quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

CONSTRUINDO A UNIDADE NAS AÇÕES EM DEFESA DA CAUSA PALESTINA

Foi um sucesso a Plenária convocada pelas entidades que participaram do ato em frente ao Consulado dos EUA, em dezembro, (convocada pelo Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do RJ), contra a decisão dos EUA de considerar Jerusalém a capital da entidade sionista ocupante dos territórios históricos da Palestina.

Estiveram presentes na Plenária (16/01/2018) as seguintes organizações: PCB, PSTU, MAIS, CST, MES, Comunismo e Liberdade, NOS, Juntos, LSR, Rede Internacional Sindical de Solidariedade e Lutas, FIST, SOS Emprego, Movimento de Favelas-Caveirão Não-Favela pela Vida, CONLUTAS, UNidade Classista, Oposição Sindsprevs, Rede comunidade contra a violência e o Jornal Nova Democracia.




No primeiro ponto ,  a Plenária fez  uma rápida rodada de discussão sobre as avaliações política da situação na Palestina e  partiu para as propostas e encaminhamentos das atividades sugeridas, sendo a mais urgente a organização de uma nova manifestação em defesa dos prisioneiros palestinos, apontada para 31 de janeiro, em particular  dando visibilidade a defesa da adolescente  Alhed al-Tamimi,  como símbolo  da situação de todas as crianças presas e torturadas por esse regime fascista. O tratamento dado pela ocupação a jovem não é uma exceção, mas a regra em toda Palestina. Além disso, para dar continuidade a construção do movimento de unidade para ação,  tiramos uma comissão de organização com representação das organizações participantes.

Breve Histórico da Solidariedade Internacionalista em nosso Estado ( depois da ditadura)

Nós do Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de janeiro vemos com muita satisfação  a retomada da tradicional unidade da esquerda nas ações de solidariedade internacionalista com a Palestina. Uma tradição histórica, retomada logo após o fim da ditadura,  que teve seu auge na década de 80, quando nos reuníamos sob o guarda chuva do Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino,  na CUT-RJ. 
Nesse contexto, a última atividade de envergadura do internacionalismo proletário da esquerda unida foi uma grande manifestação na orla de Copacabana contra a guerra do Iraque, em 2003. Depois disso, ainda organizamos, por dois anos consecutivos, manifestações no Rio Centro contra a LAAD - Defense e Segurity, em outras palavras, a "Feira da Morte" , promovida para a venda de armas das principais empresas sionistas/imperialistas do ramo. Foi em  2011, ano da invasão da Líbia e da Síria, que  eclodiram grandes e importantes  diferenças  no âmbito  internacional, em particular na avaliação  e, por consequência, no posicionamento frente a estratégia dos EUA para o Oriente Médio. Neste ano, estas diferenças fizeram  implodir nossa tradicional unidade para ação. Por óbvio, não foi um acontecimento localizado no nosso Estado ou país. Em todo o  mundo a solidariedade à luta do povo palestino foi afetada pelas diferenças surgidas.
Esse resumo histórico tem a finalidade de exaltar e valorizar esse momento atual onde estamos tentando construir um espaço de ação conjunta que garanta a retomada da unidade nas ações em defesa da causa palestina contra a ocupação criminosa e fascista dos sionistas. 

A luta do povo palestino sobrevive, atualmente,  na pior conjuntura  desde 1948, quando a ONU  declara a partilha da Palestina, sem consultar seus habitantes históricos. 
A causa palestina pelo fim da ocupação sionista corre um  grande risco de liquidação, o maior de toda sua história de lutas.  A aproximação de Israel com a Arábia Saudita (consequentemente todas as outras dinastias  do CCG - Conselho de Cooperação do Golfo) trouxe ,como consequência, o isolamento da luta do povo Palestina no mundo árabe, que passar  a ser usada como moeda de troca com os EUA/Israel. Por outro lado, os históricos  aliados dos Palestinos estão pelejando e se defendendo, com armas na mão, do assedio e ou das guerras promovidas pela dupla EUA/Israel, neste campo estão o Hezbollah do Líbano , a República Árabe da Síria e o Irã. 
Internamente, a Autoridade Palestina, (FATAH) insiste em apostar na diplomacia ou negociações, mantém os acordos e tratos na área política, econômica e de segurança com o inimigo sionista ocupante, abrindo mão da histórica agenda e pauta da luta do povo palestino. Em outras palavras, a AP é parte do problema desta conjuntura complicadíssima.  Uma conjuntura sintetizada nas declarações dos EUA considerando Jerusalém capital de israel.
Todavia, apesar de tudo isso; apesar de  ter dobrado o número de detidos pelas forças da ocupação no último ano ( 6.742 palestinos da Cisjordânia e Gaza, sendo 1467 crianças, 156 mulheres, 25 jornalistas, em 2017*), somente em dezembro foram 926 palestinos presos, sendo a maioria de Jerusalém; apesar das denúncias de torturas e maus tratos nos cárceres sionistas, inclusive com crianças,  terem aumentado horrores; apesar da escalada dos assentamentos de colonos, que destroem os lares palestinos e expulsam famílias de seus lugares para construir colonias para estrangeiros judeus; apesar do cerco a Faixa de Gaza que provoca todo tipo de miséria e dor ....;  apesar de tudo isso,  o povo palestino e sua juventude estão nas ruas diariamente com pedras nas mãos se confrontando com o exercito de ocupação sionista.  Lutam ferozmente contra um dos exército mais bem armado do mundo, pedras na mão contra fuzis modernos, bombas que matam e a covardia descarada!
Nos resta acreditar que o povo palestino e suas organizações políticas e militares serão capazes de tomar seu futuro , o futuro da Palestina, com toda força que o momento exige! 
De nossa parte, estaremos dispostos a construir a unidade de ação necessária para cumprir com a tarefa que nos cabe: a solidariedade internacionalista  e nosso total apoio a luta desse heroico povo para recuperar sua pauta e agenda de luta contra a ocupação fascista sionista, sequestrada pelos acordos de Oslo.


Fora ocupação sionista da Palestina!
Viva a solidariedade internacionalista!

*http://www.addameer.org/news/palestinian-prisoners-organizations-israeli-occupation-forces-detained-around-7000-palestinian

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

PLENÁRIA DE SOLIDARIEDADE AO POVO PALESTINO - 16 DE JANEIRO


Esta importante Plenária foi  decidida na reunião de alguns movimentos políticos e sociais de esquerda  presentes na manifestação  convocada pelo Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do RJ, em frente ao Consulado dos EUA,  realizada no dia 12/dez.
Essa iniciativa é fundamental para  ampliar a discussão, envolver mais setores da esquerda e retomarmos a  tradicional unidade  necessária à solidariedade internacionalista com a Palestina. 
A situação do povo palestino chegou ao ponto do intolerável!
Israel mantém sua politica de terror contra os palestinos, que são mortos, presos ou gravemente feridos diariamente nos territórios, a juventude e as crianças são os alvos prioritários,  uma vez presas são submetidas a  torturas e abusos; israel amplia  as  demolição de prédios e casas dos palestinos para construções de colonias judias, roubando todos os dias mais terras palestinas. Os EUA apoia incondicionalmente o Estado terrorista e assassino, como parte de sua estratégia de ocupação e dominação política, econômica e militar para o Mundo Árabe. Contudo , a resistência palestina não desiste: Os palestinos estão nas ruas lutando com pedras na mão contra o exército mais bem armado do mundo.  Aqui entramos todos nós! 

Todos os internacionalistas, as organizações políticas e sociais e 
os apoiadores da Causa Palestina e árabe precisam se unir para  demonstrar nosso total apoio a resistência desse povo guerreiro: somos todos palestinos! Viva a causa Palestina!

VOCÊ É IMPORTANTE NESSA LUTA! 
Plenária de Solidariedade ao Povo Palestino
Dia 16 de janeiro - terça - SEPE - 7 andar
(Comitê de Solidariedade á Luta do Povo Palestinos RJ)

Abaixo o texto das organizações que 

convocam a Plenária:
A ofensiva colonialista de Israel nos territórios palestinos ocupados endureceu nos últimos anos. As demolições ilegais e violentas de residências palestinas têm aumentado, na mesma proporção em que crescem os assentamentos (colônias) israelenses na Cisjordânia, incluindo em Jerusalém e arredores. Em outubro de 2017, em apenas 48 horas, foi aprovada pelas autoridades de ocupação a construção de mais de 2600 casas para colonos, que se juntaram às quase 7000 já construídas nos meses anteriores, totalizando um número no mínimo três vezes e meia maior que em 2016.
Essa usurpação sem limites tem sido repetidamente condenada e declarada ilegal pela ONU, mas são resoluções sem efeito graças ao poder de veto dos EUA, que, mesmo encenando uma busca de um “acordo de paz” visando a solução de “dois Estados”, na prática apoia e permite a opressão colonial israelense sobre a Palestina.
Essa expansão do colonialismo só se torna possível com o aumento da repressão policial e militar sobre os territórios ocupados, a multiplicação de controles, barreiras, muros, bombardeios, prisões e assassinatos. Os EUA também são o principal cúmplice de Israel nesse aumento de suas atividades criminosas.
É nesse contexto que o presidente Trump resolveu deixar de lado toda a farsa de “busca de solução política” e escancarar o apoio irrestrito dos EUA ao colonialismo, “reconhecendo” Jerusalém como “capital de Israel” e anunciando a decisão de transferir para lá a embaixada estadunidense.
A decisão dos EUA foi condenada e rejeitada quase unanimemente pelos países de todos continentes e pela ONU, mas esses movimentos diplomáticos continuam tendo efeito limitado face ao poder de veto dos EUA e a não disposição dos governos em enfrentar o poderio militar de EUA/Israel.
Mais importante tem sido a rebelião do povo palestino contra a decisão de Trump, e as grandes manifestações de repúdio a EUA/Israel e em apoio a Palestina pelo mundo, inclusive no Brasil. Como foi com as Primeiras e Segunda Intifadas, será o levante da Palestina e a solidariedade mundial que serão capazes de fazer recuar a ofensiva colonial do sionismo.
Para nós do Brasil, a solidariedade à resistência palestina adquire um significado a mais, porque Israel tem sido inspirador, treinador e parceiro das forças repressivas do Estado brasileiro (forças armadas e polícias) em suas estratégias de vigilância, cerco e aniquilamento dos movimentos que lutam contra nosso “colonialismo interno”, os indígenas, quilombolas, camponeses sem-terra, ocupações urbanas, comunidades faveladas e de periferia. Os convênios entre as FFAA e polícias brasileiras e Israel, bem como a importação de equipamentos e contratação de assessoria israelense, têm aumentado nos últimos anos, como foi durante a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Portanto, a solidariedade à Palestina deve ser coordenada com a solidariedade às populações (negras e indígenas, fundamentalmente) e aos movimentos que sofrem o terror de Estado no Brasil. Apoiamos a aproximação e o aprendizado mútuo entre nossas lutas e a resistência palestina!
Para dar continuidade e ampliar no Rio de Janeiro as ações de solidariedade ao povo palestino, ligando-as à solidariedade à luta contra o terrorismo de Estado no Brasil, estamos a/os convidando para uma Plenária Ampliada no próximo dia 16/01, às 18h no Auditório do SEPE-RJ.

Assinam:(por ordem alfabética)
APS – PSOL
ASPMSN
Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino – RJ
Comunismo e Liberdade – PSOL
CSP-Conlutas
CST – PSOL
FIST
Grupo Tortura Nunca Mais – RJ
Insurgência – PSOL
Juventude Vamos à Luta
LSR – PSOL
MAIS – PSOL
MES – PSOL
NOS
PCB
PSTU
SINTUFF
Subverta – PSOL
UJC
Unidade Classista

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

"Nunca foi uma revolução, nem uma guerra civil! Os terroristas são enviados pelo seu governo "


Há dois anos atrás, uma pessoa do povo sírio de nome "Majd" escreveu estas palavras encontrada em uma publicação no Facebook, endereçada ao povo dos EUA. 
Só agora o blog está dando publicidade a este desabafo,  escrito em setembro de 2016, seguido de um texto de Mark Taliano author of Voices from Syria, 2017, porque achamos importante ouvir tudo que vem do povo de um Estado, cujo população foi barbaramente e militarmente agredida, que teve seu território e infraestruturas fundamentais, como saúde, educação e alimentação, absolutamente destruídas, que sentiu literalmente na carne a violência de perder suas crianças, mortas por bombas democráticas e humanitárias e que hoje , entre escombros, luta por sua sobrevivência, tudo passado em nome da estratégia imperialista decidida pelas grandes corporações capitalista,  sintetizada na política externa dos EUA: a Guerra ao Terrorismo",  uma guerra deliberada contra os povos e a autodeterminação, mas ironicamente reproduzida, pela mídia comprometida e sionista, como uma revolução social ou guerra civil. Estados como a Síria, a Líbia, o Iraque, o Iêmen,  entre tantos outros, foram, e ainda  estão sendo, vítimas de uma guerra devastadora  de novo tipo contra os povos. Nesta guerra não tem exércitos estacionados, mas milhares de mercenários, grupos guerrilheiros oportunistas e ONGs dos direitos humanos ávidos para executar sua parte na missão pelo sucesso dessas guerras que destroem a vida dos povos,  destruindo suas condições mínimas de sobrevivência, provocando um genocídio silencioso e milhares de refugiados. Uma guerra  para as corporações se apropriarem do despojos da guerra, nada menos que petróleo, gás e minerais, que aplacarão, momentaneamente, a fome de um sistema capitalista podre e em crise. Uma guerra contra a humanidade que segue seu curso, sem manifestações de peso ao redor do mundo! Sem indignação de muitas organizações de esquerda!  No texto anterior, publicado aqui neste Blog, um pesquisador (Tom Engelhardt) localiza, geograficamente, a expansão desta guerra, hoje em mais de setenta países e mantendo a dinâmica de sua expansão mortal. (http://somostodospalestinos.blogspot.com.br/2018/01/mapeando-um-mundo-do-inferno.html)
Concordamos com aqueles que pensam que os povos necessitam de mínimas condições  de sobrevivência para construir suas revoluções e destruir o capitalismo de uma vez por todas. Enquanto destroem com guerras camufladas essas condições de sobrevivência, o imperialismo se prepara para ampliar ainda mais o jogo sinistro e mortal, a barbárie, por isso vale a pena ouvir como um ser humano do povo sente a guerra. E, claro, tomar partido e se mexer! (Blog somostodospalestinos)
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American People, Please Help Us!


Sou um sírio ... morando na Síria no meio de tudo isso. Temos visto horrores. Nunca foi uma revolução nem uma guerra civil. Os terroristas são enviados pelo seu governo. Eles são al-Qaeda, Jabhat al Nrara, Wahhabi, Salafistas ,Talibãs, etc e os jihadistas são extremistas enviados pelo Ocidente, pelos Sauditas, pelo Qatar e Turquia. Tu, Obama,  ou quem está por trás ou   acima de você estão apoiando a Al Qaeda e os outros para  liderar uma guerra em seu nome, no meu país.
Nós pensamos que você estava contra esses grupos mas  você os apoia.
A maioria aqui ama Assad. Ele nunca cometeu um crime contra seu próprio povo ... O ataque químico foi encenado pelos terroristas ajudados pelos EUA e Reino Unido, etc. Todo mundo sabe disso aqui!
Os soldados e o povo norteamericano não deviam apoiar os terroristas bárbaros da Al Qaeda que estão matando cristãos, muçulmanos e a todos em meu país.
Todo massacre é cometido por eles. Todos estávamos felizes na Síria: tínhamos educação escolar e universitária gratuita disponível para todos, cuidados de saúde gratuitos, sem transgênicos, sem flúor, sem armas químicas ou biológicas, sem banco Rothschild controlado pelo FMI, banco central estatal que oferece 11% de juros, nós eramos autosuficientes - sem dívida externa para nenhum país ou banco.
A vida antes dessa guerra era tão bonita aqui. Agora, é difícil e horrível em algumas regiões.
Não entendo como os bons e corajosas pessoas dos EUA podem aceitar bombardear meu país, que nunca os prejudicou e, portanto, como podem ajudar o bárbaro Al Qaeda. Esses animais cortaram gargantas e decapitam por prazer ... eles decapitam  bebês e estupram crianças.
Eles são satânicos. Nossos exercito árabe ajudado pelos milhões de milícias civis estão ganhando a batalha contra os terroristas. Mas agora os EUA querem bombardear nossas casas para que os terroristas possam tomar vantagem.
Acredite que o marionete dos banqueiros que você tenha como presidente ... apoie Ron Paul ou Rand ou qualquer pessoa que seja verdadeira patriotas americanos. Mas tenha certeza de uma coisa. Se eles atacam e eu acho que eles ... ... será um inferno.
Certifique-se de que se isto se trata de uma guerra mundial, muitos, muitos morrerão. A Síria pode e se defenderá e vai afundar muitos navios dos EUA. O Irã vai à guerra ... A Rússia e a China, eventualmente, se se intensificar ... e tudo isso para o quê? Para as elites que criaram os grupos terroristas, através do governo dos EUA, e usa-os para realizar guerras de procuração e desestabilizar países que não acompanham sua nova agenda de ordem mundial !!?
Povo dos EUA ... vocês precisam recuperar o controle de seu país, uma vez admirável. Agora todo mundo odeia  vocês que levam dor e morte a todos os lugares.
Pergunte aos iraquianos ... os afegãos ... os paquistaneses ... os palestinos ... os sírios ... os macedônios e os sérvios ... os líbios ... os somalis ... os iemenitas ... todos aqueles  que são assassinados por drones, todos os dias. Pare suas guerras, basta de guerras. Use diplomacia ... diálogo ... ajude ... não força ".
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Por Mark Taliano
Os testemunhos consistentes e constantes dos sírios, bem como fontes ocidentais bem documentadas e a memória histórica, servem para reforçar a precisão do testemunho acima mencionado.
Os sírios vivem o horror trazido pelo ocidental criminoso. Eles não podem permitir-se á tolerância de encolher os ombros indecisos, não quando suas vidas e sua civilização antiga estão sendo ameaçadas por mercenários terroristas do pior tipo, pagos pelo Ocidente .
"Nossos"(dos EUA) proxies (representantes), cortadores de garganta, degoladores de cabeças  que  não fazem prisioneiros enquanto muitos vacilam  em indecisões, ignorando evidências empíricas e tomando o cômodo caminho fácil de acreditar no labirinto de mentiras   promulgadas nas mensagens das mídias ocidentais.
O véu da confusão confortável, aninhado em uma crença inconsciente de que nosso governo (dos EUA) conhece a situação melhor ou que é patriótico acreditar nas mentiras e invenções implícitas, nas palavras vazias dos políticos (que não nos representam mais) e nos falsos pronunciamentos dos mensageiros imperiais, é ocultar um holocausto no exterior .
As sociedades ocidentais estão apodrecendo de dentro para fora por causa dessas mentiras e desta barbaridade. Estamos protegendo uma camarilha criminosa de globalistas corporativos que não servem nossos interesses e nunca o farão.
Nossas democracias, que devemos proteger, desapareceram há muito tempo, exceto nas palavras vazias dos estenógrafos dos jornais. Em vez disso, estamos (EUA) apoiando elites corporativas transnacionais e seus projetos delirantes.
A pobreza e o desemprego dispararam sob a falsidade dos pronunciamentos do governo, à medida que o domínio público se evapora sob palavras como "eficiência" ou "economia" - todas as falsas capas que servem para enriquecer elites e destruir-nos. O imperialismo interno (EUA) em casa é uma réplica desbotada do imperialismo estrangeiro no exterior.
À medida que os países são destruídos e seus povos são abatidos - pensem na Síria, na Líbia, na Ucrânia e muitos outros - por detestáveis procuradores (proxies)  abomináveis ​​- as instituições públicas estão contaminadas e, em última instância, são substituídas por fac-símiles parasitários "privatizados". O banco público é saqueado e destruído em favor do sistema de financiamento transnacional, do financiamento do Banco Mundial e da usura do FMI. A segurança alimentar é destruída e substituída por tentáculos biotecnológicos e dependências de engenharia em culturas comerciais e alimentos insalubre. As moedas são destruídas, são impostas sanções e a mão de controle totalitário, desconhecida e invisível, se impõe, em meio à nuvem de diversões e confusões, auxiliada por regimes compradores, interesses oligárquicos e, infelizmente, pelo  encolher de ombros das populações domésticas.
A Síria se recusa a enviar. É por isso que aos povos do Ocidente é ensinado a odiá-la, mas o resto do mundo aprende a ama-la e a respeita-la.
Não tenho dúvidas, as lutas do povo da Síria são nossas lutas. A Síria representa o direito internacional, a estabilidade e a integridade: os mesmos valores que os povos ocidentais apreciam abertamente, mas rejeitam teimosamente, à medida que nossos países ficam debaixo de veus sufocantes de mentiras e delírios.

Eu apoio a Síria, por respeito ao que resta do direito internacional.
Eu apoio a Síria porque rejeito o Wahhabismo, a Lei da Sharia e o terrorismo.
Eu apoio a Síria porque rejeito as oligarquias antidemocráticas e transnacionais que estão subvertendo nossas democracias, uma vez florescentes, agora mortas.
Eu rejeito as mentiras de nossos meios de propaganda, as palavras vazias de nossos governantes e as falsas mensagens "humanitárias" que demonizam países não-beligerantes e suas populações.
Em nome da justiça e da humanidade apoio o povo sírio e  apoio o governo eleito da Síria que está liderando a luta contra a agressão imperialista. A Síria, um antigo berço da civilização, está liderando o caminho para um futuro melhor para todos nós.
Tudo o que temos a fazer é abrir os olhos.
Postado: https://www.globalresearch.ca/

domingo, 7 de janeiro de 2018

Mapeando um mundo do inferno

76 países estão agora envolvidos na guerra contra 
o terror de Washington
Ele deixou para trás a Air Force Two e, sem aviso prévio, " envolto em segredo ",  embarcou em um voou em um avião de transporte C-17 não registrado  para a Base Aérea de Bagram, a maior base americana no Afeganistão. Todas as notícias de sua visita foram embargadas até uma hora antes de partir para o país.

Mais de 16 anos depois que uma invasão americana "libertou" o Afeganistão, ele estava lá para oferecer boas notícias para um contingente das tropas dos EUA mais uma vez  em crescimento. Em frente a uma bandeira americana de 40 pés, dirigindo-se a 500 soldados estadunidenses, o vice-presidente Mike Pence os elogia como "a maior força do mundo para o bem", vangloriou-se que os ataques aéreos americanos recentemente foram "aumentados dramaticamente", jurou que seu país estava "aqui para ficar "e  insistiu  que "a vitória está mais próxima do que nunca". Como  considerou um observador, no entanto, a resposta de sua audiência foi "commedida".  (" Muitos soldados se mantiveram de braços cruzados ou com as mãos cruzadas atrás das costas e escutaram , mas não aplaudiram. ")
Pense nisso como o mais recente episódio de invertido conto de fadas geopolítico, uma história sombria, no lugar de Grimm, para essa nossa época que poderia começar: era uma vez - em outubro de 2001, para ser exato - Washington lança sua guerra contra o terror . Havia então apenas um só ojetivo, o mesmo em que, um pouco mais do que uma década antes, os EUA haviam encerrado uma  longa guerra por procuração  contra a União Soviética durante a qual havia financiado, armado ou apoiado um conjunto extremo de grupos fundamentalistas islâmicos , incluindo um rico jovem saudita com o nome de Osama bin Laden .
Em 2001, na sequência dessa guerra, que contribuiu na condução da União Soviética ao caminho da implosão, o Afeganistão foi em grande parte (mas não completamente) governado pelos talibãs. Osama bin Laden também estava lá, com um contingente  relativamente modesta de homens. No início de 2002, ele fugiu para o Paquistão, deixando muitos de seus companheiros mortos e sua organização, a Al-Qaeda, em estado de desordem. Os talibãs, derrotados, suplicaram permissão para baixar as armas e voltar para suas aldeias, um processo abortado que Anand Gopal descreveu vividamente   em seu livro, " En 2001, a raíz de esa guerra, que ayudó a enviar a la Unión Soviética por el camino de la implosión, Afganistán estuvo en gran parte (pero no completamente) gobernado por los talibanes. Osama bin Laden también estaba allí, con una tripulación relativamente modesta de cohortes. A principios de 2002, había huido a Pakistán, dejando a muchos de sus compañeros muertos y su organización, Al Qaeda, en un estado de confusión. Los talibanes, derrotados, suplicaban que se les permitiera bajar las armas y regresar a sus aldeas, un proceso abortado que Anand Gopal describió vívidamente en su libro, "No Good Men Among the Living". ( Tradução livre:Não há bons homens entre os vivos" )

Era, ao que parecia, aplausos por toda parte e, claro, projetos maiores de exploração  em toda a região. Os altos funcionários da administração do presidente George W. Bush e o vice-presidente Dick Cheney eram sonhadores geopolíticos  de primeira ordem que não poderiam ter tido idéias mais amplas sobre como estender esse sucesso - como o secretário de defesa Donald Rumsfeld indicou  somente alguns dias  após os ataques do 11 de setembro - a grupos terroristas ou insurgentes em mais de 60 países. Foi um ponto que o Presidente Bush iria  enfatizar nove meses depois, em um discurso de graduação, triunfalista, em West Point. Naquele momento, o conflito militar que se envolveram rapidamente, sem modesta, foi batizado  de Guerra Global contra o Terror , até aqui, ainda era um assunto de um país. No entanto, eles já estavam profundamente imersos nos preparativos para estendê-lo de formas mais radical e devastadora do que jamais poderiam ter imaginado com a invasão e ocupação do Iraque de Saddam Hussein e o domínio  das terras petroleiras do planeta  que eles estavam seguros de seguir. (Em um comentário que apanhou o momento exatamente, a  Newsweek  citou  um funcionário britânico "proximo a equipe de Bush", dizendo: "Todo mundo quer ir a Bagdá. Os homens de verdade querem ir a Teerã.")



Tantos anos depois, talvez não te surpreenda - já que provavelmente  não teria  surpreendido as centenas de milhares de manifestantes que foram para as ruas das cidades estadunidenses, no início de 2003, para se oporem à invasão do Iraque - que esta seja  uma daquelas histórias a que se aplica o ditado "tenha cuidado com o que você deseja".
Panorama da Guerra
E é um conto que ainda não terminou. De maneira alguma. Para começar, na era Trump, a  guerra mais longa  na história dos EUA,  do Afeganistão, está ficando cada vez mais longa. estão  em aumentando  o numero de tropas  e os ataques aéreos  aumentam ; os talibãs  estão no controle  de setores significativos do país; um grupo terrorista  do Estado Islâmico (ISIS)está se espalhou  cada vez mais com sucesso nas regiões orientais; e, de acordo com o  último relatório do Pentágono,  há "mais de 20 grupos terroristas ou insurgentes no Afeganistão e no Paquistão".

Pense sobre isso: 20 grupos. Em outras palavras, tantos anos depois, a guerra contra o terror deve ser vista como um exercício interminável, no uso de tabelas de multiplicação, - e não apenas no Afeganistão, tampouco. Mais de uma década e meia depois que um presidente dos EUA falou de 60 ou mais países como alvos potenciais, graças ao inestimável trabalho de um único grupo dedicado,  o Projeto Custos de Guerra  no Instituto Watson para Assuntos Internacionais e Públicos da Universidade Brown, finalmente temos uma representação visual da verdadeira extensão da guerra contra o terrorismo. Que tivemos que esperar tanto tempo, deveria dizer  algo sobre a natureza dessa era de guerra permanente.
http://www.tomdispatch.com/images/managed/costofwar_projectmap_large1.jpg
A guerra dos Estados Unidos contra o terror em todo o mundo (do Projeto Costs of War). Clique no mapa para ver uma versão maior.


O Projeto Costs of War produziu não apenas um mapa da guerra contra o terror, 2015-2017 (lançado no  TomDispatch  com este artigo), mas o primeiro mapa desse tipo. Ele oferece uma visão surpreendente das guerras antiterroristas de Washington em todo o mundo:  sua disseminação, o desdobramento das forças dos EUA, as missões em expansão para treinar as forças contra-terroristas estrangeiras, as bases americanas que as tornam possíveis, os aviões não tripulados - drone - e outros ataques aéreos que são essenciais para eles , e as tropas de combate dos EUA ajudando a combatê-las. (Os grupos terroristas, obviamente, se transformaram e expandiram-se de forma desenfreada como parte  do mesmo processo.)
Cerco de Marawi, Filipinas (Fonte: Tony Cartalucci)


Olhando o mapa se vê que a guerra contra o terrorismo, um conjunto cada vez mais complexo de conflitos entrelaçados, é agora um fenômeno extraordinariamente global. Se estende das Filipinas - (com seu próprio grupo da marca ISIS que acaba  de lutar numa campanha de quase cinco meses que  devastou  Marawi, uma cidade de 300 mil habitantes) - através do Sul da Ásia, Ásia Central, Oriente Médio, África do Norte e em profundidade África Ocidental onde, apenas recentemente, quatro Boinas Verdes  morreram  em uma emboscada no Níger.

Não menos impressionante é o número de países que a guerra contra o terror de Washington toca de alguma forma. Uma vez, é claro, havia apenas um (ou, se você quiser incluir os Estados Unidos, dois países). Agora, o Projeto Costs of War identifica não menos que 76 países, ou, 39% dos países do planeta, envolvidos nesse conflito global. Isso significa  que lugares como o Afeganistão, a Síria, o Iraque, o Iêmen, a Somália e a Líbia,  os drones dos Estados Unidos ou outros ataques aéreos são a norma e as tropas terrestres dos EUA (muitas vezes  Forças de Operações Especiais ) participam diretamente ou indiretamente estão envolvidas no combate. Também significa  que nestes países, conselheiros norte-americanos estão treinando militares locais ou mesmo milícias em táticas chamadas anti-terroristas e aqueles grupos com bases cruciais para este conjunto de conflitos em expansão. Como o mapa deixa claro, essas categorias geralmente se sobrepõem.


Quem poderia se surpreender que tal "guerra" tenha consumido dólares dos contribuintes norte-americanos a um ritmo  que deveria fazer cambalear a imaginação em um país cuja infra-estrutura está  visivelmente desmoronando ? Em um  estudo separado , publicado em novembro, o Costs of War Project estimou que o preço da guerra contra o terrorismo (com algumas despesas futuras incluídas) já havia atingido um montante astronômicos de  US $ 5,6 trilhões.  No entanto,  recentemente, o presidente Trump, que agora  está intensificando esses conflitos,  criou    uma cifra ainda mais assombrosa: "Depois de ter gasto estupidamente US $ 7 trilhões no Oriente Médio, é hora de começar a reconstruir o nosso país!" (Esse número, também, parece chegaram de certa forma a partir da estimativa de Custos de Guerra   que "os pagamentos de juros futuros sobre empréstimos para as guerras provavelmente aumentarão mais de US $ 7,9 trilhões na dívida nacional" em  meados do século .) 
Não poderia ter sido um comentário mais raro de um político americano, já que nestes anos as avaliações sobre os custos monetários e humanos da guerra foram   deixadas em grande parte para  pequenos grupos  de estudiosos e ativistas. A guerra ao terror, de fato, se expandiu da maneira que o mapa nos mostra, com quase nenhum debate sério neste país sobre seus custos ou resultados. Se o documento produzido pelo projeto Costs of War é, de fato, um mapa do inferno, também é, creio eu, o primeiro mapa em grande escala desta guerra jamais produzida.
Pense nisso por um momento. Nos últimos 16 anos, nós, o povo americano, financiamos este conjunto complexo de conflitos por uma soma de trilhões de dólares,  sem conhecimento de  um único mapa da guerra que Washington estava empenhado. Nenhum. Sim, partes desse conjunto de conflitos, de forma fragmentada e confusa, estiveram em algum lugar das notícias, embora raramente (exceto quando houve ataques terroristas do tipo "lobo solitário" nos Estados Unidos ou Europa Ocidental) foram manchetes. Em todos esses anos, sobretudo, nenhum americano pode ver uma imagem desse estranho e perpétuo conflito cujo fim não está à vista.

Parte disso pode ser explicada pela natureza dessa "guerra". Não há frentes, nenhum exército avançando em Berlim, não há armadas destruir a pátria japonesa. Não houve, como na Coréia no início da década de 1950, mesmo um paralelo para cruzar ou lutar no caminho de volta. Nesta guerra, não há retiradas evidentes e, após a entrada triunfal em Bagdá em 2003, tampouco há avanços.
Foi difícil até mesmo mapear suas partes componentes e quando se fez - como em um  mapa  de agosto do  New York Times de territórios controlados pelos talibãs no Afeganistão - as imagens eram complexas e de impacto limitado. Geralmente, no entanto, nós, o povo, fomos  desmobilizados em quase todos os sentidos imagináveis ​​nesses anos, inclusive quando se trata de simplesmente seguir o conjunto infinito de guerras e conflitos que estão sob a rubrica da guerra contra o terror.



Mapeando 2018 e o futuro
Deixe-me repetir este mantra: uma vez, quase dezessete anos atrás, havia um; agora, a contagem é de 76 países e esse número cresce. Enquanto isso, grandes cidades foram transformadas em  escombros ; dezenas de milhões de seres humanos foram  deslocados  de suas casas;  milhões de refugiados continuam a atravessar as fronteiras, desestabilizando  cada vez mais terras; grupos terroristas tornaram-se nomes de marca em partes significativas do planeta; e nosso mundo estadunidense continua a ser  militarizado .



Isso deve ser pensado como um tipo completamente novo de guerra global perpétua. Então, lhe novamente o mapa. Clique nele e, em seguida, amplie-o  para estudar o mapa no modo de tela cheia. É importante tentar imaginar o que está acontecendo visualmente, já que enfrentamos um novo tipo de desastre, uma militarização planetária de uma forma que nunca antes vimos. Não importa os "sucessos" na guerra de Washington, que vão desde a invasão do Afeganistão em 2001 até a tomada de Bagdá em 2003, como  a recente destruição da Síria e do Iraque, na guerra contra o "caliphato" do Estado islâmico  (ou a maior parte disso, já que neste momento, os aviões americanos ainda estão  deixando  bombas e disparando mísseis em partes da Síria), os conflitos só parecem se transformar e explodir em várias direções.
Estamos agora em uma época em que o exército dos EUA é a vantagem - muitas vezes a única vantagem - do que costumava ser chamado de "política externa" americana e o Departamento de Estado está sendo  radicalmente reduzido . As Forças das Operações Especiais americanas foram implantadas em  149 países apenas  em 2017 e os EUA têm tantas tropas em tantas bases em tantos lugares na Terra que o Pentágono nem sequer pode explicar o paradeiro de  44 mil  deles. Pode, de fato, não haver maneira de mapear tudo isso, embora a ilustração do Projeto Costs of War seja um triunfo do que pode ser visto.
Olhando para o futuro, torcemos por uma coisa: que as pessoas desse projeto tenham muita energia, já que é um dado que, nos anos Trump (e possivelmente além), os custos da guerra só aumentarão. O primeiro orçamento do Pentágono da era Trump, aprovado com unanimidade bipartidária no Congresso e assinado pelo presidente, é a impressionante quantia de US  $ 700 bilhões . Enquanto isso, os lideres militares dos EUA e o presidente, enquanto escalam os conflitos do país desde a  Nígeria  ao  Iêmen ,  desde Somália  até o Afeganistão, parecem eternamente em busca de mais guerras para lançar.

Apontando para a Rússia, a China, o Irã e a Coréia do Norte, por exemplo, o Comandante- geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Robert Neller, disse recentemente  que às   tropas dos EUA na Noruega esperaram uma "grande batalha" no futuro, acrescentando: "Espero que esteja errado, mas há uma guerra chegando". Em dezembro, o Teniente General HR McMaster,  da Segurança Nacional  sugeriu, de forma similar,   que a possibilidade de uma guerra (possivelmente de natureza nuclear) com a Coréia do Norte de Kim Jong-un "aumentava a cada dia". Enquanto isso, em uma administração repleta de Iranophobes, o presidente Trump parece estar se preparando para  destruir o acordo nuclear do Irã, possivelmente no início deste mês.



Em outras palavras, em 2018 e além, mapas de muitos tipos criativos podem ser necessários apenas para começar analisar as últimas guerras dos Estados Unidos. Considere, por exemplo, um relatório recente   no  New York Times  sobre o fato de 2.000 funcionários do Departamento de Segurança Interna já estão "implantados em mais de 70 países em todo o mundo", em grande parte para evitar ataques terroristas. E assim acontece no século XXI.
Bem-vindo a 2018, outro ano de guerra interminável, e enquanto estamos no assunto, um pequeno aviso aos nossos líderes: com os últimos 16 anos, tenham cuidado com o que deseja.
Tradução: somostodospalestinos.blogspot.com
*Tom Engelhardt is a co-founder of the American Empire Project and the author of The United States of Fear as well as a history of the Cold War, The End of Victory Culture. He is a fellow of the Nation Institute and runs TomDispatch.com. His latest book is Shadow Government: Surveillance, Secret Wars, and a Global Security State in a Single-Superpower World.  The map in this piece was produced by the Costs of War Project at Brown University’s Watson Institute for International and Public Affairs.
Postado: https://www.globalresearch.ca/mapping-a-world-from-hell-76-countries-are-now-involved-in-washingtons-war-on-terror/5624988?utm_campaign=magnet&utm_source=article_page&utm_medium=related_articles