sábado, 9 de dezembro de 2017

Trump pagou o que devia aos sionistas - Dá-lhes 'justificativa' para a guerra contra o Irã

 
6/12/2017, Moon of Alabama

O presidente Trump dos EUA anunciou hoje (06/12) uma mudança na posição dos EUA em relação à cidade de Jerusalém na Palestina:

O presidente Trump, na 4ª-feira reconheceu formalmente Jerusalém como capital de Israel, pondo abaixo quase 70 anos de política externa dos EUA e dando andamento a um plano para transferir a Embaixada dos EUA de Telavive para a furiosamente disputada Cidade Santa.
"É hora de reconhecer oficialmente Jerusalém como capital de Israel" – disse Trump.

Não é coisa que Trump tenha feito sozinho. Essa posição é há muito tempo apoiada pelos dois partidos no Congresso:

O Democrata e líder da Minoria no Senado Chuck Schumer, disse a THE WEEKLY STANDARD na 3ª-feira que aconselhara Trump a declarar Jerusalém capital "não dividida" de Israel.
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Uma lei de 1995 dispõe que Jerusalém deve "permanecer como cidade indivisa" e "ser reconhecida como capital do Estado de Israel," mas autoriza o presidente a emitir decretos a cada seis meses para adiar a mudança da embaixada, por razões de segurança nacional. Em junho o Senado reafirmou aquela lei.
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O senador Ben Cardin, de Maryland, presidente Democrata da Comissão de Relações Exteriores, reiterou seu apoio ao reconhecimento de Jerusalém, quando perguntado, na 2ª-feira, sobre a possibilidade de o presidente anunciar seu movimento.
"Acredito que Jerusalém é a capital de Israel. Assim sendo, para mim, não há novidade" – disse ele a TWS.

Em 2008 o então presidente Obama bajulou o Lobby Sionista nos EUA:

"Jerusalém continuará capital de Israel e deve permanecer indivisa."

Mas Obama deixou a frase lá, naquele discurso, e nunca a converteu e política oficial. Declarar oficialmente que Jerusalém seja "cidade não dividida" e capital da entidade sionista significa que não há lugar para uma capital palestina em Jerusalém leste. Enterra o sonho (e conto de fadas) de um estado palestino soberano.

Mas aquela ideia já está morta há tempos. A única razão pela qual presidentes dos EUA dão jeito de evitar que se cumpra uma lei de 22 anos, com despachos de prorrogação do status quo, é fingir que os EUA seriam negociadores isentos, dedicados buscadores de alguma paz entre os colonialistas sionistas do leste-europeu e os palestinos. Isso sempre foi farsa, pura enganação. O Congresso e os presidentes dos EUA são controlados pelo LobbySionista, capaz de reunir quantidades enormes de dinheiro para criar ou derrotar candidatos a cadeiras legislativas ou a postos executivos. O bilionário sionista Sheldon Adelson, que também patrocina o primeiro-ministro fascista de Israel Netanyahu, doou mais de $100 milhões à campanha de Trump e dezenas de milhões a campanhas para o Congresso. Hoje, Trump pagou uma parte dessa dívida.

Com a construção crescente de colônias sionistas em áreas da Cisjordânia palestina durante o mandato de Netanyahoo, a solução dos dois estados já foi assassinada, faz tempo. O ditador palestino Mahmoud Abbas, que deixou que as colônias crescessem, sem qualquer tipo de oposição, não passa de umcapo usado pelos israelenses para manter oprimidos os palestinos. Os palestinos em Gaza que desafiaram a ocupação sionista foram bombardeados sempre que algum primeiro-ministro precisasse desviar a atenção para bem longe dos problemas políticos intestinos do governo de Israel.

Os EUA estão absolutamente sós nesse 'reconhecimento'. O consenso global e a posição aceita na comunidade legal internacional é que a questão de Jerusalém tem de ser decidida em negociações. O resultado mais esperado era uma cidade dividida em duas capitais.  Os países da União Europeia e outros rejeitaram o movimento. O Papa e outros dignitários manifestaram-se contra o 'reconhecimento'.

A declaração de Trump só mostra uma antiga real posição dos EUA, mas mesmo assim ainda pesa. É como dizer, sem possibilidade de dúvida, que os EUA são o inimigo público n.1 no Oriente Médio. Deixa expostos os governantes árabes que procurem aliar-se aos EUA. Promove todos os governantes que combatem contra os EUA em todo o mundo.

O tirano da Arábia Saudita e seu príncipe clown-crown filho aprovaram o movimento Trump. Em vez de declararem medidas retaliatórias, limitaram-se a críticas pro-forma. Outros governantes árabes, que dependem do dinheiro dos sauditas, como o rei "Playstation" Abdullah da Jordânia, com certeza permanecerão de bico calado.

Provavelmente haverá pouca violência imediatamente depois da declaração de Trump. Os efeitos de longo prazo, contudo, serão significativos. O público árabe, que a mídia 'ocidental' ignora, está furioso. O professor Assad AbuKhalil informa:

Fúria mas mídias sociais árabes no caso de Jerusalém
A fúria é avassaladora nas mídias sociais árabes no caso de Jerusalém, mas tenho certeza de que os correspondentes ocidentais em Beirute ou Cairo informarão em suas colunas.
Isso é a Arábia Saudita
Hashtag "Jerusalém é capital da Palestina" #1 nas trends nesse momento na Arábia Saudita
PS N. 1 também no Iraque e Argélia.
PS e também na Síria.

Vejam aí a primeira página do Daily Star de Beirute, jornal que, na maioria das questões, é firmemente alinhado com o campo 'ocidental'.




O Professor Amal Saad da Universidade do Líbano prevê:

Amal Saad @amalsaad_lb - 18h29min – 6/12/2017
Trump não faz nem ideia de como sua declaração sairá pela culatra. Agora que os EUA violaram a lei internacional e 'reconheceram' a regra do apartheid de Israel em Jerusalém, a lei internacional já não serve como instrumento que garanta os direitos dos palestinos. – Doravante, o único discurso das ruas será "from river to sea Palestine will be free" [do rio ao mar, a Palestina será livre"].

Os grupos que resistiram e continuam a resistir contra a hegemonia dos EUA e dos sionistas, conquistarão amplamente a opinião pública no Oriente Médio. Os que cooperam com os EUA e tornam 'possível' a tendência dos EUA a favor dos sionistas perderão a guerra.

Do lado vencedor estão Irã, Síria, Hizbullah e Hamas (será que agora se pode incluir o grupo Houthi?). Todos sempre resistiram contra o imperialismo, apesar das descomunais pressões e furiosas guerras que se fizeram contra eles. O movimento de Trump encaixa-se perfeitamente na narrativa daqueles grupos, para os quais os EUA sempre foram e continuam a ser inimigos dos povos do Oriente Médio. Crescerá o apoio das ruas àqueles grupos.

Outros que também "vencem" são os grupos terroristas que fingiam ser contra os EUA e os sionistas, mas que, na hora da luta, não lutavam contra EUA e sionistas. São al-Qaeda, ISIS e outros grupos wahhabistas/takfiri. Usam o clima gerado pelo movimento de Trump como ferramenta para recrutar cada vez mais soldados, mas seus patrocinadores os mantêm distantes de qualquer luta contra o suposto inimigo norte-americano.

O movimento de Trump aumentará a instabilidade interna nos países dos quais o imperialismo norte-americano depende no Oriente Médio. Os Estados do Golfo são os mais diretamente ameaçados. Seus líderes servis estão sob pressão crescente do próprio povo. Em algum momento a super pressão explodirá. É provável que os EUA sejam as primeiras vítimas daquela explosão.*****


Tradução:Coletivo Vila Vudu
Blog do Alok

FPLP cancela as comemorações pelo seu aniversário e organiza e convoca a MARCHA DA IRA

 
A Frente Popular pela Libertação da Palestina anunciou o cancelamento de seus eventos planejados de aniversário , incluindo o festival central programado para a Cidade de Gaza no sábado,  transformando esses eventos em MARCHAS DA IRA para enfrentar o imperialismo e o sionismo dos EUA após a declaração de Trump sobre Jerusalém
Em uma coletiva de imprensa na quinta-feira, a Frente disse que uma marcha começará no sábado às 12 horas em Gaza sob o slogan: "A revolução continua até o regresso e a libertação de Jerusalém". A marcha na cidade de Gaza será realizada simultaneamente com a marcha em Ramallah organizado pelo PFLP.
A Frente está chamando as massas palestinas de todos  setores nacionais e populares a participação nessas ações e observou que considera que o 11 de dezembro é um dia de confrontação com  forças sionistas. Enfatiza que o povo palestino está entrando em uma nova fase de luta para estabelecer uma estratégia nacional em que todos os movimentos palestinos estão unidos para servir aos objetivos do nosso povo através da resistência e confrontação com a ocupação, em todos os locais.
O PFLP  enfatizou que a MARCHA DA IRA e a REVOLUÇÃO alçarão as vozes do povo palestino contra o imperialismo dos EUA, o colonialismo sionista e a coalizão reacionária árabe. Exigiu que a Autoridade Palestina encerrasse sua dependência contínua das negociações e acabasse  de vez com a coordenação de segurança que tem com  o ocupante.
Convocou as nações e os povos árabes e islâmicos e todos os defensores da justiça no mundo a tomarem as ruas e as praças para rejeitar a declaração de Trump e enfrentar todas as formas de ataque contra o povo palestino e árabe.
Por sua vez, as Brigadas de Abu Ali Mustafa enfatizaram que estão atentos aos interesses dos EUA, especialmente em terras palestinas, em resposta as últimas declarações. "Confirmamos que o inimigo imperialista dos EUA não é bem-vindo nos territórios palestinos", disse um porta-voz da AAMB.
O porta-voz da AAMB acrescentou que os direitos do povo palestino em suas terras não podem ser revogados por uma decisão americana ou um ato de qualquer estado, e observou que os EUA colocam seus interesses na terra da Palestina no olho do alvo da resistência palestina e do povo palestino.
http://pflp.ps/english/2017/12/09/pflp-announces-cancellation-of-its-anniversary-rally-and-its-transformation-into-a-march-of-anger/ 
Tradução:somostodospalestinos.blogspot.com

Terceiro dia de protestos palestinos sobre a decisão de Trump sobre Jerusalém

 09/12/2017
Na sexta-feira,ontem, as duas primeiras vítimas de  morte aconteceram nos confrontos entre manifestantes palestinos e forças israelenses. O Crescente Vermelho Palestino informa que mais de 700 pessoas foram feridas nos confrontos.



Cinco distritos na Cisjordânia e alguns bairros em Jerusalém foram cenários dos confrontos entre manifestantes palestinos e o exército de Israel. Na sexta feira, tradicional dia de manifestações nos territórios ocupados os protestos foram mais intenso que neste sábado.



A polícia israelense dispersou uma manifestação de protesto em um bairro árabe de Jerusalém, onde várias dezenas de pessoas tentaram obstruir as ruas. Os confrontos mais intensos são registrados nas entradas das cidades palestinas de Ramallah, Belém e Tulkarem.

Os protestos na Palestina começaram depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, proclamou seu reconhecimento de Jerusalém como a capital do Estado de Israel.

O Ministério da Saúde palestino informou que registrou 1.100 feridos durante os protestos nesta sexta-feira em diferentes áreas da Cisjordânia e também na Faixa de Gaza e na própria cidade de Jerusalém. De acordo com os cálculos do Crescente Vermelho, cerca de 60 pessoas foram feridas de bala.

A informação divulgada pelo exército israelense indica que quase 7.500 pessoas participaram do "dia da ira" proclamado pelos líderes das comunidades muçulmanas nesta sexta-feira. Os militares israelitas admitem que abriram fogo contra dezenas de militantes e que foram atingidos por tiros.



Postado : https://actualidad.rt.com/actualidad/257129-enfrentamientos-manifestantes-policia-belen

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

FPLP: NOSSA LUTA - não Trump - DECIDIRÁ O DESTINO DE JERUSALÉM

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e pessoas em pé 
 A Frente Popular para a Libertação da Palestina interpretou a declaração do presidente dos EUA, Donald Trump, como uma declaração de guerra contra o povo palestino e seus direitos legítimos,  mostrando  que  os EUA é claramente uma entidade hostil em relação ao nosso povo e cúmplice do estado sionista nos crimes que comete contra o povo palestino e nossa terra, e deve ser tratado nesta lógica.
Outrossim, com esta atitude,  Trump  dispara  uma "bala de misericórdia" na chamada "solução de dois estados", no projeto de assentamento e nas ilusões do processo de paz. Por outro lado, estimula as lideranças palestinas  ao aprendizado  das lições necessárias sobre a experiência devastadora da dependência nas negociações e na dominação dos EUA e anuncia a retirada imediata do acordo de Oslo e todas as obrigações posteriores. 
  O PFLP convoca às massas palestinas e suas organizações para unir seus esforços e responder coletivamente, de maneira realista  e vigorosamente a essa decisão através da ação e escalada do impulso do movimento popular.
A batalha por Jerusalém é uma para toda a Palestina. Para nós, Jerusalém é Haifa, Safad, Yafa, Gaza, Ramallah e todas as aldeias e cidades da Palestina.
Além disso, a Frente enfatizou a necessidade de enfrentar o triângulo de conspiração contra Jerusalém, a Palestina e os direitos do povo palestino e árabe,ou seja, enfrentar o imperialismo, o sionismo e os regimes árabes reacionários abrindo as portas para as opções adequadas para resistir a esses esquemas.
As massas árabes também rejeitam claramente a decisão dos EUA, que aclara ainda mais a natureza do imperialismo norte-americano como o principal patrocinador do terror sionista no mundo árabe que busca, constantemente, inflamar a região para manter sua hegemonia.
Jerusalém sempre será a capital do povo palestino e do Estado da Palestina e a aliança imperialista sionista não terão êxito nas  tentativas de destruir a identidade árabe da cidade e seu status no mundo árabe e islâmico.
Frente popular para a libertação da Palestina 
                                                           6 de dezembro de 2017

Tradução do Blog somostodospalestinos.blogspot.com

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Ana dammi falastini (Meu sangue é palestino)

 29 de novembro Dia de solidariedade à luta do povo Palestino

Mantendo meu juramento, me encontrarão em minha terra.

Eu pertenço ao meu povo, sacrifico minha vida por eles.

Meu sangue é Palestina, Palestina, Palestina

Te defendemos, nossa pátria, com nosso orgulho árabe.

A terra de Al Quds (Jerusalém) nos chamou.

Meu sangue é Palestina, Palestina, Palestina

Oh mãe não te preocupes. Tua pátria é um castelo fortificado

Sacrifico minha vida pela Palestina, Palestina, Palestina

Em meu sangue, minhas veias sou palestino, palestino, palestino.

Filho de uma família livre, sou valente e mantenho minha cabeça sempre erguida,

nunca me submeto a ninguém.

Estou mantendo meu juramento.

Meu sangue é Palestina, Palestina, Palestina




Escola Secundária Católica das irmãs do Rosário em Jerusalém, Palestina

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Intenso movimento de tropas dos EUA , não declarado, no Oriente médio

 Soldados dos EUA desdobrados no Afeganistão.
EUA envia milhares de soldados para os países em que estimula conflito  do Oriente Médio e  Afeganistão,  sem informar o numero exato, de acordo com um relatório do Pentágono.
O relatório trimestral sobre o status das tropas dos EUA publicado na segunda-feira pelo Departamento de Defesa dos EUA (Pentágono) indicou que, até 30 de setembro, este país havia estacionado 1720 soldados na Síria.
No entanto, é o quádruplo  da cifra informada  pelos  militares de 503 militares, de acordo com o jornal americano  The Washington Post .
Quanto ao Iraque, o relatório foi de 8892 soldados implantados nesse país árabe, que excede por milhares o número oficial anunciado: 5.222 soldados.
De acordo com os dados publicados, no Afeganistão existem 15.298 soldados dos EUA, um número bem acima dos 14.000 que o Pentágono informou há várias semanas. O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou em agosto enviar a este país mais 3900 soldados.
Por seu lado, o porta-voz do Pentágono, Coronel Robert Manning, apontou que o relatório apenas reflete uma avaliação preliminar da movimentação das tropas no Oriente Médio, levando em consideração circunstâncias como a implantação de curto prazo e a rotação de forças em certos países.
"Não são uma um cálculo oficial do número de militares", a diferença dos "dados previamente apresentados", cerca de 5.000 no Iraque e cerca de 500 na Síria, acrescentou.
No Iraque e na Síria, a presença de forças dos EUA sempre foi criticada e denunciada por forças políticas e autoridades. O governo sírio repetidamente instou as tropas americanas "invasoras" a abandonarem o solo.
Na verdade, Damasco alega que Washington, movimentando suas forças e ajudando militarmente os grupos armados sírios, pretende, na realidade,  retardar o avanço das forças do exército sírio  contra terroristas e extremistas, aliados dos EUA.
mjs / nii /
A Rússia descarta como "absurda" as afirmações do Pentágono de que a ONU permitiu a presença militar dos EUA na Síria.
Postado:
http://www.hispantv.com/noticias/rusia/359752/eeuu-siria-presencia-tensiones-terroristas-lavrov
http://www.hispantv.com/noticias/ee-uu-/360895/aumento-fuerzas-militares-guerra-siria-irak-trump

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Yemen: Até o natal o número de crianças assassinadas pela fome, cólera ou bombardeada, pela Arabia Saudita,chegará a 50 mil



O pequeno e pobre pais árabe, o Iêmen, é  palco atual da maior crise humanitária, ultrapassando a Líbia, o Iraque e a Síria. E nenhum país do mundo levanta a voz na defesa de seu povo para denunciar as atrocidades e a barbárie que seu povo está submetido.

Ao contrário, os EUA e a União Europeia apoiam o bombardeio e o boicote promovido pela Arábia Saudita porque é parte de sua estratégia geopolítica para o Oriente Médio, há muitos interesses capitais  em jogo e o genocídio do povo ienemita é considerado como "efeito colateral" desse jogo. Nesse sentido, os EUA, Israel e a Arábia Saudita são cúmplices da destruição  do país e do genocídio de seu povo:  Segundo a Unicef  - Fundo das Nações Unidas para a Infância, 23.000 bebês e 4272 mães iemenitas morreram em 2016 nas agressões sauditas,  dessa forma identifica a Arábia Saudita como a responsável pela " pior crise humanitária no mundo".
Existe estimativas de que até o final de 1917 outras 50 mil crianças menores de 5 anos morrerão no país.
David Beasley, diretor executivo do Programa Mundial de Alimentos (PAM) das Nações Unidas, descreveu como "desumana" a guerra  iniciada pelo regime saudita, em 2015, contra seu vizinho do sul e adverte sobre o uso de comida como "armas de guerra".
"Não creio que haja dúvidas de que a coalizão liderada pela Arábia Saudita (...) está usando a comida como uma arma de guerra (...) É vergonhoso", denunciou.
Unicef ​​anunciou no dia 10 de novembro que 400 mil crianças iemenitas estão em perigo de morte  por desnutrição aguda devido ao pesado bloqueio saudita.
O embaixador do Irã na ONU, Eshaq Ale-Habib, denunciou  a Arábia Saudita por "violar sistematicamente os direitos humanos".
"A Arábia Saudita matou um número incontável de crianças no Iêmen, um número que supera em muito os assassinatos perpetrados por (grupos terroristas) Al-Qaeda, Daesh (sigla em árabe de ISIL) e a Frente de Nusra (autodenominada Fath Front Al-Sham) ",afirmou
No entanto, a Arábia Saudita é considerada pelos EUA, por Israel e a UE um  país que luta contra o terrorismo!?
 

Un menor yemení, con alto grado de malnutrición, en un hospital en la ciudad portuaria de Hodeidah, 21 de noviembre de 2017.

Heridos de la agresión saudí a Yemen.

Civiles auxilian a un herido de ataque saudí en Yemen
 Fonte: http://www.hispantv.com/noticias/politica