terça-feira, 8 de maio de 2018

C.I.A. Fomenta Comércio de Heroína no Afeganistão

 


Últimos levantamentos oficiais apontam ao menos um milhão de mulheres, e 100 mil crianças toxicodependentes no Afeganistão. “Graças à invasão dos EUA, o Afeganistão é um narco-estado hoje”, diz a representante da Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão, em entrevista exclusiva.
Pelo menos um milhão de mulheres e 100 mil crianças são toxicodependentes no Afeganistão, revelou neste domingo (11) o chefe do Departamento Antidrogas do Ministério da Saúde Pública do país Centro-Asiático, Shahpor Yusuf, em evento em um centro de reabilitação de drogas na capital afegão de Cabul para marcar o Dia Internacional da Mulher (8 de março).
Há entre 900 mil e milhões de mulheres, e cerca de 100 mil crianças que se viciaram em droga“, disse o funcionário afegão de acordo com a agência afegã de notícias TOLO News. Yusuf acrescentou que as crianças estavam abaixo da idade de 10 anos.
De acordo com Cabul, os centros de reabilitação no Afeganistão têm capacidade para ajudar apenas uma pequena porcentagem de dependentes. Mas o problema parece estar longe do número de centros de reabilitação de drogas no país, que fornece atualmente nada menos que 93% do ópio mundial, de acordo com últimos dados de United Nations Office on Drugs and Crime (UNODC).
Marwa Musavi, uma afegã em tratamento no centro de reabilitação, afirmou que é inútil estar ali. “Quando sairmos, voltaremos à droga pois há contrabandistas [e revendedores]. Eles devem ser impedidos. É a realidade”.
Estes mais recentes números fornecidos por Cabul certamente indicam que as estatísticas do ano passado divulgadas pelo governo afegão foram subestimadas, ao ter informado que o total de dependentes no país é superior a três milhões: o número tende a ser bem superior, dada apenas a quantidade de mulheres e crianças viciadas em uma nação de 34,6 milhões de habitantes, já que a grande maioria de drogados pertence ao sexo masculino.
Ao mesmo tempo, a Associação Revolucionária das Mulheres do Afeganistão (RAWA, na sigla em inglês) publicou uma carta em persa, denunciando que mais de dezesseis anos após a invasão liderada pelos EUA, prometendo libertar as mulheres afegãs, estas continuam sendo mortas “em um inferno no Afeganistão, fomentado pelos Estados Unidos e seus talibans, seu Estado Islamita [EI], seus jihadistas e seus tecnocratas em nosso país“.
RAWA afirmou que os talibans e o EI não são os únicos grupos no Afeganistão que causam sofrimento às mulheres. “As tropas dos EUA e da OTAN, suas Forças Armadas em operações militares, especialmente através de ataques aéreos em várias províncias” destroem casas, hospitais e escolas matando civis, incluindo crianças.
O Grande Negócio do Tráfico de Drogas da C.I.A.
Friba, representante da RAWA que não menciona o nome real já que as mulheres revolucionárias do Afeganistão atuam na clandestinidade em território afegão, diz em entrevista exclusiva que a C.I.A. continua liderando o tráfico de drogas de seu país,para fora. “As drogas foram vistas como a maneira mais rápida e fácil de ganhar dinheiro para financiar os proxies da C.I.A. e forças paramilitares, em diferentes países do mundo“. E a líder afegã acrescenta: “Graças à invasão dos EUA, o Afeganistão é um narco-estado hoje”.
O envolvimento direto da C.I.A. no tráfico de drogas remonta há muito tempo, não só no Afeganistão mas também em todo o mundo, como no escândalo Irã-Contras. O agora morto governador da província de Kandahar, Wali Karzai, um dos maiores traficantes de drogas do Afeganistão, esteve há muito tempo na folha de pagamento da C.I.A. Wali era irmão de Hamid Karzai, ex-presidente do Afeganistão escolhido pelos EUA pouco depois do início da ocupação, em outubro 2001.
Desde que o regime de Washington invadiu o país da Ásia Central, tem havido aumento meteórico da produção de opio no Afeganistão. Quando os “libertadores” norte-americanos invadiram – contra toda as leis internacionais e contra a própria Constituição estadunidense – o território afegão há 16 anos e meio, a produção do mesmo ópio que Tio Sam prometia erradicar no país passou a crescer imediata e vertiginosamente: desde 1994, quando o Taliban assumiu o poder em meio a um vácuo político deixado por EUA e URSS, o número de hectares da produção de ópio vinha caindo ano a ano, chegando a apenas 8 mil em 2001. No ano seguinte, já subiu para 74 mil para não mais parar de crescer, assustadoramente.
De acordo com UNODC, a área total no cultivo de papoula do opio (de cuja planta se produz a heroína) no Afeganistão foi estimada em 328 mil hectares em 2017. Vale lembrar, diante desses fatos, que a sociedade dos Estados Unidos é, de longuíssima data, a maior consumidora mundial de drogas. No caso particular da heroína, havia nos EUA 189 mil usuários do entorpecente; em 2016, este número altou para nada menos que 4,5 milhões (fonte).
Tal realidade, afegã e estadunidense, portanto, não é mera coincidência estando a C.I.A.em questão, projetada para gerar caos e violência mundo afora, a começar dentro de casa, a fim de ampliar o domínio global do 1% do topo da pirâmide.
Graças à sua máquina de propaganda mentirosa copiada de [Joseph] Goebbels [ministro de Propaganda de Adolf Hitler], os EUA conseguiram sair impunes de muitas das suas atividades criminosas não apenas na Guerra do Afeganistão, mas também nas guerras do Iraque, da Líbia e da Síria, ao mentir para o seu próprio povo”, denuncia Friba.
Em maio de 2009, Malalaï Joya, ativista afegã pelos direitos humanos, escritora e ex-parlamentar expulsa injustamente do cargo por denunciar, frente a frente, os criminosos senhores da guerra do Afeganistão, estupradores e traficantes de droga, concedeu uma entrevista ao jornal brasileiro O Tempo (Minas Gerais), em que denunciou o direto envolvimento da C.I.A. no comércio afegão de drogas, e o controle direto sobre as rotas anuais das drogas a nível global.
A repórter brasileira Renata Medeiros cortou e modificou totalmente a entrevista com a ativista afegã. No mesmo dia da publicação, tanto na versão impressa quanto no sítio de O Tempo, este autor, tradutor do sítio de Joya, enviou a tradução da entrevista “fantasia” ao Afeganistão, sem saber o que estava ocorrendo.
Joya levou um susto com a publicação e, indignada, enviou logo em seguida a este autor a versão original da entrevista– incluindo cabeçalhos dos diversos correios eletrônicos trocados com o jornal mineiro, a fim de servir como prova do quanto o jornalismo brasileiro tem estado manchado de sangue mundo afora – inclusive no Afeganistão, enquanto eterno “lambedor de botas” da C.I.A.
(Apenas no ano passado, foram mais de 10 mil civis assassinados, vítimas das bombas e dos mais diversos ataques violentos como consequência de uma criminosa invasão batizada de Operção Liberdade Duradoura. O ano de 2017 assistiu, silenciosamente, mais um recorde histórico de mortes de inocentes afegãos, em sua maioria mulheres e crianças).
Abaixo, a passagem da entrevista original em que Joya denuncia aos “catadores de migalhas” de Tio Sam a questão do ópio em seu país, reforçando as denúncias de Friba inclusive no que diz respeito à subserviência dos meios de comunicação aos ditames de Washington.
(Para terminar a “fanfarra” da “liberdade de imprensa e de expressão” da cínica jornalada tupiniquim, assim que este autor incluiu em seu livro de 2012 a versão original da entrevista de Joya a O Tempo, comparando com a versão publicada por este, o jornaleco mineiro retirou a entrevista “travesti” de seu sítio na Internet).
———- Forwarded message ———-
From: Defense Committee for Malalai Joya mj(at)
malalaijoya.com
Date: Fri, May 29, 2009 at 12:33 AM
Subject: Re: Interview (brazilian newspaper)
To: Renata Medeiros (…) @ (e-mail)
(…)
[Renata Medeiros] O que você pode dizer da produção de ópio no Afeganistão? É mais um problema em seu país?
[Malalaï Joya] “O único setor em que o Afeganistão avançou além da imaginação nos últimos anos, tem sido no cultivo e no tráfico de drogas, e agora o Afeganistão produz 93% do ópio mundial, que apresenta um aumento de 4.500% desde 2001.
Um dos objetivos ocultos da Guerra do Afeganistão foi, especificamente, restaurar o comércio de drogas patrocinado pela CIA e exercer controle direto sobre as rotas do setor anul de drogas global, na faixa de US$ 600 bilhões. A economia de narcóticos no Afeganistão é algo projetado da CIA, apoiado pela política externa dos EUA. Portanto, é muito compreensível ver isso desde outubro de 2001, o cultivo de papoula de ópio aumentou e há relatos de que mesmo o exército dos EUA está envolvido no tráfico de drogas.
A máfia das drogas está no poder afegão, apoiada pelo Ocidente. Recentemente, a mídia ocidental informou que Wali Karzai, irmão de Hamid Karzai, administra a maior rede de drogas no leste do Afeganistão, e é fato que funcionários de alto escalão do governo estão envolvidos neste negócio sujo.
Os esforços contra os narcóticos também são meras mentiras e nada mais que dramas. Um ex-senhor da guerra chamado General Khodiedad, é ministro de combate aos narcóticos e outro ex-senhor da guerra e conhecido narcotraficante chamado General Daud, é o chefe da unidade anti-narcóticos!
(...)
O ópio representa um dos maiores perigos para o futuro do Afeganistão.
(…)
Nenhuma vírgula acima foi, jamais, publicada pelo jornal brasileiro.
Pois então, a quem serve a grande mídia tão “defensora” da “liberdade de imprensa e de expressão”? Será possível que algum mortal ainda se deixa enganar? O (T)tempo tratou de confirmar a quem ainda tinha alguma dúvida, entre outras coisas, que o comércio de drogas realmente movimenta o mundo. E inegavelmente as grandes empresas de mídia são, no mínimo, cúmplices desse negócio sujo e bilionário, irrecuperavelmente de joelhos diante do Império.
O Tempo não integra, exatamente, o grupo da denominada grande mídia do País, porém segue fielmente sua linha. Á época da censura acima reportada, Arnaldo Jabor compunha a lista de comentaristas do conservador e policialesco jornaleco mineiro.
Global Research, March 16, 2018
Versão em inglês :
Postado: https://www.globalresearch.ca/c-i-a-fomenta-comercio-de-heroina-no-afeganistao/5632440 

GUERRA DE AGRESSÃO CONTRA O POVO DO YEMEN com todo apoio logistico, político e armamentista dos EUA, Israel, França e Espanha.

sábado, 5 de maio de 2018

SÍRIA, "a história sem fim" ...


A história que nunca acaba: persistem na ideia de destruir a Síria e o Oriente Médio.
Era uma vez um povo heroico que, entre suas diferentes confissões e grupos étnicos, conformavam a nação mais progressista e tolerante do Oriente Médio.

Se organizava socialmente sob  república e como todas as nações-estado do mundo, haviam coisas que deveriam ser melhoradas, mas a conexão entre seu povo, o exército e as organizações governamentais e civis era e é admirável. Pensem o que quiserem. A Síria é e tem sido um país  de diferentes, mas com um projeto comum ao qual todos sempre aderiram, exceto alguns irmãos primos radicais dos trens de
Atocha ou da van de Las Ramblas.

Alguns meios de comunicação e pseudo-especialistas  chamam de rebeldes aqueles coletivos de reacionários que estão estuprando e decapitando pessoas, por aqueles meridianos. Então, se por acaso "os rebeldes" voltam para casa,(seus países) são colocados em prisões por pertencerem  a uma conexão extremista. Curioso o paradoxo. O que é lamentável é que países, governos e suas máquinas branqueiam (limpam) a imagem desse flagelo sem parar. São rotulados como moderados, combatentes da liberdade, homens de Deus e outros qualificadores. Enquanto isso, lá no terreno, o que os fascistas penduram são pessoas pelo pescoço para cortar seus abdomens e esvaziar suas entranhas tendo o cuidado de registrar o macabro espetáculo pelo seus Iphone7.

O país de que falo é a República Árabe da Síria, e o povo  cujas entranhas estão sendo esvaziadas, por mais de sete anos, é o povo sírio. Eu digo o povo sírio sem acrescentar mais características, porque ali não foram importadas as peculiaridades dos indivíduo, sejam  elas cristãs, assírias, xiitas, curdas, sunitas ou armênias. Tensões e fricções acontecem  lá, mas a sabedoria desse povo épico e resistente deveria  ser um exemplo de fraternidade para toda a humanidade.
O povo sírio tem sofrido mais de 7 anos uma brutal agressão e está pagando um preço muito alto, o sangue de suas mulheres, homens e uma geração inteira perdida no meio do caminho. Um povo e uma sociedade despedaçada que por cima da dor segue resistindo estoicamente e com mais determinação e força do que em todos esses anos.

É lamentável ver como  500.000 mortos e os cerca de 12 milhões de deslocados não são suficientes para acabar com essa selvageria. A guerra, toda vez que parece chegar a um fim próximo, sobe um degrau que move o conflito para mais 5 anos e acrescer mais meio milhão de mortes. Assustador pensar que por trás das belas palavras e ternos com gravatas  ocidentais  seguem camuflando  as ânsias colonialistas  do passado na conquista da Síria e  do resto do planeta. Mudaram o discurso e vocabulário, mas é a mesma escória que cortava os testículos dos argelinos e os colocavam em suas bocas, enquanto estupravam as mulheres e meninas e, em seguida, lhes cortavam os seios. Esse sanguinário  lixo xenófobo é o mesmo criador dos  escravos na Líbia e da destruição da próspera nação  de Muammar Gaddafi,  o único apoio da África negra. As elegantes elites mundiais e seus vassalos são exportadores e defensores das "Revoluções Coloridas", levantes da "Primavera árabe, " e vários "levantes libertários" e insurreições para  os direitos individuais,  para os países que resistem  ou não são suficientemente "amigos"  do ocidente e do Tio Sam. 
Siria
Um jovem transformado em escravo com a ajuda dos especialistas e os meios de comunicação (de intoxicação) a serviço da OTAN

Líbia, Iraque, Ucrânia, Venezuela, Nicarágua, Irã, Síria, Coreia do Norte ou Cuba. Não o vês? Cheira estranho mesmo para os mais desinformados, não acha?
Algumas semanas atrás, Trump disse que abandonaria a Síria porque não acontecia nada por lá, já que o ISIS fora derrotado. Ato continuo ao tuiter  de  POTUS (Trump), a entidade sionista de Israel,   praticando uma nova ofensiva no território palestino que, como tantas outras  vezes, escapa da condenação internacional, apesar das imagens dolorosas de crianças e jovens assassinados ..., reprovou a dita declaração de Trump, com cinismo inigualável. Não tardou  somar-se  ao "moderno" príncipe saudita, Bin Salman. Um príncipe que percorreu todo o ocidente estendendo uma enorme soma de contratos para o Reino Unido, a França, a Espanha e os Estados Unidos. O Ibex35 (índice de referência da Bolsa espanhola) aplaudiu a visita tanto quanto M. Rajoy (presidente da Espanha)ou o clã Bourbon. A Mídia, os especialistas e  os governos esqueceram  de mencionar os massacres sionistas e  como os sauditas esmagam  milhares de civis sem nada para comer ou beber no Iêmen, sob cerco e vivendo em um campo de concentração, enquanto os  F16 da colisão  e  o ocidente lhes  queimam e amputam seus membros e a própria vida. Tampouco  importa se estão batendo  o recorde de decapitações ou que executam mulheres por feitiçaria. Shhh ... calem-se todos, que a elite mostrará considerações.

Siria
Isto é o que está fazendo a coalizão anglo-saudita no Yemen. Crianças bombardeados e desnutridos com a cumplicidade e o silêncio internacional.
Não se fez esperar  pelo balanço do misógino e estúpido Trump. Enquanto o Exército  Árabe da Síria negociava com as bandas islamo-fascistas para evacuar a área e liberar os últimos bolsões de Ghouta / Douma ... os grupos patrocinados pela Arábia Saudita romperam os acordos e de repente houve um ataque químico "governamental", contra toda a lógica e táticas , com a resposta pronta e esperada de Trump, May e Macron. Meio hilário o circo. Coisas dos netos e netas dos colonialistas que cortavam seios e pênis. A coisa triste dessa  história é que os meios de comunicação se calaram  no momento seguinte ... silenciaram sobre as provas de que não houve o tal ataque ,   inclusive   os depoimentos dos supostos afetados por ataques químicos  reconhecendo que foram  usados por mercenários para culpar o governo. Mais uma vez, o déjàvu químico é repetido. Também  não nos contam que os assassinos sionistas de Israel bombardearam diretamente o Irã e  seus assessores que lutam  na Síria contra o ISIS, buscando uma resposta da nação persa que não chegou. Nem nos dizem que o marido de Theresa May e conselheiro da primeira-ministra, Philip May,  é acionista de uma empresa armamentista  (Lockheed Martin), que há alguns meses atrás adquiriu uma percentagem mais elevada e, surpreendentemente, os mísseis  que Trump chama de "belos, novos e elegantes" eram de sua firma, cada um  no valor de 1 milhão de euros. Sua empresa disparou, alcançando altas cotações nas ações da bolsa de até +8 pontos, após o ataque. Nenhuma menção , nem na mídia conservadora, nem na progressista, que Macron enviou tropas francesas para  “ajudar” os curdos , invadindo a soberania de um país, passando por cima da aprovação do Parlamento e da  legalidade internacional pelo Arc du Triomphe, nunca melhor dito. Eu não vi no noticiário de hoje nada, nem vi a repulsa de jornalistas e intelectuais e autoproclamados especialistas do Oriente Médio  condenar o  ataque de israel, ontem à noite (30/04).

Siria
Pompeu e Netanyahu , a elite sionista decidindo o que fazer com os povos do mundo!

Um ataque anglo-saxão ou sionista (não mostram a cara, ninguém assume), onde foram relatadas dezenas de mortes, um ataque a uma base militar e no quartel dos bombeiros para que não fossem apagar as chamas ou resgatar vítimas. Esse é o repugnante e repulsivo nível exposto. Além disso, o ataque foi feito após a visita do assassino Pompeo ao seu primo, o sionista Netanyahu, com uma chamada para Trump incluída. Curioso, não é? Surpreendente é também o silêncio russo contra o ataque israelense, que, sem dúvida, procurou assassinar o pessoal iraniano, buscando novamente uma resposta da Guarda Republicana Iraniana. By the way, os mísseis de defesa aérea S-300 que Putin prometeu for free (grátis)) a Síria após o ataque dos mísseis "bonitos e elegantes" de Trump comprados do marido de Theresa May também não chegaram à Síria. Se acham perdidos ou a Duma, infestada de sionistas, parou a entrega a pedido expresso do lobby judeu russo?

Tampouco a mídia fala das façanhas "democratizantes" dos rebeldes moderados sírios apoiados pela Turquia da OTAN, no cantão de Afrin, onde até agora  estavam livres da guerra e agora são vistos como combatentes da liberdade apoiados pelo Ocidente, nesses mais de 7 anos  semeando o medo e a dor.

Há também a questão de como as tropas do governo sírio estão liberando o campo de refugiados palestinos de Yarmouk, no sul de Damasco, das garras do ISIS e outros grupos reacionários, mas o Ocidente, especialmente a mídia, omite que nesta luta milhares de combatentes  palestinos estão lutando junto com o exército sírio na libertação da zona dos takfirie. Não podem publicar esse fato, porque  sabem que a população do mundo e especialmente a ocidental sente grande simpatia e empatia pela causa palestina e, por isso,  não querem que o mundo saiba  que a causa palestina apoia  Damasco e a causa síria. Eles não querem mostrar que Palestina e Síria convergem, que um é o outro e vice-versa. 

Há muitas coisas que são omitidas e não nos dizem em geral, mas essa guerra excede todos os limites. A intoxicação e desinformação é brutal, o Império do capitalismo patriarcal global tenta nos desativar e que qualquer movimento contra a guerra do tipo de alguns anos atrás, fique bem longe. Na verdade, devemos reconhecer que estão conseguindo isso.

Pense e responda!
Por que soa estranho os atritos entre as milícias curdas-árabes (FDS) e as milícias aliadas de Damasco a leste do Eufrates? O que fazem as guerrilhas do YPG / YPJ Curdas em campos de gás e petróleo de Al Omar (longíssimo de Rojava), enquanto a Turquia massacra e ameaça suas irmãs e irmãos (curdas) ao norte e destrói  o Confederação  democrática enviando-a de volta a reacionária Idade Média? Por que estão construindo a USAF americana e o CENTCOM , a maior base de operações na Síria com pretexto curdo? Quem retém ou dirige as milícias curdas para que não combatam  com toda a sua força  a Turquia no norte?

O colonialismo sempre atuou desta forma, da África  à América Latina, passando pelo Oriente , a  estratégia sempre foi dividir e separar. Criar inimigos e inimizades entre os povos de um território, para que perdure a ruína e a destruição  pelos séculos, séculos, amém.

Eu não ouvi nada sobre a declaração que Netanyahu fará hoje à noite, e você ouviu alguma coisa? Dizem que é uma bomba, uma novidade, pode ter a ver com o Irã. Tem certeza? Irã? Ufff ... que estranho.  O Irã, que  a única coisa que faz é lutar contra os islâmicos- fascistas na Síria, pois sabe que a República Islâmica do Irã é a próxima na lista de ingerências e é a cereja do bolo, desejada pelo Império.
Esse foi o motivo e a razão pela qual  derrubaram Mossadegh em 1953, colocando o despota do Xá Reza Pahleve (1953-1979). Não  foi bem vista a troca feita no processo revolucionário (1979) que culminou em uma teocracia hostil em relação aos interesses dos EE. UU e Israel e um dos países mais fiéis e amigos dos palestinos, dos sírios ou dos iraquianos na atualidade.

"Benyamin, o louco corrupto" (Netanyahu) veio com o seguinte script : ouvimos rumores que os iranianos tem armas nucleares em experimentação e sob supervisão norte-coreana ... e mais umas  besteiras baseada nos acordos nucleares para justificar que Trump  rompa o pacto, como se ninguém  soubesse que iria revogá-lo, desde que entrou na Casa Branca ... (agora é quando devemos começar a chorar ou rir  até acabarmos no chão). Lamentável e muito pobre a história e o conto para não dormir. O ruim é que alguns "especialistas" ou "intelectuais" justificarão isso com imagens de satélite tiradas do escritório de George Soros ou do Pentágono e da Mossad .

Pode soar um pouco alarmista, até mesmo cômico, mas convido você a questionar as notícias e a responder às perguntas que lancei em algum paragrafo acima. Enquanto  isso ocorre, o Exército Árabe da Síria e seus aliados continuam a libertar o país dos mercenários salafistas patrocinados pelo império anglo-saxão  e a OTAN , as democráticas petromonarquias do Golfo, como os  Saud, e o pacífico e tolerante estado parasitário de Israel.
A poucos dias tivemos o  triste aniversário do bombardeio de Gernika (26/04/37) e não é coincidência que os mesmos cães sigam mordendo, embora mudem  a coleira, desta vez na Síria .
SÍRIA RESISTE, Não passarão!

Tradução: somostodospalestinos.blogspot.com

http://www.revistalacomuna.com/internacional/siria-cuento-de-nunca-acabar/

quinta-feira, 3 de maio de 2018

Adolescente palestino morre de ferimentos, após ser alvejado por Israel na Marcha de Retorno

Em comunicado, o porta-voz do Ministério da Saúde de Gaza, Ashraf al-Qidra, anunciou que Anas Abu Asser, de 19 anos. residente do bairro de Tal al-Hawa (sul de Gaza), morreu quinta-feira no hospital. Al-Shifa, do enclave costeiro, devido aos ferimentos graves causados por tiros disparados por atiradores israelenses em 27 de abril.
Funeral de Anas Abu Asser, joven palestino muerto por heridas sufridas en protesta antiisraelí.
Um adolescente palestino que foi baleado na semana passada por forças israelenses durante os protestos e confrontos contra a ocupação ao longo da fronteira entre a Faixa de Gaza sitiada e os territórios ocupados, morreu de ferimentos infligidos por franco-atiradores israelenses.

Desde o dia 30 de março, dezenas de milhares de palestinos protestam perto da fronteira entre Gaza e os territórios ocupados por Israel para exigir que o regime de Tel Aviv levante o bloqueio contra o enclave e reconheça o direito dos refugiados palestinos de retornar às suas casas, as suas  terras de origem.

As mobilizações continuarão até 15 de maio, data em que a Marcha de Retorno coincide com o aniversário da criação do regime de Israel, conhecido como o Dia da Nakba (catástrofe, em árabe).

Postado:  http://espanol.almayadeen.net/news/Palestino%20Muerto/249681/adolescente-palestino-muere-por-heridas-sufridas-en-marchas/