiro quando sai para outros países e outros continentes continuam sendo brasileiros. Nós, da mesma forma, e ainda mais quando estamos dentro do Brasil que aprendemos a defender como nossa nacionalidade.
Nosso modo de vida é diferente. Não somos contra quem opta por um modelo econômico ocidental, capitalista. Mas temos nossa forma própria de viver e se organizar nas nossas terras e temos nossa forma de sustentabilidade. Por isso, não aceitamos desenvolvimento e nem um modelo econômico feito de qualquer jeito e excludente, que apenas impacta nossos territórios. Nossa forma de sustentabilidade é para nos manter e garantir o futuro da nossa geração.
Não estamos nos zoológicos, senhor Presidente, estamos nas nossas terras, nossas casas, como senhor e como quaisquer sociedades humanas que estão nas suas casas, cidades, bairros. Somos pessoas, seres humanos, temos sangue como você, nascemos, crescemos, procriamos e depois morremos na nossa terra sagrada, como qualquer ser humano vivente sobre esta terra.
Nossas terras, já comprovado técnica e cientificamente, são garantias de proteção ambiental, sendo preservadas e manejadas pelos povos indígenas, promovendo constantes chuva com qual as plantações e agronegócios da região do sul e sudeste são beneficiadas e sabemos disso.
Portanto, senhor presidente da República Jair Messias Bolsonaro, considerando a política de diálogo do seu governo na democracia, nós lideranças indígenas, representantes legítimas, estamos prontos para o diálogo, mas também estamos preparados para nos defender.
Carta dos povos Aruak Baniwa e Apurinã
– Marcos Apurinã – Povo Apurinã -Liderança Indígena Apurinã da Federação das Organizações e Comunidades Indígenas do Rio Purus;
Liderança Indígena Baniwa do Alto Rio Negro, membro da Organização Baniwa e Koripako NADZOERI
– André Baniwa – Povo Baniwa  – Liderança Indígena Baniwa do Alto Rio Negro, Terra Indígena Alto Rio Negro, Presidente da Organização Indígena da Bacia do Içana, OIBI

A Maior Greve na História está acontecendo na Índia agora!

 
Cerca de 150 milhões de pessoas iniciaram uma greve geral de dois dias na Índia hoje contra as políticas anti-sindicato e anti-sindical do primeiro-ministro Narendra Modi na Índia.
Trabalhadores dos setores público e privado se uniram a professores e estudantes de todo o país, formando possivelmente a maior greve da história.
 
 
https://twitter.com/cpimspeak/status/1082586977814360070/photo/1?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1082586977814360070&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.globalresearch.ca%2Fin-pictures-the-largest-strike-in-history-is-happening-in-india-right-now%2F5665094
Mumbai: Ativistas sindicais demonstram, marcham e acenam bandeiras comunistas no primeiro dia de uma greve geral de dois dias.
 
Bangalore: Outra grande manifestação sindical. Um grande número de pessoas carrega a bandeira do Centro Sindical All India United (AIUTUC).

Kolkata: Os grevistas são acompanhados por ativistas do Partido Comunista da Índia-Marxista (CPI-M). 
 
Detenções: Sujan Chakraborty, líder do Partido Comunista da Índia-Marxista (CPI-M) e colegas ativistas são presos durante a manifestação de hoje em Kolkata. 
 
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Todas as imagens deste artigo são de AP
 

Israel afronta o sentido de dignidade humana com sordidez descarada e protegida!

 
O estado judeu dá um novo significado à sua descarado abuso de poder: Pretende obter indenização de  US $ 250 bilhões exigido de sete estados árabes e do Irã em relação  a sua própria rapinagem e usurpação  da Palestina histórica - um dos maiores crimes da história.
Em 1948, o estado judeu  roubou  78% das terra palestinas, fase trágica do Nakba Palestino; o restante das terras seguiu o mesmo destino, em junho de 1967, incluindo a Cisjordânia, Gaza e Jerusalém, a cidade internacional declarada pela ONU, ilegalmente ocupada por Israel, que hoje, ilegalmente, declara sua capital.
David Ben-Gurion , primeiro ministro de Israel, estabeleceu o tom para o que se seguiu, durante o Nakba , orientando que "o ataque (das milícias as aldeias palestinas - N. do blog.) tem por objetivo a ocupação da terra árabe e  a destruição e expulsão do povo árabe" -  a resistência deve ser eliminada pela força, garantindo desta forma o controle judeu sobre a Palestina histórica.
De acordo com o noticiário da TV israelense Hadashot , Israel exige que o Egito, Irã, Iraque, Líbia, Marrocos, Síria, Tunísia e Iêmen corrijam o que chama de "injustiça histórica" ​​- uma colossal perversão  da verdade! Uma imoralidade!
O estado judeu está tentando reinventar a história, culpando os países que sofreram seus ataques, e outros da região, por suas próprias apropriações ilegais das terras dos palestinos em  1948 e 1967 - exigindo que estes estados compensem os judeus pela perda de bens e outras posses deixadas nos países árabes por causa da guerra que o Estado judeu conduziu contra seus vizinhos!?
O que Ilan Pappe  descreveu como “a limpeza étnica da Palestina em 1948”, Edward Said chamou de “holocausto”, dizendo:
"Toda calamidade humana é diferente, mas há valor em ver analogias e talvez semelhanças ocultas."
Os palestinos que vivem sob a ocupação sionista “são tão impotentes quanto foram os judeus mortos” sob Hitler. Os palestinos são diariamente  despedaçados pelo “poder usado para propósitos malignos” que os subjuga, que nega  seus direitos fundamentais : Se algum povo tem direito a compensação por tamanha tragédia que significou a ocupação sionista nos territórios palestinos , com absoluta certeza são os palestinos e não o estado criminoso e usurpador. Da mesma forma,  tem direito a compensação os povos dos  Estados Árabes prejudicados pelos grandes crimes do estado judeu que continuam , sem cessar, com todo apoio e encorajamento dos EUA e do Ocidente.
O pedido de indenização de US $ 250 bilhões de Israel aos  outros países árabes seria ridículo, não fosse os enormes, sérios e dramáticos crimes cometidos, contra o povo palestino, em nome de sua fundação, iniciados em 1948 e ao longo de sua existência.
O Nakba foi um dos grandes crimes da história, o terrorismo do estado implantado na Paletina Histórica em grande escala contra uma população inteira.
A guerra que as milícias judias implantaram,  sem misericórdia, em 1948, contra o povo palestino, despovoou  cidades, vilarejos e as aldeias palestinas, massacrando vítimas inocentes, estuprando suas mulheres, cometendo tantas outras atrocidades - especialmente queimando, destruindo, roubando casas, propriedades e outros bens, desalojando cerca de 800.000 palestinos, impedindo os sobreviventes de voltando para casa.
A guerra de seis dias de Israel em 1967 foi planejada "com 16 anos de antecedência", segundo o general da IDF - Exército sionista, Mordechai Hod, dizendo que "vivíamos com o plano; dormíamos com o plano; comíamos com o plano: Aperfeiçoamos o plano ”.
Era tudo sobre roubar os 22% das terras restantes da Palestina histórica não tomada em 1948, incluindo Jerusalém Oriental.
Não tinha nada a ver com autodefesa para evitar a aniquilação, alegação falsificada na época - posteriormente desmentida pelo Primeiro Ministro Menachem Begin e pelos generais da IDF, que admitiram o que nunca enfrentaram ameaças dos estados árabes.
O general Haim Barlev disse mais tarde
"(W) e nunca fomos ameaçados com genocídio na véspera da guerra de seis dias, e nunca havíamos pensado em tal possibilidade."
A comunidade mundial não fez nada para intervir contra a agressão militar israelense, nem nos 70 anos da existência do Estado judeu.
O militarismo, o racismo institucionalizado e o regime do apartheid definem a natureza do estado de Israel, seus filhos jovens (homens e mulheres) são doutrinados para representar esse poder.
A educação militarizada começa no jardim de infância, em casa e em todos os outros níveis da sociedade - a linha entre os militares e a sociedade civil é difusa.
As crianças são ensinadas a acreditar que os palestinos devem ser subjugados, que a violência contra eles é natural, que  não há  problemas em destruir suas propriedades, muito menos se mata-los - noções enraizadas nas mentes em desenvolvimento  antes que elas sejam capazes de entender como são manipuladas.
As crianças judias aprendem  que os árabes são inferiores, que os palestinos são inimigos a serem combatidos,  que  o serviço militar é essencial, que as guerras e outras formas de violência são naturais  e visam garantir sua sobrevivência e , por isso, a paz inatingível.
A história do estado judeu não é nada angelical, ao contrário. Mais de meio século a ocupação ilegal continua. O estado sionista pretende roubar todas as terras valorizadas da Palestina Histórica, como a  Judéia e Samaria.
Seu plano prevê confinar os palestinos em cantões isolados e de difícil sobrevivência, dominar militarmente controlando praticamente todos os aspectos de suas vidas, mantendo uma guerra perversa contra o povo,  sem declará-la.
A comunidade mundial continua desinteressada  sobre os crimes da ocupação há décadas. As vidas, direitos e bem-estar de milhões de palestinos não importam.
Os palestinos são os aflitos, os que sofrem as injustiças, o racismo, as perseguições, as prisões e a morte, não os judeus. Os palestinos  são os que deveriam ter uma importante compensação pelo  maior roubo de terras, propriedade privada e outros bens - além de danos pela perda de seus direitos fundamentais, ocupação ilegal,  tratamento brutalizado e sem numero de assassinatos
Por mais de meio século, os palestinos resistiram a perseguição sionista institucionalizada, sem soberania sobre seus destinos e sua própria vida cotidiana, junto com praticamente todas as formas imagináveis ​​de indignidade.
Vivendo sob ocupação brutal, enfrentam diariamente o terror do exército sionista; o estrangulamento econômico; a punição coletiva; a negação de seus direitos fundamentais, afirmados pelo direito internacional; a detenção e o encarceramento político; torturas; assassinatos; a demolição de sua casa; colheitas,  pomares, tendo sua dignidade assaltada por serem árabes, por estarem na sua terra natal ocupada com a conivência do ocidente.
Sem poder para resistir, lhes é negada reparação em tribunais internacionais que desconsideram seus direitos. A miséria sem fim define suas vidas diárias.
O povo palestino é quem merece uma compensação por mais de meio século de conflito, ocupação ilegal, desapropriação e miséria sem fim para seus sofrimentos -  não há  justiça para os palestinos a menos  que seu sofrimento termine , que seus direitos fundamentais sejam restaurados e sua terra natal recuperada.
A história da Palestina Ocupada é o triunfo do mal sobre o bem, uma injustiça persistente, um povo inteiro prejudicado, um sofrimento, sem fim  à vista, porque não há  nenhum interesse em seus direitos e bem-estar por parte da comunidade mundial.

                                                                         -.-

Nota do tradutor: Para que o texto fosse melhor compreendido , incluímos algumas explicações mais detalhadas  da ocupação sionista. Blog
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O premiado autor  Stephen Lendman  vive em Chicago. Ele pode ser encontrado em  lendmanstephen@sbcglobal.net . Ele é um pesquisador associado do Centro de Pesquisa sobre Globalização (CRG)
His new book as editor and contributor is titled “Flashpoint in Ukraine: US Drive for Hegemony Risks WW III.”
Visit his blog site at sjlendman.blogspot.com.
https://www.globalresearch.ca/israel-seeks-compensation-related-to-stealing-historic-palestine/5664977