quarta-feira, 5 de setembro de 2018

As FDI admitiram dar armas aos islamitas na Síria? Notícias explosivas de Israel desaparecem

A IDF (Forças de Defesa de Israel) confirmou que forneceu armas a "rebeldes islâmicos"  (leia-se mercenários) nas Colinas de Golã, na Síria, informou o Jerusalem Post. No entanto, o artigo foi removido sem explicação após ser publicado.
O relatório, 'IDF confirma: Israel forneceu armas leves para os rebeldes sírios', alegou que as forças armadas israelenses reconheceram pela primeira vez que havia fornecido dinheiro, armas e munições para os militantes que operam contra a Síria perto da fronteira com Israel.
As FDI admitiram dar armas aos islamitas na Síria?  Notícias explosivas de Israel desaparecem
O artigo foi removido logo após ser publicado, mas uma versão do artigo ainda pode ser lida usando o cache do Google. O IDF disse à RT que não comentaria a história, e o Jerusalem Post não respondeu quando  perguntado por que o artigo foi retirado.



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The Israeli army has officially admitted that it provided large amounts of cash, weapons, and ammunition to extremist Syrian rebels.

This inconvenient fact will of course be ignored by the regime-change shills who absurdly claim to be "pro-Palestinian."http://archive.fo/PFSjV 
A ajuda letal, aparentemente, era parte da "Operação Bom Vizinho", que  era anunciada como um programa de ajuda humanitária. Lançada em 2016 pelo Exército de Israel, a operação supostamente forneceu grandes quantidades de alimentos, roupas, combustível e suprimentos médicos para aqueles que vivem no Golã sírio. A operação foi encerrada em julho, após o exército sírio retomar a área.
 

No entanto, há muito se suspeita que Israel também fornecia armas aos grupos mercenários/terroristas que operam na região fronteiriça disputada, na esperança de criar uma "zona tampão" contra o Hezbollah e as forças iranianas que operam no sul da Síria. Damasco afirmou anteriormente que as armas capturadas desses grupos  no Golan tinham inscrições em hebraico.
O Wall Street Journal informou no ano passado que Israel estava "fornecendo regularmente" dinheiro aos rebeldes sírios para "ajudar a pagar salários e comprar munição e armas". O exército israelense recusou-se a confirmar as alegações do relatório, observando apenas que Israel estava comprometido em fornecer ajuda humanitária e ajuda aos sírios que vivem na área. ”
Um dos pelo menos sete grupos que  receberam as armas de Israel, Fursan al-Joulan, ou "O cavaleiro de Golan",  participaram da operação liderada por Israel para evacuar da Síria centenas de membros do polêmico grupo Capacetes Brancos. Acredita-se que o grupo tenha recebido mais de US $ 5.000 por mês de Israel.
O relatório excluído vem na esteira de outra divulgação importante: na segunda-feira, as IDF anunciaram que Israel realizou mais de 200 ataques na Síria no último ano e meio.
Os militares israelenses geralmente se recusam a comentar sobre ataques com mísseis atribuídos a Israel, embora Tel Aviv  acha que  tem o direito de atacar o Hezbollah e alvos militares iranianos dentro da Síria. Damasco afirmou repetidamente que Israel usa o Hezbollah como um pretexto para atacar as formações e instalações militares sírias, acusando Tel Aviv de "apoiar diretamente o ISIS e outras organizações terroristas".
Postado : https://www.rt.com/news/437677-israel-weapons-jerusalem-post-idf/  

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

EXÉRCITO DE ISRAEL ABERTO A MERCENÁRIOS

Valente soldado israelita neutraliza um perigoso terrorista palestino
Por Sylvie Moreira, Paris
Israel, um Estado sem fronteiras registradas e que acaba de instaurar o apartheid racista e religioso por lei, é servido por um exército transnacional aberto a todas as pessoas que digam ter um pai ou avô judeu.
Mais de quatro mil cidadãos franceses – 4185, segundo uma declaração militar oficial – integram o exército de Israel. Não se trata apenas de indivíduos com dupla nacionalidade franco-israelita habitando em Israel, mas também de cidadãos franceses que desejam participar nas operações de uma força de agressão conhecida pela sua crueldade na Palestina e em nações vizinhas. Para tal, basta-lhes comprovar que têm um progenitor ou um avô judeu; ainda assim, como o rigor da avaliação das provas submetidas nem sempre é fiável – depende do rabino – verifica-se que o exército de Israel pode até aceitar simples mercenários que optem por este braço terrorista transnacional.
O contingente francês não é o mais numeroso do exército que teve o seu núcleo original em organizações terroristas sionistas que nem sempre se distanciaram do nazismo hitleriano dos campos de concentração do Terceiro Reich. Os oriundos dos Estados Unidos da América formam o corpo mais avultado do exército multinacional que serve o fundamentalismo judeu.

Israel tem, deste modo, várias particularidades que não são partilhadas por mais nenhum país do mundo: 

  • não tem fronteiras registradas na ONU; 

  • declara-se, por lei, como o Estado dos judeus de todo o mundo e que rejeita descendentes de comunidades que vivem há milênios na Palestina;

  • e tem a servi-lo o único exército do mundo formado segundo critérios transnacionais étnico-religiosos. 

Constituído muito antes da lei racista aprovada recentemente, o Tsahal (Exército de Israel) é o braço de guerra do sistema de apartheid desde sempre latente nas mentes sionistas – até ser declarado agora como regime oficial da “nação judia”.

Meios de comunicação social franceses, designadamente o Libération, o Nouvel Observateur e L’Humanité, revelaram que o recrutamento de cidadãos franceses para o Exército de Israel é feito através das sinagogas do país e de vídeos publicitários difundidos com o patrocínio da Embaixada israelita. Sem que as autoridades nacionais reajam a esta intrusão na soberania e na segurança francesas.
No auge da crise gerada pelos atentados terroristas em França, atribuídos a “terroristas fundamentalistas islâmicos” sem que tal asserção tenha sido totalmente comprovada, foram tecidas muitas críticas e considerações sobre os cidadãos franceses que se alistam em grupos islamitas para combater na Síria e outros países muçulmanos.
Na generalidade das considerações e debates foi sistematicamente omitido o paralelismo entre esta filiação em legião mercenária e a que leva cidadãos igualmente franceses a integrarem um corpo transnacional conhecido pelas suas práticas terroristas, pelas violações ostensivas da legalidade internacional e de numerosas resoluções da ONU. Em relação às quais, aliás, a própria ONU raramente reage – e apenas verbalmente.
Sendo esta mais uma das singularidades que caracteriza a existência do Estado de Israel, cingida pelo fundamentalismo hebraico.
https://www.oladooculto.com/noticias.php?id=5

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Pacaraima (RR): Terra de quem?

A VERDADE DOS FATOS EM PACARAIMA 
"Uma cidade comandada pela política da violência, pistolagem e xenofobia, há tantos anos, era cenário perfeito ao conflito" - Créditos: Jadson Thomas/Pexels
"Uma cidade comandada pela política da violência, pistolagem e xenofobia, há tantos anos, era cenário perfeito ao conflito" / Jadson Thomas/Pexels

Num Estado de Golpe, nada é o que parece. Nada do que a TV diz é verdade. Autoridades? Nenhuma. Só trambiqueiros ou porta-vozes do trambique.
Pacaraima foi emancipada em 1995. O Município, fronteiriço com a Venezuela, conta com aproximadamente 12 mil habitantes e é uma invasão de comerciantes, dentro de uma reserva indígena, a Reserva de São Marcos. A sede da Prefeitura é um galpão de distribuição de produtos. O único atrativo da cidade é o comércio na sua principal avenida – a Rua do Comércio.
A energia elétrica de Pacaraima vem da Venezuela. O único posto de abastecimento de combustíveis, vem da Venezuela. Os moradores da cidade de Pacaraima dependem da Venezuela para aquecer o comércio do município e para consumo de energia. Sem gasolina, o comércio e o trânsito de Pacaraima param. Sem compradores venezuelanos, o comércio de Pacaraima para.
Para os serviços de transporte entre as duas fronteiras, Pacaraima conta com mais de 90 taxistas que, diariamente, cruzam livres a fronteira entre os dois países. Brasileiros não-índios e venezuelanos são parceiros há décadas e esta parceria sustenta Pacaraima.
O ódio surgiu agora?
A política local é comandada por latifundiários, invasores de terras indígenas. Difícil achar um prefeito que não tenha uma ficha criminal extensa, currículo obrigatório para alcançarem as cadeiras do Congresso Nacional, por Roraima.
Conflitos entre estes invasores e índios são constantes e o extermínio indígena, na região de Pacaraima, é situação alarmante, há alguns anos. O lobby pela extinção da reserva de São Marcos move a política local.
Uma cidade comandada pela política da violência, pistolagem e xenofobia, há tantos anos, era cenário perfeito ao conflito deste final de semana.
O vigilante Wandenberg Ribeiro Costa, orgulhoso organizador do ato fascista de Pacaraima, consta da folha de pagamentos da Prefeitura. O prefeito, Juliano Torquato, que em outubro de 2017 atropelou 2 crianças venezuelanas, coincidentemente estava fora da cidade, durante a vergonhosa atuação do seu empregado.
Em julho deste ano, outro “protesto” foi organizado contra os venezuelanos, formando uma comissão que, em reunião com o Ministro da Justiça, pediu reforço ao governo ilegítimo e mais dinheiro pro Município. Os líderes desta comissão foram 3 secretários municipais, 2 vereadores, 1 representante do Comércio e 3 moradores.
As lideranças que provocaram este ataque violento contra os venezuelanos já comandaram um ataque à sede da Funai, já formaram bandos de pistoleiros para ataque contra os índios e fazem enorme lobby no Congresso Nacional para a extinção da Reserva Indígena de São Marcos, com a intenção de remarcar o Município, invadindo mais terras indígenas, e desmatar a região, para ampliação do cultivo de arroz.
Estes mesmos latifundiários que apoiam o golpe, agora se organizam para provocar, com a barbárie deste último final de semana, um desgaste e uma provocação à Venezuela, dias depois que o Secretário de Defesa dos EUA, o “Cachorro Louco”, discute com o Ministro de Segurança Pública, Raul Jungmann, da Defesa, Joaquim Silva e Luna, e com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, “soluções” para a imigração venezuelana, no Brasil.
Não é de se estranhar que o exército não tenha interferido no arrastão fascista de Pacaraima.
É importante entender o contexto histórico da região, seus conflitos e sobre que bases são fundados. Importante rever o cronograma de acontecimentos para analisar o que de fato acontece quando uma mobilização daquela esfera, nada espontânea, surge. Não surge assim, do nada. Não é feita apenas para provocar em nós a vergonha, apesar de alcançar, rapidamente, esse objetivo. Mas tem sempre uma característica – fazer passar por “popular” o que é criminosamente político.
O ataque de Pacaraima foi organizado por políticos locais, latifundiários genocidas por natureza, mancomunados com esferas do governo ilegítimo e golpista, a mando dos EUA. Cantaram o hino brasileiro porque ainda não aprenderam o hino norte-americano.
 Postado: https://www.brasildefato.com.br/2018/08/20/analise-or-pacaraima-terra-de-quem/

Estudante é agredido por defensor de Israel na Universidade Federal do Amazonas

 Estudante é agredido por defensor de Israel na Universidade Federal do Amazonas
O propagandista de Israel e ex-integrante de suas forças armadas André Lajst, que tem defendido as políticas israelenses na Palestina ocupada em palestras no território brasileiro, se irritou nesta terça-feira (21/08) com universitários amazonenses que se manifestaram em favor dos palestinos durante a sua apresentação, ao ponto de agredir um deles.
Lajst, que se apresenta como “especialista” e se autodenomina “renomado estudioso do conflito Israel xPalestina”, passou a gritar contra estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), onde se dava sua palestra, porque estes portavam cartaz com a bandeira da Palestina e a inscrição “Não é Guerra, trata-se de genocídio. Palestina Livre”. A arte, que circula o mundo até hoje, faz alusão aos ataques de Israel à Faixa de Gaza, em 2014, quando mais de 2 mil palestinos foram mortos, a maioria mulheres e crianças, e dezenas de milhares de feridos e mutilados.
O estudante de História da UFAMChristoffer Rocha, 20, era um dos poucos presentes no auditório. Integrante do Comitê de Solidariedade ao Povo Palestino do Amazonas, Christoffer Rocha ergueu o cartaz e acusou o palestrante de fazer a defesa dos crimes de Israel. Irritado, Lajst se alterou e, falando ao microfone aos gritos, afirmou que na Palestina não há genocídio.
Em determinado momento, diante da distração de Christoffer Rocha, quando apresentava à reduzida plateia um manifesto do Comitê pró-palestino, ex-militar israelense tomou, com violência, o cartaz de suas mãos e o amassou. Além disso, mandou, aos gritos, que ele e os demais estudantes pró-palestinos saíssem do local. “Somos estudantes da Ufam, que é uma instituição democrática. Estávamos assistindo a palestra, quando não concordamos com a defesa que ele (André Lajst) fazia da ocupação israelense, até mesmo por conhecermos o genocídio que Israel pratica na Palestina. Levantamos os cartazes e ele se alterou. Em um momento de distração, ele arrancou o cartaz da minha mão e foi agressivo. Aos gritos, ele mandou que eu e os demais manifestantes saíssemos do local”, relatou Christoffer Rocha.
Para a ONU, há genocídio
A julgar pela Convenção para a Prevenção e Repressão do Crime de Genocídio da ONU, há, por parte de Israel, prática genocida. É que, de acordo com a definição oficial da Convençãofirmada em 11 de dezembro de 1949, pouco após o término da 2ª Guerra Mundial e menos de um ano da conclusão, por Israel, da limpeza étnica da Palestina, genocídio é o extermínio deliberado e sistemático, seja ele parcial ou total, de uma comunidade, grupo étnico, racial ou religioso. É também crime de genocídio o “assassinato de membros do grupo (étnico, racial ou religioso)”; “atentado grave à integridade física e mental de membros do grupo”; “submissão deliberada do grupo a condições de existência que acarretarão a sua destruição física, total ou parcial”; “medidas destinadas a impedir os nascimentos no seio do grupo”; e “transferência forçada das crianças do grupo para outro grupo”.  Ou seja, exatamente o que Israel faz na Palestina.
Em 70 anos de ocupação, crimes monumentais ocorreram em terras palestinas, vitimando exclusivamente o povo originário desta terra. Os números desses crimes são assustadores: ao menos 774 cidades e povoados palestinos foram ocupados, dos quais 531 totalmente destruídos; 70 massacres foram cometidos, com mais de 15 mil mortos, incontáveis feridos e mutilados e dois terços da população nativa palestina, expulsa pelos estrangeiros recém-chegados.
Foram tomados, pela força, pelo terror, pelas matanças e pela expulsão 78% do território da Palestina histórica e, desta parcela de território, dos seus 900 mil habitantes, perto de 800 mil foram mortos ou expulsos, quase 90%. Isso jamais foi presenciado ou documentado na história humana. É esta a razão de se denominar estes eventos como NAKBA, como CATÁSTROFE. A esta população foi negado o direito ao retorno. Tudo lhes foi tomado e é destes quase 1 milhão de desterrados que derivam os atuais 5,8 milhões de refugiados palestinos, a maior população refugiada do mundo.
Quem é André Lajst?
Ex-militar das forças armadas de Israel, principal elemento na manutenção da ocupação da Palestina, André Lajsttem percorrido o Brasil para defender as políticas israelenses, com ênfase na crítica ao movimento mundial que pede Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) ao regime israelense, nos moldes do mesmo movimento global que levou ao fim do regime segregacionista de Apartheid na África do Sul. Embora busque se apresentar como moderado e defensor da paz entre palestinos e israelenses, é fácil vê-lo, tanto em suas palestras como nas redes sociais, criticar violentamente os movimentos palestinos, sua resistência à ocupação, bem como aos ativistas pró-Palestina, que acusa de serem da “esquerda radical”, chegando a acusa-los de “fascistas.

Não bastasse, ele não faz uma só crítica à colonização ilegal da Palestina por extremistas judeus recém-chegados da Europa e de outros lugares, condenada por resoluções da ONU, inclusive de seu Conselho de Segurança. As políticas de segregação racial e de Apartheid, assim como de limpeza étnica, todas já constantes de documentos oficiais da ONU e de diversos organismos internacionais de direitos humanos, também são negligenciadas pelo ativista israelense.
Nascido em São Paulo, Lajst mudou para Israel em 2006, onde estudou sobre o que denomina “conflito árabe-israelense” em uma universidade do país. Ele serviu ao exército de Israel por 2 anos e atuou como pesquisador na força aérea israelense, principalferramenta das tropas de ocupação dos territórios palestinos, especialmente nos ataques indiscriminados à população civil confinada em GazaAtualmente mora em São Paulo, onde é diretor Executivo de uma organização pró-Israel denominadaStandWithUs Brasil, entidade em nome da quel viaja para propagar as políticas de Israel e distorcer a realidade sobre a ocupação da Palestina em território brasileiro.
TEXTO: Setor de Comunicação do Comitê de Solidaridade ao Povo Palestino do Amazonas
Veja o vídeo na página: https://www.facebook.com/SociedadePalestina/
Postado: http://www.fepal.org.br/estudante-e-agredido-por-defensor-de-israel-na-universidade-federal-do-amazonas/