Comitê de solidariedade a luta do povo palestino - RJ, Comitê catarinense de solidariedade ao povo palestino
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 16 de maio de 2013
SERÁ QUE ALGUÉM AINDA TEM ALGUMA DÚVIDA SOBRE O QUE ACONTECE NA SÍRIA?
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Um novo vídeo difundido na Internet mostra mais um crime brutal , acrescentado a longa lista daqueles cometidos pelos mercenários na Síria.
O vídeo mostra a execução sumária, pelos terroristas da frente Nusra, ligados à Al Qaeda, de um grupo de onze prisioneiros soldados sírio.
O trágico episóidio ocorreu na província de Deir al-Zur, no leste da Síria.
No vídeo, o terrorista/mercenário que dirige a execução dos soldados fala com sotaque saudita.
Até agora, nenhum dos governos ocidentais amigos de terroristas na Síria, como os EUA, Reino Unido ou França, comentaram sobre estes crimes hediondos.
A divulgação deste vídeo vem poucas horas depois de um outro vídeo do canibal terrorista mercenário Khalid al Hamad, também conhecido como Abu Sukkar, ter circulado na internet, onde se via este último extraindo o coração de um soldado sírio e o comendo.
Este vídeo causou uma comoção internacional, incluindo até a das Nações Unidas.
Cabe esclarecer que Frente Al Nusra, que é o maior e o mais ativo grupo armado na Síria durante vários meses jurou fidelidade ao líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri.
Fatos que recordam os atos cometidos por milícias dos contras, financiados e treinados pela CIA, na Nicarágua, na década de oitenta do século passado, para abortar a revolução sandinista.
Atos semelhantes também foram cometidos por terroristas no Iraque. O mais famoso ocorreu na província de Anbar: uma menino foi decapitado aos olhos de sua mãe amarrada. Mais tarde, o seu coração foi arrancado e depositado sobre o corpo de seu pai. O objectivo deste tipo de ação é, segundo a Mehiar Al Baghdadi, estudioso do Iraque, em declaração ao sitio Arabi Press, aterrorizar a população. Na Síria, esses fatos se repetem muito. A 19 de abril de 2011 um coronel da polícia em Homs, Abdo al Jodor alTalawi, foi morto junto com seus três filhos adolescentes e seu sobrinho por mercenários. Eles não só mataram o coronel, mas, em seguida, picaram seu corpo e queimaram seu rosto. Em seguida, fizeram o mesmo com seus filhos. |
ATO DE SOLIDARIEDADE COM A SÍRIA CONVOCADA PELA FPLP É REPRIMIDA EM GAZA
Um
lamentável episódio de grande significado
político e histórico ocorreu ao sul da Franja de Gaza, na cidade de Khan Younes. Uma concentração, em
solidariedade com a Síria, cujo soberania está sendo ameaçada pelos mercenários
sionistas, convocada pela Frente Popular para a Libertação da
Palestina (FPLP), organização marxista
prestigiada, que tem enorme influência em Gaza, foi
dispersada a paus e cassetetes pela Polícia
controlada pelo ramo palestino da Irmandade Muçulmana, o Hamas.
Os manifestantes portavam e exibiam bandeiras da Palestina e
da Síria e retratos do Secretário-Geral da FPLP - Ahmed Saadat, prisioneiro
das masmorras sionistas e do líder do
Hezbollah, Sheik Sayed Hassan Nasrallah.
Aqui, é necessário recordar que o Hamas teve o início de sua construção apoiada pelos serviços de
inteligência sionistas, com o objetivo único de disputar a influência das
massas palestinas com a FPLP e criando assim,
uma alternativa da direito islâmica,
menos perigosa para a entidade sionista. Efetivamente, hoje, após
ter sido durante muito tempo apoiado materialmente e militarmente pelo governo
antimperialista da Síria, o Hamas trai descaradamente o eixo de resistência
sionista no Mundo Árabe, em particular a Síria e se põe a serviço do Qatar e,
portanto, dos planos sionista de recolonização da região que passam por liquidar a Síria, voltando a suas origens.
Saudamos a solidariedade expressa pela FPLP sob
os golpes dos fundamentalistas, como um sinal importante da vontade militante
de integrar a gloriosa Frente da Resistência Árabe formada pelo Hezbollah, o
governo da Síria, as organizações palestinas e o governo iraniano. Esperamos que a as massas
palestinas arrebatem com suas forças os salafistas do Hamas, de onde já saíram a maioria dos mais sinceros
lutadores antisionistas para as fileiras da luta contra o imperialismo.

Os bandidos policiais do grupo fundamentalista Hamas contra um palestino manifestante pró-síria
Postado:http://resistencialibia.info/
Postado:http://resistencialibia.info/
quarta-feira, 15 de maio de 2013
COMUNICADO DA FPLP - Frente Popular para a Libertação da Palestina - no 65º aniversário da Nakba
Em dia de luta e protestos, neste 15 de maio exigimos o direito de retorno inalienável
Comunicado oficial da FPLP neste 65º aniversário da Nakba
O direito de retorno é inalienável e inegociável
Hoje, dia 15 de maio, é o 65 º aniversário da Nakba. Anualmente, nosso povo realiza manifestações nesta data, e a Frente Popular para a Libertação Palestina reafirma a sua rejeição ao reassentamento forçado dos palestinos pelo chamado Estado judeu, e que o direito de retorno é um direito inalienável e natural, humano, político e jurídico, individual, coletivo e sagrado, que não tem prazo prescricional e que é inegociável, garantido por leis e pelo direito humanitário internacional e direitos nacionais.
A Frente Popular considera que a "catástrofe" de nosso povo é o resultado natural da implementação do projeto sionista sobre a terra e nação que não poderia ter sido alcançado sem a cumplicidade e conspiração colonial britânica e norte-americana, que existe ainda hoje. Por isso, é necessário instalar e confirmar o direito de retorno de nosso povo e compensação por danos a ele, aos palestinos de outras gerações, as suas terras e suas instituições, em conformidade com a lei Internacional e as resoluções de legitimidade internacional, em especial a Resolução 194, segundo a qual a Inglaterra, os Estados Unidos e a União Europeia deveriam admitir suas responsabilidades pelos danos ao nosso povo, pela opressão, injustiça e destruição história. São responsáveis pelos prejuízos na histórica, política e moral, pelo crime de século que tem sido perpetuado contra o nosso povo.
Na visão da Frente, as declarações de ontem (14) da delegação de chanceleres árabes em Washington para alterar o que se chama de pequenos ajustes nas fronteiras às vésperas do aniversário da Nakba é a continuação do papel de cúmplice que adotam historicamente, e a situação traz tristeza e indignação, uma vez que revela que alguns países árabes ainda estão viciados em implorar e seguir a posição norte-americana, e se enquadra no âmbito de concessões generosas e gratuitas, e quem paga por isso é o nosso povo, como um reflexo dos seguidores de negociações de Madrid - Oslo e que convoca a iniciativa árabe.
As políticas de ocupação, colonização, bloqueio, detenções, assassinatos, judaização, expulsão e crimes de guerra praticados contra a terra, o homem e os santuários pelas terras palestinas, desde a Galileia e o Triângulo até Negev, Jerusalém e o Vale do Jordão, tratam-se de um comprimento real da estratégia do sionismo com base na lei da selva, violência, terrorismo e negação dos direitos do povo palestino, principalmente pelos direitos inalienáveis de retorno e autodeterminação e pelo direito de um Estado independente. O cenário histórico e atual na Palestina representa um modelo de racismo baseado em políticas de Apartheid.
A Frente Popular apela para que abandonem os círculos de negociações, que são articulados visando soluções bilaterais e geralmente a partir de promessas do governo dos EUA. Também apela para abandonar os interesses individuais, as pressões externas, e para que se inicie uma implementação imediata do acordo de reconciliação como fim de organizar a casa palestina sob o modelo democrático e assim salvar a identidade nacional de nosso povo. Isso, por meio de uma estratégia firme que vise a uma nova politica nacional e social, que possa mobilizar as forças e os aliados de luta pelo nosso povo. É pensando nessa estratégia que poderemos trazer uma liderança unificada nacional comprometida com o direito da resistência, com o objetivo de derrotar a ocupação, os assentamentos e pela libertação dos prisioneiros. Comprometida em conquistar os direitos inalienáveis de nosso povo, começando por um Estado independente com plena soberania incondicional, com sua capital em Jerusalém. Comprometida para que se inicie a construção de um caminho para um Estado laico democrático na Palestina, e que possa ser amanhã mais que um sonho, mas uma realidade.
Frente Popular para Libertação da Palestina
14/05/2013
terça-feira, 14 de maio de 2013
65 ANOS DA NAKBA PALESTINA - 15 DE MAIO : AGENDA DO RIO DE JANEIRO
15 de maio de 2013
- às 10 horas, na sala 303, do bloco "O", da Universidade Federal Fluminense, campus Gragoatá. O Núcleo de Estudos do Oriente Médio (NEOM/UFF) e o Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense têm o prazer de convidá-los para o Debate: 65 Anos da Nakba Palestina.
- às 18 horas, no Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, Av. Pasteur 250 - Urca - Átrio do Palácio Universitário - Coquetel de abertura da expo que vai de 15 a 17/maio
PINTURAS-SERIGRAFIAS-GRAVURAS-POESIA-DANÇA
Vamos celebrar a resistência dos povos palestinos, sírios e libaneses vivenciando sua cultura, sua música, sua dança , sua história, patrimônio vivo do povo árabe que mobiliza e os impelem à luta contra o sionismo e o imperialismo!
Durante o evento, o Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino fará o lançamento da Revista PALESTINA - resiste.
16 de maio de 2013
- expo politico cultural
- Palestina - História, fatos e fotos - Derrubando os mitos erguidos pela mídia. às 19:00 horas - Auditório da UFF - Vila Santa Cecília - Volta Redonda - RJ
PINTURAS-SERIGRAFIAS-GRAVURAS-POESIA-DANÇA
Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ, Av. Pasteur 250 - Urca segunda-feira, 13 de maio de 2013
1948/2013 - 65 ANOS DE RESISTÊNCIA AO NAKBA
15 DE MAIO - NAKBA - VENHA CELEBRAR A RESISTÊNCIA DO POVO PALESTINO, SÍRIO, EGÍPCIO E TODO MUNDO ÁRABE
O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro convida a todas as organizações e militantes internacionalista a participarem deste ato cultural e político em homenagem à luta do povo árabe contra a NAGBA - A TRAGÉDIA - que teve início há 65 anos na Palestina e segue se expandindo para todo o mundo árabe.
Vamos celebrar a resistência dos povos palestinos, sírios e libaneses vivenciando sua cultura, sua música, sua dança , sua história, patrimônio vivo do povo árabe que mobiliza e os impelem à luta contra o sionismo e o imperialismo!
Durante o evento, o Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino fará o lançamento da Revista PALESTINA - resiste.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Presidente Bashar al-Assad: “Nos converteremos em país da Resistência, similar ao Hezbollah”
9/5/2013, Al-ManarTV (editor local), Beirute/Líbano
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu
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| Bashar al-Assad |
O presidente da Síria, Bashar Al-Assad, disse que a Síria tem condições para
...satisfazer o desejo dos sírios, e disparar meia dúzia de mísseis contra Israel, em reposta ao ataque israelense contra Damasco. Mas todos sabemos o quanto Israel deseja uma guerra, e que, se os sírios retaliassem, estaríamos aceitando a provocação e cometeríamos ato de guerra, equivalente ao que fizeram os israelenses.
Como noticiou o jornal Al-Akhbar, do Líbano, Assad disse a convidados que:
... a situação internacional não admite mais uma guerra, que nem Israel nem os EUA podem suportar. Se respondêssemos, teríamos no máximo uma vingança tática. E o que queremos é vingança estratégica: abrir as portas à Resistência e converter a Síria em país da Resistência.
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| Hezbollah |
Assad sobre o Hezbollah
Depois do ataque israelense, tivemos ainda mais certeza de que já estamos combatendo contra nosso único inimigo. Já identificamos seus soldados e agentes infiltrados em nosso país – disse o presidente Assad.
O diário libanês noticia que Assad também voltou a manifestar alta confiança, apoio e admiração pelo Hezbollah,
...organização capaz de pensar e agir com racionalidade, com firmeza e com lealdade. Decidimos fornecer tudo de que o Hezbollah precise. Pela primeira vez, sentimos, com convicção profunda, que partilhamos a mesma situação e o mesmo destino, que o Hezbollah não é apenas um aliado e parceiro para cuja resistência os sírios contribuímos. Assim sendo, decidimos nos aproximar e fazer da Síria mais um país da Resistência, similar ao Hezbollah, para defesa da Síria de hoje e das futuras gerações.
Funcionário sírio na Turquia
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| Endorgan e Obama |
Nesse contexto, o jornal Al-Akhbar citou um funcionário sírio de alto escalão, que disse que
... a Turquia agiu como moleque hipócrita e mentiroso, no qual não se pode confiar. Não há sequer uma mínima possibilidade de que o acordo anunciado entre Ankara e os curdos seja algum dia implementado, porque nem o Exército Turco e o Partido Desenvolvimento e Justiça partilham opiniões semelhantes sobre aquele acordo.
Sobre o Iraque
Por outro lado, disse o mesmo funcionário sírio, não há qualquer problema na relação entre os governos sírio e iraquiano.
É claro que os qataris e os turcos estão imiscuindo-se no campo iraquiano, onde semeiam confusão e desentendimentos e tentam todo o tipo de sabotagem, ainda mais ativos que os próprios sauditas. Mas o governo do Iraque parece ter bom controle da situação e vai superando as crises, uma depois da outra, como se vê.
A mesma fonte disse também que a chamada “oposição” iraquiana
...não tem qualquer profundidade. A Turquia não tem meios nem recursos para reforçá-la. Trata-se hoje, no máximo, de malas de dinheiro, mas mesmo isso está com os dias contados.
Sobre a Rússia
Sobre os russos, o mesmo funcionário do governo sírio disse que
...os russos são confiáveis, honestos e têm reconfortado os sírios, e não há problema algum com os russos.
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| Vladimir Putin |
O que comprova o que dizem várias outras fontes, segundo as quais a Síria, enquanto vai conquistando posições em campo, também tem sido bem sucedida em vários acordos políticos.
Seja como for, a fonte fez questão de ressaltar que:
...as relações entre Síria e Rússia não são o que alguns supõem que sejam. A Síria não espera coisa alguma dos russos. Os russos, sim, é que contam com que o Exército Sírio avance em campo.
Sobre o Egito
Sobre o Egito, o mesmo alto funcionário sírio disse ao jornal Al-Akhbar que:
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| Mohamed Mursi |
Damasco vê com bons olhos que o Cairo está voltando a desempenhar o papel de liderança que teve na Região, deixando de seguir a Arábia Saudita e o Qatar.
Segundo o mesmo diário libanês,
Teerã e Damasco parecem convictas de que o Cairo está-se afastando de turcos e qataris, e pronto para reconsiderar velhas posições que assumiu sobre Iraque e Síria. O governo egípcio dá sinais de disposição para reconsiderar suas políticas internas, no que tenham a ver com o relacionamento com o partido Al-Azhar e grupos da oposição. E o Irã está disposto a trabalhar também nesse campo, oferecendo a própria experiência para ajudar a reconstruir o estado egípcio.
Sobre o Golfo
Sobre os países do Golfo, a mesma fonte síria entende que: ...vivem em tempos ultrapassados, são do tempo das tribos. Não sabem nem entendem o conceito de Estado. Aconselhamos todos que tenham de negociar com eles, a não tratá-los como se fossem estados. É perda de tempo dialogar com eles. Bem que tentamos! Mas, no instante que qualquer política ou grupo político é bem-sucedido e avança na região, eles saltam sobre você.
Sobre a Jordânia
Diferente disso, estamos em contato com a liderança jordaniana. O rei Abdullah não tem interesse em que a Síria seja ameaçada, mas está sob pressões terríveis, além de ser constantemente ameaçado por intervenção, seja dos EUA ou de Israel. Seja como for, a Jordânia sabe que seus inimigos serão sempre o Qatar, a Arábia Saudita e a Fraternidade [Muçulmana] – disse a mesma fonte síria, ao jornal Al-Akhbar, do Líbano.
Sobre o Qatar
Concluindo com o Qatar, o funcionário do governo sírio disse que o Qatar também enfureceu a Jordânia e o presidente Mursi do Egito.
Quem aquele Emirado pensa que seria, para tentar pôr de joelhos, com dinheiro, todos os estados árabes e seus governos?
Sugeriu fortemente que:
...vários Estados do Golfo ressentiram-se do que Doha fez na última Cúpula Árabe, no Qatar. Mas, simultaneamente, o governo do Qatar também está frustrado, ante o que consideraram como ‘'refugo'’ dos norte-americanos e franceses, e a avançada da Arábia Saudita
terça-feira, 7 de maio de 2013
15 DE MAIO - LANÇAMENTO DA REVISTA "PALESTINA RESISTE"
VENHA PARTICIPAR DESTE ATO DE SOLIDARIEDADE COM A RESITÊNCIA ANTIMPERIALISTA E ANTISIONISTA ÁRABE!
No dia 15 de Maio, durante a exposição Nakba - a tragédia palestina, haverá o lançamento da revista PALESTINA - resiste. Às 18 horas, no Fórum de Ciência e Cultura -UFRJ- Átrio do Palácio Universitário-
Praia Vermelha- Rio de Janeiro
segunda-feira, 6 de maio de 2013
Síria exige posição do Conselho de Segurança da ONU
Damasco, SANA
O Ministério das Relações Exteriores enviou duas cartas idênticas ao Presidente do Conselho de Segurança e ao Secretário-Geral da ONU, em que afirma que, as 1:40, horário de Damasco, na manhã do domingo , 05/05/2013, aviões israelenses levaram a cabo uma agressão aérea com mísseis desde os territórios ocupados e o sul do Líbano, contra três posições pertencentes às Forças Armadas da República Árabe da Síria, localizada a nordeste de Jemraya, Maysaloon e um aeroporto para aeroplano em Dimas, Damasco . O documento enfatiza que a agressão israelense resultou na morte de muitos mártires e feridos entre os cidadãos sírios, bem como um enorme estrago nos locais e áreas civis próximas.
O chanceler acrescentou que esta flagrante agressão israelense contra sites pertencentes a forças armadas da Síria confirma a coordenação entre Israel, os grupos terroristas e os takfiríes pertencente à "Frente al-Nosra", um dos braços da al-Qaeda, com o objetivo de fornecer apoio militar direto aos grupos terroristas, após o fracasso de suas tentativas de alcançar controle sobre o terreno. Ninguém duvida de que Israel é beneficiário, promotor e executor, em muitos casos, de atos terroristas dirigidos contra o Estado e o povo da Síria, sejam estes de forma direta ou por meio de suas ferramentas internas.
O Ministério das Relações Exteriores expressou que a República Árabe Síria confirma, neste contexto, a nulidade das alegações recentemente lançados por Israel para justificar seus atos agressivos, sob o pretexto de reprimir o transporte de armas para além da fronteira com a Síria.
O documento oficial do governo sírio declarou que a continuação de atos agressivos por Israel podem aumentar a tensão na região e arrastar a todos a uma guerra regional em larga escala que poderia ameaçar a paz e a segurança na região e no mundo.
"O Governo da República Árabe da Síria considera que as declarações dos EUA que precederam e seguiram aos ataques mencionados encorajam Israel a realização dessas agressão e proporcionam cobertura política para a violação da soberania da Síria em uma clara violação da Carta das Nações Unidas e das normas do direito internacional ", disse o Ministério das Relações Exteriores.
O Ministério das Relações Exteriores acrescentou que a República Árabe da Síria, ao mesmo tempo que confirmar seu direito de defender seu território e soberania, solicita ao Conselho de Segurança que arque com suas responsabilidades em deter a agressão israelense contra a Síria, evitando a deterioração da situação na região e a total perda do controle.
A chancelaria concluiu o documento dizendo que a Síria considera que a continuação de alguns estados membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU em dar cobertura a contínua agressão israelense e a ocupação de territórios árabes, incluindo Golan, território árabe sírio ocupado por Israel, torna esses países responsáveis pelas consequências que possam resultar dos atos agressivos de Israel na Síria.
Elias S., Riad Sh.
Postado : http://sana.sy
domingo, 5 de maio de 2013
DEFESA AÉREA SÍRIA DERRUBOU UM CAÇA DE ISRAEL
A defesa aérea da Síria derrubou um avião israelense, na fronteira com o Líbano, que perpetrou, minutos antes, o ataque com mísseis ao norte da capital, nas primeiras horas da manhã.
O correspondente da Telesur na Síria, Hisham Wannous, informou que de acordo com informações extra-oficiais ", foi abatido um avião israelense e os pilotos foram capturados"
Wannous, acrescentou que "se a Síria iniciar uma resposta militarmente contra Israel, isso poderia levar a uma guerra em que os Estados Unidos estariam envolvidos" , obviamente na defesa de Israel.
Acrescentou ainda que embora o Governo da Síria não tenha se pronunciado, é esperado que o país exija uma "condenação urgente" ao Conselho de Segurança da ONU e a comunidade internacional contra os atos que ameaçam a soberania do país.
Segundo publicou a Prensa Latina em seu site na Internet, o canal de televisão libanês Al-Manar dá conta da derrubada de um caça de Tel Aviv, com mísseis terra-ar da defesas aéreas sírias na área de fronteira.
Eles acrescentaram que o alto comando do Exército Árabe da Síria irá emitir uma declaração sobre o assunto em breve.
Telesur - PL / FC
AGRESSÃO SIONISTA TEM OBJETIVOS DE COLABORAR COM OS MILICIANOS QUE INFESTAM A SÍRIA
Aviación israelí bombardeó Damasco
A aviação israelense atacou o centro de pesquisa científica Jamraya, em Damasco, afirmou a agência de notícias oficial síria Sana. As explosões ocorreram próximo de 2:00, hora local, neste domingo, e foram sentidos por toda Damasco.
"As 2:00, hora local, ocorreram três explosões que abalaram Damasco. A TV Síria emitiu uma nota afirmando que os mísseis procediam de aviões militares israelense", reportou o correspondente da Telesur na Síria, Hisham Wannous.
Wannous acrescentou a informação de vítimas produzidas pelos ataque desses mísseis, mas ainda não foi especificado o número.
O jornalista da TeleSUR, William Parra, informou através de sua conta na rede social Twitter (@ WilliamteleSUR) " os ataques aéreos também foram contra os depósitos de armas e munições de unidades militares em Maaraba, ao nordeste de Damasco, no Monte Qassiun".
Parra também informou que "fontes próximas ao governo falam sobre a derrubada de dois aviões de atacantes" e "a captura de dois pilotos israelenses." Enquanto que a "TV israelense confirma que Exército perdeu contato com duas aeronaves."
"Uma fumaça branca das incursões e ataques aéreos cobre toda a cidade de Damasco e o cheiro de pólvora está em toda parte por causa dos ataques", descreveu o jornalista através da rede social.
Também informou que "grupos terroristas atacam desde Ghota Oriental ao Exército sírio, aproveitando a confusão dos ataques israelenses, mas são repelidos pelas forças militares sírias".
A Mídia internacional divulgou informações sobre a suposta morte do presidente sírio, Bashar al-Assad durante o bombardeio, mas fontes do governo confirmaram que o presidente está a salvo, informou o correspondente da Telesur na Síria.
De acordo com o canal de televisão libanês Al-Manar em breve o alto comando do Exército Árabe da Síria emitirá um comunicado sobre o assunto.
Enquanto isso, a televisão da Síria afirma que "a agressão israelense tem como objetivo aliviar a pressão sobre os terroristas Ghuta do Oriente", uma região perto da periferia de Damasco.
Aviões israelenses violaram a soberania da Síria e atacou o centro de pesquisa Jamraya em 30 de janeiro, o que provocou condenação generalizada de vários governos e organizações em todo o mundo.
A mídia internacional noticiou nesta quinta-feira sobre um ataque da aviação em Tel Aviv, em um local não especificado do território sírio contra um suposto carregamento de mísseis que supostamente eram dirigidos a milícia xiita libanês Hezbollah.
teleSUR / FC
sexta-feira, 3 de maio de 2013
15 DE MAIO - NAKBA - VENHA CELEBRAR A RESISTÊNCIA DO POVO PALESTINO, SÍRIO, EGÍPCIO E TODO MUNDO ÁRABE
O Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do Rio de Janeiro convida a todas as organizações e militantes internacionalista a participarem deste ato cultural e político em homenagem à luta do povo árabe contra a NAGBA - A TRAGÉDIA - que teve início há 65 anos na Palestina e segue se expandindo para todo o mundo árabe.
Vamos celebrar a resistência dos povos palestinos, sírios e libaneses vivenciando sua cultura, sua música, sua dança , sua história, patrimônio vivo do povo árabe que mobiliza e os impelem à luta contra o sionismo e o imperialismo!
Durante o evento, o Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino fará o lançamento da Revista PALESTINA - resiste.
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