segunda-feira, 31 de março de 2025

NOTA DE REPUDIO ÀS TENTATIVAS DE INTIMIDAÇÃO PROMOVIDAS PELA FEDERAÇÃO ISRAELITA DO RIO DE JANEIRO AOS DEFENSORES DA CAUSA PALESTINA


O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do RJ vem a público denunciar as tentativas de intimidação contra militantes defensores da causa palestina, que estão lutando, de alguma forma, contra o terrível genocídio praticado pelo Estado Sionista. Não é a primeira vez que a Federação Israelita do Rio de Janeiro/FIRJ, uma entidade cuja existência tem como móvel a defesa e o branqueamento das ações implacáveis de Israel contra o povo palestino, registra acusação de antissemita ou racistas contra    militantes brasileiros.

Em novembro de 2024, a Federação Israelita denunciou à Policia Civil, como crime racial, um jovem estudante da Escola de Belas Artes da UFRJ, Nicolas Bezerra, por publicar em sua página do Instagram @BEZERRA.GRAPHIC e em evento artístico na UFRJ, cartazes que denunciavam a agressão do Estado sionista de Israel à faixa de Gaza e o irrestrito apoio à Resistência Palestina que bravamente luta contra à política colonialista e genocida do referido Estado. O evento artístico, organizado por um coletivo de estudantes da EBA-UFRJ, “PALESTINA LIVRE!”,  era uma atividade pela  solidariedade ao povo Palestino contra o massacre hediondo do Estado sionista contra a população civil de Gaza.

Em 25 de março, a Federação Israelita denunciou o companheiro militante André Constantino do Movimento Revolucionário Carlos Marighela, também, de crime de racismo. O companheiro fora responsável pela organização da Biblioteca Intifada em sua Comunidade, uma importante iniciativa que ampliou o acesso à informação sobre a ocupação sionista na Palestina. Pois, esses senhores o acusaram de usar esse espaço para propagar ódio racial. 

Repudiamos veementemente essas tentativas de calar a voz dos brasileiros com denúncias falsas, cujo único objetivo é calar a voz da solidariedade com o povo palestino e impedir a denúncia dos crimes humanos e de guerra praticados pela Entidade Sionista contra o povo palestino e árabe. Crimes praticados sobretudo contra mulheres e crianças com objetivo claro de exterminar e impedir a continuidade desse povo histórico que luta para retomar suas terras de uma colonização sionista criminosa.

Na verdade, essa entidade sionista  é que deveria ser investigada de racismo e supremacismo étnico nacional por representar os interesses de um Estado colonial criminoso, racista e genocida, como é Israel.




Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do RJ

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