terça-feira, 25 de setembro de 2018

ISRAEL : ASSASSINO PROTEGIDO

No deserto do Neguev,na Palestina ocupada por Israel,  ao sul da entidade sionista foi construído um misterioso complexo,  na cidade de Dimona, afastado do olhar público.

Todas que lá trabalham são obrigados a jurar  segredo. Quando se descobriu a sua existência, o regime disse que era uma fábrica têxtil, sem admitir nunca o seu verdadeiro propósito: Elaborar plutônio para fabricar as bombas atômicas. Através de entrevistas com especialistas de diferentes países vamos divulgar os segredos de Dimona, no vídeo abaixo.

Todas as plantas nucleares do mundo são monitoradas pelas organizações internacionais competente, menos as plantas nucleares de Israel. Porque a comunidade internacional trata o regime sionista de modo muito especial e ignora todos os seus atos criminosos em todos os níveis?

A radioatividade que escapa , por algum motivo ignorado, já atinge a saúde da população palestina. São vários os exemplos, em uma pequena aldeia próxima,  um palestino conseguiu trabalho na Usina, mas a ele não foi permitido o uso das roupas especiais, utilizadas pelos trabalhadores judeus,  em três meses caiu enfermo e veio a óbito, aos 46 anos de idade. Esse é só um exemplo para ilustrar a dramática realidade dos palestinos que vivem ali.
O Físico do Centro Nuclear do deserto de Neguev, Mordechai Vanunu desmascarou em 1986 a produção de armas atômicas, passando informações sigilosas ao jornalista Peter Hounan, do jornal britânico Sunday Time. Com base nelas, especialistas avaliaram que Tel Aviv possui o sexto arsenal nuclear do mundo. O Mossad o seqüestrou em Roma, o levou para Israel e o condenou por traição.
" O estado judeu tem 200 armas atômicas , tem bombas de hidrogênio, armas atômicas, bombas de nêutrons, não admitem que as possui". (Vanuno)  

Veja o vídeo/documentário abaixo:


Postado do: https://www.facebook.com/DocumentalesHispanTV/videos/260070454640935/

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Batalha de Idlib ou batalha por Idlib?

1/9/2018, Ghassan e Intibah Kadi, para The Saker Blog
Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Batalha de Idlib? Ou Batalha por Idlib? E batalha de quem? E quem combate quem? E onde?

A única coisa clara sobre essa batalha dita iminente é o fato de que Idlib foi "usada" como ralo e local para onde correram todos os terroristas anti-Síria e antigoverno sírio. Esse status quo que não pode durar.

Sempre desde a batalha de Al-Qusayr e o colapso das forças terroristas, mais terroristas foram despachados para Idlib, à espera de um acordo político. Esse influxo continuou sem interrupção e até incluiu "acordos" entre o Hezbollah e os terroristas, quando a região das [montanhas] Qalamoun foi saneada. Esses "acordos" envolveram terroristas ativos em solo libanês.

A lista dos terroristas que acabaram em Idlib inclui os que foram expulsos de Zabadani, Ghouta, Palmira, Aleppo, para citar alguns. Não chega a surpreender portanto o motivo pelo qual há quem estime em mais de 50 mil o número de terroristas atualmente lá. Há até quem fale em 100 mil. É possível que seja exagero, mas é muito difícil fazer estimativa acurada.

Há cerca de cinco anos, teria sido plausível pensar que a batalha final seria travada por Aleppo, não Idlib. Mas, dado que todos os tipos de terroristas foram mandados para Idlib não para Aleppo, foi como um prelúdio do que está agora acontecendo.

Assim sendo, a pergunta agora é: espera-se solução política, solução militar ou ambas? E os combatentes que foram convencidos pelos respectivos negociadores a ir para Idlib terão assegurada para eles alguma resolução política, com morrerão como "mártires" na sua busca jihadista?

Na realidade, a solução é muito mais intrigante do que se percebe à primeira vista. Por um lado, a Turquia alegou que retirava todo e qualquer apoio ao ISIS e, embora a narrativa turca oficial fale de negar apoio a qualquer outra organização terrorista que opere na Síria, a Turquia cuida de não expor muito claramente sua posição quanto à Frente al-Nusra.

Por um lado, a Turquia promete apoio tácito à al-Nusra mas, ao mesmo tempo, o Exército Sírio Livre (ing. FSA), que não passa de exército turco de-facto operando dentro da Síria, fez várias declarações ao longo do ano passado indicando que combateria para expulsar a Frente al-Nusra em Idlib. Faltou pouco para que os turcos anunciassem que o FSA estaria apoiando o Exército Árabe Sírio em seus esforços para reconquistar Idlib.

E se os terroristas com base em Idlib estão recebendo suprimentos, são suprimentos que só podem estar vindo via Turquia; afinal de contar, só há uma rota acessível para contato com o resto do mundo. Assim sendo, de que lado Erdogan está?

Mas contradições dessa natureza cercam Erdogan, pode-se dizer, de todos os lados. Afinal, é o membro da OTAN que está trocando sanções com os EUA, comprando armamento russo, e desesperado para se integrar à União Europeia, por mais que diga que vê os membros da UE como Cruzados odiadores de muçulmanos; recentemente Erdogan é manifestou interesse em unir-se aos BRICS.

Mas o objetivo dos EUA é ferir a Síria, mesmo sem qualquer justificativa. Ao que tudo indica, os norte-americanos estão trabalhando numalista de alvos potenciais. Historicamente, quando os EUA não encontram motivo para atacar algum país, rapidamente criam um e convencem a mídia mundial e, via a mídia, o povo de todo o ocidente do planeta de que, sim, há/haveria razão genuína e plenamente justificada. As supostas Armas de Destruição em Massa do Iraque são talvez o exemplo mais eloquente. E embora a Rússia tenha apresentado provas à ONU de que os terroristas estão [hoje] planejando um ataque químico , ninguém conta com que os russos sejam ouvidos.

A situação torna-se ainda mais complexa se se levam em conta as relações do Estado Profundo dos EUA com a Rússia e, também, as relações de Trump com Putin/Rússia. No triângulo Estado Profundo dos EUA / Trump / Rússia-Putin, Trump é talvez a carne do sanduíche e qualquer novo ataque será provavelmente semelhante ao de abril passado, vale dizer, suficiente para satisfazer os neoconservadores, sem arriscar escalar o conflito nem com a Rússia nem com a Síria.

Sempre disse que os EUA não podem atacar a Síria com ferocidade igual à que usam contra outras nações. Qualquer ataque em grande escala contra a Síria põe Israel no alvo para ataques de retaliação tanto da Síria como do Hezbollah. Não se deve esquecer que, uma vez que os EUA dão maior atenção à segurança de Israel que à dos norte-americanos, sempre será altamente improvável que os EUA deliberadamente empreendam ação militar que ponha o pescoço de Israel sobre o cepo. Além disso, nesse momento extremamente sensível dos eventos, qualquer grande escalada pode justificar maior papel para o Irã. É pouco provável que Trump assuma esse risco, ainda que, por não o fazer, venha a desagradar ainda mais aos neoconservadores do Estado Profundo. Nesse sentido, a morte de John McCain é uma bênção que caiu sobre Trump, nesse momento crítico.

Escalada maior contra a Síria pode também pôr em perigo as embarcações da Marinha dos EUA no Mediterrâneo. EUA não sabem o que as defesas sírias guardam na manga, nem que equipamento de defesa nível estado-da-arte pode ter sido entregue aos sírios, pelos russos. Vimos recentemente que as defesas terra-ar sírias mostraram-se muito satisfatórias. E se os sistemas terra-mar de defesa foram também super modernizados?

A movimentação anterior da OTAN, que levou ao ataque de abril de 2018 foi acompanhada por pedidos, feitos pelos russos, para que EUA não escalassem. A retórica dos russos atualmente, contudo, vem acompanhada de movimentação equivalente e recíproca de suas próprias naves e submarinos de guerra. Pode ser preparação para confronto que os russos sabem que seja inevitável. Ou não passará de show de força?

Circula muita especulação, e todos os cenários estão sobre a mesa, mas a evolução menos provável é confronto direto entre EUA e Rússia; pouco provável, mas confronto limitado é possível, desta vez, especialmente se os ataques puderem ser atribuídos a erros e/ou apresentados como ações de outros. Afinal de contas, com a influência que tiveram sobre o mundo já em processo de diluição, com o poder econômico que tiveram já em colapso, e com a superioridade militar já desafiada pelo armamento super moderno com que os russos já contam, dos quais os EUA não poderão competir ainda por décadas, os EUA estão cada dia mais pressionados para mostrar ao mundo – e aos próprios cidadãos, claro – que ainda estariam no comando. Por essas razões, sim, é possível que os EUA avancem mais um passo [em relação aos ataques de abril de 2018].

Para que ultrapassem a linha vermelha traçada pela Rússia, não é necessário que os EUA acertem alvos russos per se. Porque apostam, de fato, na sabedoria dos russos e na certeza de que os russos só usarão força bélica se e quando for inevitável e, ainda nesse caso, que a usarão com ponderação, é possível sim que os EUA assumam risco maior e lancem ataque relativamente maior contra a Síria; incluindo ataques a locações chaves e sensíveis.

Mas quem pode garantir que a Rússia sequer tente administrar a resposta síria e – digamos, para argumentar – em retaliação, afundar navio dos EUA, o que acontecerá? Os EUA avançarão em ataque de maior escala ou recuarão?

Na realidade, desde o final da 2ª Guerra Mundial, e embora os EUA tenham vivido em perene estado de guerra contra um ou outro país, os EUA não se engajaram em guerra alguma contra adversário de dimensões e poder sequer próximos dos seus. Basta listar as guerras em que os EUA envolveram-se: Coreia, Vietnã, Afeganistão e Iraque, nunca passaram de violência, provocação e bullying. Mesmo assim os EUA foram derrotados no Vietnã, em guerra contra o Exército do Vietnã que absolutamente não tinha nem a tecnologia nem o poder de fogo dos norte-americanos.

Porém, embora a ordem geoestratégica do mundo esteja em reformatação, com novas potências que vão emergindo e as velhas potências em degradação continuada, mesmo assim os EUA continuam a procurar guerras. Assim, mais dia menos dia, acabarão por se verem diante de inimigo realmente capaz de derrotá-los. A menos que a Rússia venha a se envolver diretamente com os EUA na Síria, nenhum inimigo de dimensões consideráveis se apresentará na batalha cuja encenação começa agora, em torno de Idlib. Mas dado que atualmente ninguém precisa ser superpotência para ter armamento efetivo, e porque, mais uma vez, ainda não se vê com clareza quais são as capacidades de defesa da Síria, é possível que essas capacidades produzam alguma surpresas. Em 2006, até o Hezbollah teve meios para destruir, no mar, uma fragata israelense.

Algumas vozes ditas "preocupadas" andaram batendo o bumbo do pânico, insinuando que os EUA converteriam a Síria em ruínas e poeira. Com o baixo ventre macio dos EUA (quer dizer, Israel) logo ali, virando a esquina, com dezenas de milhares de foguetes posicionados para lançamento se a linha vermelha for ultrapassada na Síria, com a modernização das defesas sírias, com o Irã ali presente e, por último, mas não menos importante, com a presença dos russos, o cenário de os EUA 'reduzirem a Síria a pó' só parece verossímil em roteiro de filme de Hollywood. As tais vozes "preocupadas" que regurgitam a retórica belicista, sem parar, ao longo dos últimos cinco anos não se "preocupam" com a Síria. No máximo, tentam repor os EUA numa posição superior, que perderam no dia em que a Rússia chegou à Síria, há cerca de três anos, dia 28 de setembro de 2015, para ser exato.

Mas os eventos de 28/9/2015 não foram coisa repentina e impossível de prever. Foram resultado de uma virada gradual em tecnologia, economia e de mudança no poder, com enfraquecimento do controle que o ocidente tinha sobre o mundo, e correspondente fortalecimento de grandes potências eurasianas. A política de faça-o-que-estou-mandando dos EUA já não é viável. O máximo que os EUA podem fazer é impor sanções e tarifas contra países que não 'obedeçam'.

Bem feitas as contas, os EUA não têm o que fazer, nem motivo para estar em Idlib. Se os EUA realmente se interessassem, como dizem, pelo fim do terrorismo, não estariam postados como obstáculo à movimentação do Exército Árabe Sírio em Idlib – que é hoje a fossa para onde convergem terroristas de todo o mundo. Mais que isso, o pretexto-clichê de ataque com armas químicas não é nem jamais será justificativa para aprofundar o conflito no Mediterrâneo. E caso aconteça esse ataque com armas químicas, será como o anterior: ataque falso, golpe sob bandeira falsa, orquestrado pelos próprios terroristas, com conhecimento e apoio dos norte-americanos.

Com atacar a Síria agora, os EUA só estarão prolongando a guerra e o sofrimento do povo sírio, além de ajudarem os terroristas que dizem querer erradicar.

Qualquer escalada que ultrapasse os esforços para sanear a própria Idlib trará desastre de consequências duradouras. Afinal, em termos de realidade militar pragmática, o novo míssil hipersônico russo Kinzhal potencialmente converte em patas chocas todas as naves dos EUA em todo o Mediterrâneo. Escalada desse tipo é muito improvável, e não é coisa que alguém deva desejar, porque pode levar ao holocausto nuclear. Mas exatamente como nos dias da Guerra Fria, quando o espectro de uma carnificina resultante de confronto entre EUA e russos serviu como fator que impediu que acontecesse a 3ª Guerra Mundial, deve-se esperar que volte a servir ao mesmo fim também agora.

Qualquer análise racional do que está acontecendo agora no Mediterrâneo indica claramente que, além de os EUA estarem sob pressão maior para atacar do que estavam em abril passado, os riscos de haver uma grande escalada tampouco são menores; de fato, são até maiores. A verdadeira diferença, se há, afinal, alguma diferença, é que o lado sírio-russo está hoje mais bem preparado – para o caso de os EUA abraçarem riscos irresponsáveis e temerários.

O resultado mais provável do surto de autoafirmação pelo qual os EUA passam é, portanto, que os EUA cometam outro raid cenográfico contra a Síria, em tudo similar ao ataque de abril de 2018. Ao mesmo tempo, o Exército Árabe Sírio, sem se deixar enganar pela cenografia, avançará sobre Idlib – último valhacouto de terroristas a oeste do Eufrates. E a batalha será gigante.*******
 
http://blogdoalok.blogspot.com/2018/09/batalha-de-idlib-ou-batalha-por-idlib.html
 

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

As FDI admitiram dar armas aos islamitas na Síria? Notícias explosivas de Israel desaparecem

A IDF (Forças de Defesa de Israel) confirmou que forneceu armas a "rebeldes islâmicos"  (leia-se mercenários) nas Colinas de Golã, na Síria, informou o Jerusalem Post. No entanto, o artigo foi removido sem explicação após ser publicado.
O relatório, 'IDF confirma: Israel forneceu armas leves para os rebeldes sírios', alegou que as forças armadas israelenses reconheceram pela primeira vez que havia fornecido dinheiro, armas e munições para os militantes que operam contra a Síria perto da fronteira com Israel.
As FDI admitiram dar armas aos islamitas na Síria?  Notícias explosivas de Israel desaparecem
O artigo foi removido logo após ser publicado, mas uma versão do artigo ainda pode ser lida usando o cache do Google. O IDF disse à RT que não comentaria a história, e o Jerusalem Post não respondeu quando  perguntado por que o artigo foi retirado.



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The Israeli army has officially admitted that it provided large amounts of cash, weapons, and ammunition to extremist Syrian rebels.

This inconvenient fact will of course be ignored by the regime-change shills who absurdly claim to be "pro-Palestinian."http://archive.fo/PFSjV 
A ajuda letal, aparentemente, era parte da "Operação Bom Vizinho", que  era anunciada como um programa de ajuda humanitária. Lançada em 2016 pelo Exército de Israel, a operação supostamente forneceu grandes quantidades de alimentos, roupas, combustível e suprimentos médicos para aqueles que vivem no Golã sírio. A operação foi encerrada em julho, após o exército sírio retomar a área.
 

No entanto, há muito se suspeita que Israel também fornecia armas aos grupos mercenários/terroristas que operam na região fronteiriça disputada, na esperança de criar uma "zona tampão" contra o Hezbollah e as forças iranianas que operam no sul da Síria. Damasco afirmou anteriormente que as armas capturadas desses grupos  no Golan tinham inscrições em hebraico.
O Wall Street Journal informou no ano passado que Israel estava "fornecendo regularmente" dinheiro aos rebeldes sírios para "ajudar a pagar salários e comprar munição e armas". O exército israelense recusou-se a confirmar as alegações do relatório, observando apenas que Israel estava comprometido em fornecer ajuda humanitária e ajuda aos sírios que vivem na área. ”
Um dos pelo menos sete grupos que  receberam as armas de Israel, Fursan al-Joulan, ou "O cavaleiro de Golan",  participaram da operação liderada por Israel para evacuar da Síria centenas de membros do polêmico grupo Capacetes Brancos. Acredita-se que o grupo tenha recebido mais de US $ 5.000 por mês de Israel.
O relatório excluído vem na esteira de outra divulgação importante: na segunda-feira, as IDF anunciaram que Israel realizou mais de 200 ataques na Síria no último ano e meio.
Os militares israelenses geralmente se recusam a comentar sobre ataques com mísseis atribuídos a Israel, embora Tel Aviv  acha que  tem o direito de atacar o Hezbollah e alvos militares iranianos dentro da Síria. Damasco afirmou repetidamente que Israel usa o Hezbollah como um pretexto para atacar as formações e instalações militares sírias, acusando Tel Aviv de "apoiar diretamente o ISIS e outras organizações terroristas".
Postado : https://www.rt.com/news/437677-israel-weapons-jerusalem-post-idf/  

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

EXÉRCITO DE ISRAEL ABERTO A MERCENÁRIOS

Valente soldado israelita neutraliza um perigoso terrorista palestino
Por Sylvie Moreira, Paris
Israel, um Estado sem fronteiras registradas e que acaba de instaurar o apartheid racista e religioso por lei, é servido por um exército transnacional aberto a todas as pessoas que digam ter um pai ou avô judeu.
Mais de quatro mil cidadãos franceses – 4185, segundo uma declaração militar oficial – integram o exército de Israel. Não se trata apenas de indivíduos com dupla nacionalidade franco-israelita habitando em Israel, mas também de cidadãos franceses que desejam participar nas operações de uma força de agressão conhecida pela sua crueldade na Palestina e em nações vizinhas. Para tal, basta-lhes comprovar que têm um progenitor ou um avô judeu; ainda assim, como o rigor da avaliação das provas submetidas nem sempre é fiável – depende do rabino – verifica-se que o exército de Israel pode até aceitar simples mercenários que optem por este braço terrorista transnacional.
O contingente francês não é o mais numeroso do exército que teve o seu núcleo original em organizações terroristas sionistas que nem sempre se distanciaram do nazismo hitleriano dos campos de concentração do Terceiro Reich. Os oriundos dos Estados Unidos da América formam o corpo mais avultado do exército multinacional que serve o fundamentalismo judeu.

Israel tem, deste modo, várias particularidades que não são partilhadas por mais nenhum país do mundo: 

  • não tem fronteiras registradas na ONU; 

  • declara-se, por lei, como o Estado dos judeus de todo o mundo e que rejeita descendentes de comunidades que vivem há milênios na Palestina;

  • e tem a servi-lo o único exército do mundo formado segundo critérios transnacionais étnico-religiosos. 

Constituído muito antes da lei racista aprovada recentemente, o Tsahal (Exército de Israel) é o braço de guerra do sistema de apartheid desde sempre latente nas mentes sionistas – até ser declarado agora como regime oficial da “nação judia”.

Meios de comunicação social franceses, designadamente o Libération, o Nouvel Observateur e L’Humanité, revelaram que o recrutamento de cidadãos franceses para o Exército de Israel é feito através das sinagogas do país e de vídeos publicitários difundidos com o patrocínio da Embaixada israelita. Sem que as autoridades nacionais reajam a esta intrusão na soberania e na segurança francesas.
No auge da crise gerada pelos atentados terroristas em França, atribuídos a “terroristas fundamentalistas islâmicos” sem que tal asserção tenha sido totalmente comprovada, foram tecidas muitas críticas e considerações sobre os cidadãos franceses que se alistam em grupos islamitas para combater na Síria e outros países muçulmanos.
Na generalidade das considerações e debates foi sistematicamente omitido o paralelismo entre esta filiação em legião mercenária e a que leva cidadãos igualmente franceses a integrarem um corpo transnacional conhecido pelas suas práticas terroristas, pelas violações ostensivas da legalidade internacional e de numerosas resoluções da ONU. Em relação às quais, aliás, a própria ONU raramente reage – e apenas verbalmente.
Sendo esta mais uma das singularidades que caracteriza a existência do Estado de Israel, cingida pelo fundamentalismo hebraico.
https://www.oladooculto.com/noticias.php?id=5

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Pacaraima (RR): Terra de quem?

A VERDADE DOS FATOS EM PACARAIMA 
"Uma cidade comandada pela política da violência, pistolagem e xenofobia, há tantos anos, era cenário perfeito ao conflito" - Créditos: Jadson Thomas/Pexels
"Uma cidade comandada pela política da violência, pistolagem e xenofobia, há tantos anos, era cenário perfeito ao conflito" / Jadson Thomas/Pexels

Num Estado de Golpe, nada é o que parece. Nada do que a TV diz é verdade. Autoridades? Nenhuma. Só trambiqueiros ou porta-vozes do trambique.
Pacaraima foi emancipada em 1995. O Município, fronteiriço com a Venezuela, conta com aproximadamente 12 mil habitantes e é uma invasão de comerciantes, dentro de uma reserva indígena, a Reserva de São Marcos. A sede da Prefeitura é um galpão de distribuição de produtos. O único atrativo da cidade é o comércio na sua principal avenida – a Rua do Comércio.
A energia elétrica de Pacaraima vem da Venezuela. O único posto de abastecimento de combustíveis, vem da Venezuela. Os moradores da cidade de Pacaraima dependem da Venezuela para aquecer o comércio do município e para consumo de energia. Sem gasolina, o comércio e o trânsito de Pacaraima param. Sem compradores venezuelanos, o comércio de Pacaraima para.
Para os serviços de transporte entre as duas fronteiras, Pacaraima conta com mais de 90 taxistas que, diariamente, cruzam livres a fronteira entre os dois países. Brasileiros não-índios e venezuelanos são parceiros há décadas e esta parceria sustenta Pacaraima.
O ódio surgiu agora?
A política local é comandada por latifundiários, invasores de terras indígenas. Difícil achar um prefeito que não tenha uma ficha criminal extensa, currículo obrigatório para alcançarem as cadeiras do Congresso Nacional, por Roraima.
Conflitos entre estes invasores e índios são constantes e o extermínio indígena, na região de Pacaraima, é situação alarmante, há alguns anos. O lobby pela extinção da reserva de São Marcos move a política local.
Uma cidade comandada pela política da violência, pistolagem e xenofobia, há tantos anos, era cenário perfeito ao conflito deste final de semana.
O vigilante Wandenberg Ribeiro Costa, orgulhoso organizador do ato fascista de Pacaraima, consta da folha de pagamentos da Prefeitura. O prefeito, Juliano Torquato, que em outubro de 2017 atropelou 2 crianças venezuelanas, coincidentemente estava fora da cidade, durante a vergonhosa atuação do seu empregado.
Em julho deste ano, outro “protesto” foi organizado contra os venezuelanos, formando uma comissão que, em reunião com o Ministro da Justiça, pediu reforço ao governo ilegítimo e mais dinheiro pro Município. Os líderes desta comissão foram 3 secretários municipais, 2 vereadores, 1 representante do Comércio e 3 moradores.
As lideranças que provocaram este ataque violento contra os venezuelanos já comandaram um ataque à sede da Funai, já formaram bandos de pistoleiros para ataque contra os índios e fazem enorme lobby no Congresso Nacional para a extinção da Reserva Indígena de São Marcos, com a intenção de remarcar o Município, invadindo mais terras indígenas, e desmatar a região, para ampliação do cultivo de arroz.
Estes mesmos latifundiários que apoiam o golpe, agora se organizam para provocar, com a barbárie deste último final de semana, um desgaste e uma provocação à Venezuela, dias depois que o Secretário de Defesa dos EUA, o “Cachorro Louco”, discute com o Ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, da Defesa, Joaquim Silva e Luna, e com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, “soluções” para a imigração venezuelana, no Brasil.
Não é de se estranhar que o exército não tenha interferido no arrastão fascista de Pacaraima.
É importante entender o contexto histórico da região, seus conflitos e sobre que bases são fundados. Importante rever o cronograma de acontecimentos para analisar o que de fato acontece quando uma mobilização daquela esfera, nada espontânea, surge. Não surge assim, do nada. Não é feita apenas para provocar em nós a vergonha, apesar de alcançar, rapidamente, esse objetivo. Mas tem sempre uma característica – fazer passar por “popular” o que é criminosamente político.
O ataque de Pacaraima foi organizado por políticos locais, latifundiários genocidas por natureza, mancomunados com esferas do governo ilegítimo e golpista, a mando dos EUA. Cantaram o hino brasileiro porque ainda não aprenderam o hino norte-americano.
 Postado: https://www.brasildefato.com.br/2018/08/20/analise-or-pacaraima-terra-de-quem/