quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O SILÊNCIO MATA NA PALESTINA !!!!!!!

 

GAZA: A menina da foto é Shahad Elafifi, nasceu em Gaza em agosto de 2009.
 Quando sua mãe estava grávida, sofreu ataques de armas químicas pela aviação israelita, especificamente o fósforo branco. Em um desses ataques morreu seu pai, que não teve chance de conhecê-la. 
 
Quando Shahad nasceu, sua mãe ficou muito afetada emocionalmente,  de fato ver o estado em que a filha nasceu desequilibrou-a a tal ponto que ficou  absolutamente incapacitada. Shahad tem todo o seu corpo deformado, a pele tem a aparência de um corpo recém-queimado.  
 
A pomada que seus avós lhe  aplicam para  dar um certo alivio aos seus sofrimentos  atrai as moscas, mas Shahad não pode afastá-las para longe de seu corpo, não pode coordenar os seus movimentos, nem o mínimo para isso. Também não se pode impedir que as moscas se metam em seus olhos, porque não consegue fechá-los.

Essa criança teve seu corpo destroçado pelo estado de Israel , que lhe converteu em orfã antes mesmo de seu nascimento. Não satisfeitos, Israel impede que entre remédios em Gaza, que poderiam aliviar um pouco mais seu sofrimento.
 
A vida Shahad é um inferno graças à entidade sionista, que não só ocupa os territórios palestinos, mas sistematicamente agride com bombas e armas químicas o povo palestino cuja única aspiração é viver em suas terras em paz. 

A "comunidade internacional", considera a entidade sionista, Israel, a única democracia do Oriente Médio, e dá suporte comercial, institucional, econômico e militar.

Os impostos dos cidadãos da União Europeia e dos Estados Unidos ajudam  Israel a cometer esses crimes contra o povo palestino.
 
É nossa obrigação enquanto seres humanos,  denunciar e pressionar  para alterar  essa dinâmica que nos torna cúmplices necessários de um lento genocídio.
 
O SILÊNCIO MATA NA PALESTINA !!!!!!!
http://sibilla-gr-sibilla.blogspot.com.br/2013/11/blog-post_8545.html

Pink Floyd juntos cinco anos depois em nome da Palestina

Por
pinkfloydreuniaopalestina_01

Não é segredo que o mentor e líder daquela que é uma das mais importantes bandas dos últimos 50 anos sempre foi um apoiante dos palestinianos, acusando em inúmeras ocasiões o Estado israelita de cometer atrocidades num território ocupado que não é o seu. Depois de sinalizar no Twitter um novo ataque das Forças Armadas de Israel contra um grupo que apoia os palestinianos, Roger Waters anunciou uma reunião com David Gilmour e Nick Mason, cinco anos depois do último concerto dos Pink Floyd. Poderá tratar-se de um concerto?

Roger Waters, David Gilmour e Nick Mason são os membros ainda vivos e em relativa actividade dos Pink Floyd. A última vez que tocaram juntos foi em 2011, na O2 Arena de Londres. Cinco anos depois, poderemos estar prestes a vê-los de novo. E porquê? Pela causa palestiniana.

A história começou há pouco menos de um mês, a 14 de setembro, quando uma flotilha composta por mulheres zarpou de Barcelona, em Espanha, rumo à Faixa de Gaza, em mais uma iniciativa da Coligação Internacional da Flotilha da Liberdade.
pinkfloydreuniaopalestina_02
Roger Waters assistiu a este desfecho da iniciativa “Mulheres Rumo a Gaza”, apoiada pela Coligação Internacional da Flotilha da Liberdade, e decidiu reunir os Pink Floyd em solidariedade.


A campanha “Mulheres Rumo a Gaza” procurava – como outras já o tentarem com resultados trágicos – levar ajuda humanitária aos palestinianos e romper o bloqueio israelita à Faixa de Gaza de há mais de uma década. A bordo estavam 13 mulheres, incluindo a Nobel da Paz Mairead Maguire, quando esta quarta-feira foram interceptadas pela Marinha de Israel. Há um ano, Roger Waters acusou Gilberto Gil e Caetano Veloso de estarem mais preocupados com a conta bancária do que com as condições de vida dos palestinianos.

O assunto não passou despercebido a Roger Waters. É que esta não é a primeira vez que o nome do baixista dos Pink Floyd é envolvido nas campanhas contra o Estado israelita. Juntamente com Elvis Costello, Gil Scott-Heron, Talib Kweli, Sinead O’Connor ou Lauryn Hill, Waters é uma das muitas lendas da música que se recusam a dar concertos em Israel, assumindo que é uma posição política esta que sustentam.

Ainda no ano passado, quando os cantores brasileiros Gilberto Gil e Caetano Veloso recusaram os pedidos de várias organizações internacionais e levaram por diante o concerto em Telavive, Roger Waters, que lhes havia pedido para aderirem à campanha BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanções), acusou-os de estarem mais preocupados com a conta bancária do que com as condições de vida dos palestinianos.

Na altura passava um ano desde a operação de 2014 – Escudo Protector – levada a cabo pelas forças israelitas e que fez mais de um milhar de vítimas, a quase totalidade civis, mulheres e crianças. Roger Waters, que mantém essa ligação aos grupos de boicote a Israel, foi um dos subscritores do pedido a Caetano Veloso e Gilberto Gil. Ao músico britânico juntar-se-ia um outro nome de peso: o cardeal sul-africano Desmond Tutu, Prémio Nobel da Paz. Sem resultados.

A situação parece prestes a inverter-se agora. Os Pink Floyd terão encontrado razão suficientemente forte para voltarem a reunir-se em concerto. A novidade estará na escolha do local: não Nova Iorque, Londres ou Paris, mas a Palestina, avança o site de notícias
 IBTimes.

É a forma encontrada por Roger Waters, o activista, de pôr Roger Waters, a lenda da música, ao serviço da causa palestiniana. Já esta tarde, deixou uma mensagem através da conta de Twitter.

PINK FLOYD stands with the @GazaFFlotillaand deplores the illegal arrest and detention in international waters of the all women crew! pic.twitter.com/p2T5aTIH0X
— Roger Waters (@rogerwaters) October 6, 2016

O baixista usou também a conta do Facebook para publicar uma nota de solidariedade para com as mulheres a bordo da flotilha do Movimento Libertem Gaza (Free Gaza Movement), depois de terem sido “detidas ilegalmente em águas internacionais” pelas forças israelitas.



E é nesta nota que anuncia um possivel regresso. Um momento que atrairá todas as atenções dos media internacionais e que pretende usar para denunciar a política de ocupação de Israel nos territórios palestinianos.

http://shifter.pt/2016/10/pink-floyd-reunem-se-cinco-anos-depois-em-nome-da-palestina/


Com o apoio sistemático dos EUA, o sionismo prossegue a sua acção de ocupação territorial e de discriminação e negação de qualquer espécie de direitos ao povo palestino.

Nota do Blog: O texto abaixo nos mostra como o discurso dos dois estados é utilizado estrategicamente para ludibriar e proteger Israel, enquanto que as ações dos EUA e dos sionistas vão em outro sentido, no da dominação total dos territórios palestinos.

________________________________________________________________________________

Os EUA admitem que Israel caminha para um regime permanente de apartheid

Com o apoio sistemático dos EUA, o sionismo prossegue a sua ação de ocupação territorial e de discriminação e negação de qualquer espécie de direitos ao povo palestino. Constrói um regime idêntico ao da África do Sul do apartheid. Mas deve acrescentar-se que a política de Israel não é só de discriminação, é também de genocídio. Os seus antecedentes históricos não estão só na África do Sul.

Em 2010 Ehud Barak, então ministro da Defesa israelita, advertiu explicitamente que Israel se tornaria um regime de “apartheid” se não chegasse a um acordo de paz com os palestinos em que estes tivessem a sua própria nação soberana e plenos direitos políticos. “Enquanto neste território a oeste do rio Jordão existir apenas uma entidade política chamada Israel esta ou será não-judia ou não-democrática”. Disse Barak: “Se este bloco de milhões de palestinos não puder votar, isso será um regime de apartheid”.
Observadores honestos situados em ambos os lados do conflito há muito reconheceram que a perspectiva de uma solução de dois Estados é virtualmente inexistente: uma outra maneira de dizer que o status de Israel como regime de apartheid permanente é inevitável. Com efeito, as agências de Inteligência dos EUA já há 45 anos advertiam explicitamente que a ocupação israelita seria permanente se não terminasse de imediato.
Todos os acontecimentos relevantes confirmam que foi justamente isso que sucedeu. Durante muitos anos não houve qualquer progresso no sentido da solução de dois Estados. A composição da população judia de Israel – que se tornou de longe mais beligerante e de direita que as gerações anteriores - afastou cada vez mais o país desse objectivo. Há ministros-chave no governo de Israel, incluindo o genuinamente extremista ministro da Justiça, que são aberta e explicitamente opostos à solução dos dois Estados. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deixou claro, tanto em palavras como em actos, que se opõe a um tal acordo. Em suma, o objectivo de Israel é continuar governando uma Palestina ocupada, negando indefinidamente aos palestinos o direito à autonomia, às liberdades políticas e o direito de voto.
Apesar desta agressão e opressão, ou talvez por causa delas, a administração Obama tem protegido continuamente Israel com uma lealdade inquebrantável e tem-lhe oferecido generosamente armas e dinheiro. Este prémio à conduta israelita teve o seu ponto mais alto com o anúncio, há três semanas [13 de Setembro de 2016], da assinatura de um “memorando de entendimento”, no sentido de incrementar significativamente o quantitativo de dinheiro que os EUA dão a Israel cada ano, apesar de Israel ser já, de longe, o país que mais dinheiro recebe dos EUA. Segundo este acordo os EUA darão a Israel 38.000 milhões de dólares ao longo de 10 anos, um novo record na ajuda internacional dos EUA, embora os cidadãos israelitas gozem de todo o tipo de beneficios estatais que os estado-unidenses (cujo dinheiro é entregue a Israel) não têm - porque lhes é dito que são demasiado onerosos - incluindo o acesso universal aos cuidados de saúde que melhoraria a esperança de vida e diminuiria a mortalidade infantil.
Com o acordo que lhe dará 38.000 milhões de dólares no bolso o governo de Israel anunciou a aprovação um novo colonato na Cisjordânia, em marcada oposição às posições formais dos EUA, ao consenso internacional e a qualquer perspectiva de fim da ocupação. Segundo The New York Times: “o novo colonato foi desenhado como uma cadeia de complexos habitacionais que ameaçam dividir a meio a Cisjordânia. O objectivo é alojar colonos de um colonato ilegal próximo, Amona, cuja demolição foi ordenada por um tribunal israelita”. Este novo colonato estende-se em profundidade na faixa oeste: fica efectivamente mais próximo da Jordânia do que de Israel.
Em resposta a este anúncio, o Departamento de Estado dos EUA publicou um comunicado em que denuncia as acções de Israel em termos invulgarmente duros: “Condenamos energicamente a recente decisão do governo de Israel de avançar com um plano que iria criar um importante novo colonato profundamente avançado na Faixa Ocidental”, começava. Sugeriu que Netanyahu tem vindo a mentir publicamente, fazendo notar que “a aprovação contradiz anteriores declarações públicas prévios do governo israelita de que não tinha a intenção de criar novos colonatos”. O Departamento de Estado invocou o pacote de ajuda que os EUA acabavam de conceder, descrevendo como “profundamente preocupante, no momento em que Israel e os EUA concluem um acordo de assistência militar sem precedentes, delineado para fortalecer a segurança israelita, que Israel tomasse uma decisão tão contrária aos interesses da sua segurança a longo prazo nos termos de uma resolução pacífica do seu conflito com os palestinos”.
Boa parte disto, ainda que algo mais claro retoricamente do que é costume, é para a galeria: os EUA - segundo a modalidade Obama – divulgam belos comunicados, agradáveis declarações proclamando estar incomodados com os colonatos israelitas, enquanto prosseguem incessantemente acções que protegem e viabilizam as mesmas políticas a que Obama finge opor-se. Mas esta denúncia do Departamento de Estado foi efectivamente notável pelo seu reconhecimento explícito e severo – e há muito devido - de que Israel está clara e irreversivelmente empenhado em dominar perpetuamente os palestinos, tornando-se o exacto regime de apartheid acerca do qual Ehud Barak advertira.
“Os israelitas devem em última análise decidir entre expandir os colonatos ou preservar a possibilidade de uma solução pacífica de dois Estados. Desde o último relatório trimestral da Comissão Quadripartida, em que foi feito um apelo a ambas as partes a que invertessem o rumo em curso e avançassem no sentido da solução de dois estados, o que se verificou, infelizmente, foi o contrário. Avançar com este novo colonato é mais um passo no sentido da consolidação de uma realidade de um só Estado de ocupação perpétua, que é fundamentalmente incoerente com o futuro de Israel como um Estado judeu e democrático. Iniciativas destas apenas gerarão condenação por parte da comunidade internacional, o afastamento de Israel de muitos dos seus parceiros, e porão ainda mais em causa o empenho de Israel em alcançar acordo de paz negociado.”
Portanto Israel - segundo as palavras do seu mais leal benfeitor - está a mover-se inexoravelmente no sentido “da consolidação de uma realidade de um só Estado de ocupação perpétua ” que é antidemocrático: ou seja, que é o equivalente do apartheid. E o principal protector e promotor deste regime de apartheid são os EUA – tal como fizeram com o regime de apartheid na Africa do Sul nos anos oitenta.
Pior ainda, Hillary Clinton, que com alta probabilidade será a próxima presidente dos EUA, prometeu não só continuar tudo isto como aumentar tanto a ajuda a Israel em geral e a Netanyahu em particular. Com efeito, a sua única crítica à política dos EUA foi de que estes não têm sido suficientemente leais a Israel. O seu opositor, Donald Trump, exprimiu de início algumas discordâncias acerca da política relativa a Israel, mas desde então entrou na linha. A absoluta ausência de discordância política sobre este tema no círculo político dos EUA está reflectida no facto de que a única oposição ao pacote de 38.000 milhões de dólares veio de um grupo de senadores que - fazendo eco de Netanyahu – manifestaram irritação por não ter havido ainda maior generosidade para com Israel, à custa dos cidadãos estado-unidenses. Em resumo, o apoio incondicional a apartheid de Israel é virtualmente consenso inquebrantável entre as elites políticas dos EUA.
O pior de tudo é que a ortodoxia política dos EUA não só tem financiado, alimentado e protegido este Estado de apartheid como tenta ilegitimar todas as forma de resistência a este. Tal como fez antes com o Congresso Nacional Africano e Nelson Mandela, os EUA denunciam hoje como “terroristas” todos os grupos e indivíduos que usam a força contra o exército de ocupação israelita. Tem denegrido os programas não-violentos contra a ocupação - como el movimento pelo boicote, as sanções e a retirada de investimentos - catalogando-os como intolerantes e anti-semitas (uma postura que Clinton tem defendido com especial veemência). E o movimento pelo boicote tem sido alvo de ataque crescente em todo o Ocidente, onde é censurado e até criminalizado. Segundo a ortodoxia política dos EUA a única via de acção aceitável para os palestinos e os que apoiam o seu direito a libertarem-se da ocupação é a submissão total.
Apesar de consenso ocidental continuar a venerar os mais incondicionais apoiantes do regime sul-africano do apartheid - Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Shimon Peres - ao menos agora considera o apartheid naquele país como uma desgraça histórica. A história deveria considerar exactamente do mesmo modo os que promovem a marcha de Israel no sentido de um apartheid permanente. Os mais agressivos e constantes promotores deste apartheid encontram-se no estrato mais alto da classe política dos EUA.

www.theintercept.com.
Texto completo en: http://www.lahaine.org/eeuu-admite-que-israel-marcha
Postado:http://www.odiario.info/os-eua-admitem-que-israel-caminha/

 

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

O povo iemenita resiste aos ataques da Arabia Saudita

El líder del movimiento popular yemení Ansarolá, Abdulmalik al-Houthi.
O líder do movimento popular iemenita Ansarolá, Abdulmalik al-Houthi, denuncia os ataques sauditas à população do Yemen.
"Os sauditas procuram dominar o povo iemenita em todos os aspectos, coisa que nunca aceitaremos", declarou nesta quarta-feira o líder de Ansarolá durante um discurso por ocasião do dia de Ashura.
Al-Houthi assegurou que os iemenitas nunca vão se render à família Al Saud, que governa a Arábia Saudita, cujo regime tem cometido os crimes mais horríveis contra o povo do Iêmen.
Em sua opinião, o que  Riad  busca para iemenitas é " a escravidão, a humilhação e a opressão" , e o povo iemenitas, explicou, é alvo dos ataques sauditas  por seu apego as  suas crenças e valores e seu espírito independente.
Em declarações proferidas diante de milhares de pessoas em Sanaa (capital do Iêmen), o líder do Ansarolá lembrou que os sauditas matam civis iemenitas diariamente  "por ordem dos Estados Unidos", e em cooperação com os seus aliados, ao mesmo tempo, Riad  procura  criar "discórdia e hipocrisia" entre a população iemenita 

Além disso, o líder iemenita se referiu ao recente bombardeio da Arábia Saudita contra  um funeral que terminou, no último sábado em Sana'a, com pelo menos 140 mortos (213, de acordo com alguns meios de comunicação)  e 527 feridos , em seguida, sublinhou a necessidade de uma resposta enérgica a essa agressão, de modo que tais crimes  não se repitam.

A escala de brutalidade no sitado ataque aéreo levou o Secretário-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, a condenar e enfatizar que os responsáveis pelo ataque devem ser levados à justiça, enquanto o ex presidente do Iêmen, Ali Abdollah Saleh pediu "vingança" contra a Arábia Saudita .

A crise do Iêmen começou em março de 2015, com ataques na Arábia Saudita para restaurar no poder do Estado o presidente fugitivo  Abdu Rabu Mansur Hadi  - aliado fiel de Riad que  causou a morte de mais de 4.000 civis , de acordo com dados recentes das Nações Unidas. No entanto, as agências nacionais estimam que o número é muito maior.


Veja ainda: http://www.hispantv.com/noticias/yemen/300610/lider-houthi-ataque-coalicion-saudi-eeuu-sanaa
Postado: http://www.hispantv.com/noticias/yemen/300927/lider-ansarola-ashura-discurso-imam-husein-islam

ZSS / mla / snr / nal

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Arábia Saudita transferiu 3.000 terroristas da Síria para o Yêmen

·         Miembro del grupo terrorista Ahrar al-Sham tirotea hacia un hipotético objetivo en un video propagandístico filmado en un lugar desconocido en Siria.

Arábia Saudita, com o apoio dos terroristas entrincheirados na Síria, procura impulsionar seu ataque incessante, mas fracassado sobre o Yêmen, revela um relatório.
Preso em um conflito militar que dura mais do que  pensava contra seu vizinho do sul, Arábia Saudita está movendo entre 3 e 4 mil terroristas que operam no sul da Síria cerca da fronteira com o Yémen, escreve o diário  libanês Al-Ajbar na sua edição de segunda-feira.
O jornal, que afirma que tem informações confiáveis sobre o assunto, observa que "inúmeros fracassos"  nos confrontos com o exército e o movimento popular Ansarolá do  Yêmen levaram as autoridades de Riad a adotar essa medida "esperando mudar o resultado até aqui da agressão".
Em março de 2015, a Arábia Saudita lançou uma ofensiva militar contra o Yêmen, prescindindo  da permissão da Organização das Nações Unidas, em uma tentativa de restaurar o poder  do presidente deposto Abdu Rabu Mansur Hadi fugitivo do Iêmen, um  estreito aliado de Riad.

A campanha militar saudita, no entanto, desde o início  se chocou  com a resistência das forças yemenitasque realizam operações especiais além de suas fronteiras e no território saudita.

Assim, Riad está preocupado com o resultado futuro de mais de um ano de ataques militares que executa contra a infra-estrutura  pobre país vizinho. Esses ataques contam com o auxílio de uma coalisão aérea , liderada pela Arabia Saudita- com a ajuda de mercenários .
A inteligência saudita, em coordenação com a Jordânia, foi encarregada de selecionar e treinar os extremistas que recebem as devidas instruções em dois centros da Guarda Nacional da Arábia Saudita, no nordeste do país", detalha a fonte libanesa acima mencionado.

Esta notícia vem à tona dois dias depois que aviões da coalizão saudita atacaram um funeral em Sanaa (capital do Yêmen), deixando pelo menos 700 vítimas entre mortos e feridos. A "tremenda catástrofe" -conforme descrito Ansarolá -.

MPV / NCL / ask / nal

Governo sírio garante a segurança de civis em Aleppo oriental

·         Una familia siria camina en medio de los escombros de edificios destruidos tras un ataque aéreo llevado a cabo por los rebeldes en la ciudad siria de Alepo, 28 de abril de 2016.

O governo sírio garante a segurança dos cidadãos que querem deixar a cidade oriental de Aleppo, diz que a Chancelaria do país árabe.
"O governo da Síria está garantindo a segurança e a saúde das pessoas que pretendem deixar a parte oriental da cidade síria de Aleppo (norte)", anunciou segunda-feira uma fonte oficial do Ministério das Relações Exteriores da Síria, em um comunicado,citado pela agência notícias locais SANA . 
Como afirmado em nota, o governo de Bashar al-Assad também está proporcionando segurança para as pessoas armadas que querem  deixar essa zona, quer como "rendido" ou porque buscam  "ir para outras áreas."
O executivo sírio, segundo a fonte, também oferece garantias para a evacuação de feridos e cuidados médicos necessários   como um esforço ao retorno à normalidade e a retomada das atividades do trabalho nos bairros orientais da cidade árabe.
Tendo em conta este objetivo, de acordo com a fonte diplomática, a governadoria de Aleppo abriu " vários corredores seguros", a fim de facilitar a saída dos habitantes sitiados pelos terroristas na parte oriental da cidade.

Desde que o comando das operações militares do Exército sírio anunciou em 22 de setembro o início da ofensiva nos bairros orientais de  Aleppo, controlados por terroristas, Damasco trabalha para evacuar os civis desta cidade, a segunda em importância do país.

No entanto com base em estimativas, cerca de 300.000 pessoas permanecem nas áreas onde  vivem em uma situação humanitária catastrófica, posto que os grupos armados impedem a entrega de ajuda humanitária, como denunciou a Rússia.

Neste contexto, o vice-ministro russo da Defesa, Anatoly Antonov, anunciou sábado que corredores humanitários criados para a saída de civis de Aleppo têm sido minados pela chamada  oposição moderada.


TQI / NCL / ask / nal

quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Shimon Peres, destacado político Israelita, responsável por crimes contra a humanidade, morre aos 93 anos

 Por:  Editores de ODiario.info*

imagem 
Levantou-se um coro de elogios a propósito do falecimento de Shimon Peres. Figura muito destacada do sionismo, Peres foi um dos mais altos responsáveis e defensores dos crimes cometidos em nome da política colonial e genocida do estado de Israel. É portanto necessário contrapor a verdade histórica ao elogio e branqueamento do personagem que os meios de comunicação internacionais levam a cabo. 
O ex-presidente israelita, Shimon Peres, morreu quarta-feira, 28 de Setembro, aos 93 anos de idade.
Peres nasceu na atual Bielorrússia em 1923, e a sua família mudou-se para a Palestina nos anos 30. Ainda jovem, Peres juntou-se à Haganah, a milícia que foi a principal responsável pela limpeza étnica de aldeias palestinas em 1947-1949, durante a Nakba.
Apesar da expulsão violenta dos palestinos ser um fato histórico, Peres afirmou que antes de Israel existir «não havia nada aqui».
Durante sete décadas, Peres foi primeiro-ministro (duas vezes) e presidente da República, foi membro de 12 governos e exerceu as funções de ministro das Finanças, da Defesa e dos Negócios Estrangeiros.
É muito conhecido no Ocidente pelo seu papel nas negociações que conduziram aos Acordos de Oslo de 1993, que lhe valeram, juntamente com Yitzhak Rabin e Yasser Arafat, o Prémio Nobel da Paz. A sua carreira, porém, desmente a reputação de «pomba».
Entre 1953 e 1965, Peres foi primeiro diretor-geral do Ministério da Defesa e depois vice-ministro da pasta. Devido às suas responsabilidades nesse tempo, Peres foi descrito como «um arquiteto do programa de armas nucleares de Israel».
Em 1975, segundo atas secretas entretanto reveladas, Peres encontrou-se com o ministro da Defesa sul-africano, Pik Botha, e ofereceu-se para vender ogivas nucleares ao regime do Apartheid. Em 1986, Peres autorizou a operação da Mossad que raptou em Roma o técnico nuclear Mordechai Vanunu, que revelara o programa nuclear de Israel.
Os colonatos ilegais de Israel na Margem Ocidental são geralmente associados ao Likud e outros partidos nacionalistas de direita, mas de fato foi o Partido Trabalhista, com a participação entusiástica de Peres, que deu início à colonização do território palestino recém-conquistado.
Durante o mandato de Peres como o ministro da Defesa, desde 1974 até 1977, o governo de Rabin estabeleceu uma série de colonatos na Margem Ocidental.
Depois do seu papel-chave nos primeiros dias dos colonatos, em anos mais recentes Peres interveio para minar quaisquer medidas, mesmo modestas, no sentido de sancionar aprovar os colonatos ilegais.
Como primeiro-ministro, em 1996 Peres ordenou e supervisionou a «Operação Vinhas da Ira», durante qual as forças armadas israelitas mataram cerca de 154 civis no Líbano e feriram mais cerca de 351.
O incidente mais tristemente célebre da campanha foi o massacre de Qana, quando Israel bombardeou um complexo das Nações Unidas e matou 106 civis que ali tinham procurado proteção. Um relatório da ONU indicou que, contrariamente à negação israelita, era «improvável» que o bombardeamento tivesse resultado «de erros técnicos e/ou processuais».
Peres foi um dos mais importantes embaixadores de Israel a nível mundial nos últimos dez anos, enquanto a Faixa de Gaza estava sujeita a um bloqueio devastador e a três grandes ofensivas. Peres apoiou sempre a punição coletiva e a brutalidade militar.
Em 2014, durante um bombardeamento sem precedentes de Gaza, Peres branqueou mais uma vez os crimes de guerra: depois de as forças israelitas terem matado quatro crianças que brincavam numa praia, Peres atribuiu a culpa aos palestinos. O asfixiante bloqueio, condenado internacionalmente como forma de punição coletiva, foi também defendido por ele.
Peres sempre deixou claro o objetivo de um acordo de paz com os palestinos. «A primeira prioridade é preservar Israel como um estado judaico.» Foi esta a razão do apoio do Partido Trabalhista aos Acordos de Oslo, como Rabin esclareceu num discurso ao Knesset em 1995, ao afirmar que aquilo que Israel esperava de Oslo era uma «entidade palestina» que fosse «menos do que um Estado». Jerusalém seria a capital indivisa de Israel, os principais colonatos seriam anexados e Israel permaneceria no Vale do Jordão.
Entre aqueles que afirmaram a sua intenção de participar no funeral contam-se Barack Obama, Hillary Clinton e Bill Clinton, assim como o príncipe Carlos e François Hollande.
O presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, chamou a Peres um parceiro para alcançar uma «paz dos bravos» e afirmou que a sua morte «é uma pesada perda humanidade e para a paz na região».
Num sentido diferente se pronunciou no passado dia 15 de Setembro Basel Ghattas, deputado no Knesset pela Lista Conjunta (coligação de partidos palestinos e da esquerda não sionista em Israel), ao afirmar no Facebook que «Shimon Peres está coberto da cabeça aos pés de sangue palestino». 
Numa reação relatada pela agência Associated Press, Sami Abu Zuhri, porta-voz do Hamas, disse esta quarta-feira que «Shimon Peres era o último dirigente israelita dos que fundaram a ocupação, e a sua morte é o fim de uma fase na história desta ocupação e o começo de uma fase nova de fraqueza».
Hanan Ashrawi, membro do Comité Executivo da Organização de Libertação da Palestina, afirmou que «o legado de Peres será recordado pelos palestinos como um defensor incansável do assassínio de crianças, da perpetuação da ocupação e da expulsão das suas terras dos palestinos delas originários». Wasel Abu Yousuf, também membro Comité Executivo da OLP, afirmou por seu lado que Peres «participou em todas as guerras israelitas desde o início. Foram cometidos massacres e ele foi o principal participante».
http://www.albawaba.com/news/shimon-peres-was-%E2%80%98no-man-peace%E2%80%99-hanan-ashrawi-887624 
Ver artigos sobre Shimon Peres: 
http://www.odiario.info/shimon-peres-destacado-politico-israelita-responsavel