terça-feira, 20 de outubro de 2015

TODOS JUNTOS PELA PALESTINA E PELO POVO ÁRABE NA LUTA CONTRA A OCUPAÇÃO E OS MERCENÁRIOS DO IMPERIALISMO

Reunião ampliada  do Comitê de Solidariedade à 
Luta do Povo Palestino RJ 
Quarta feira , dia 21 de outubro - 18 horas
Local: Sepe - 7 andar


A juventude e as crianças palestinas estão trazendo novas esperanças à luta contra a ocupação sionista. Com pedras na mão estão enfrentando o exército sionista que intensificou no último período a violência contra o povo palestino. Israel perdeu totalmente (se é que alguma vez existiu) o senso de humanidade, de dignidade , etc. Estão atirando para matar covardemente os jovens e crianças palestinas que lutam com pedras  na mão e uma faca de cozinha para se defender do exército mais cruel do mundo. Enquanto o exército executa os palestinos, levando a cabo a política de limpeza etnica , o sistema judiciário sionista prepara leis que criminalizam as crianças "envolvidas em atos terroristas".


Ou seja, pedras e utensílios usados para legítima  defesa e resistência contra uma ocupação bárbara é crime, mas bombas nucleares, armas superpoderosas, armas químicas, torturas contra os povos árabes são instrumentos da defesa da democracia !
Está claro que a nova onda de violência do exército sionista contra o povo palestino nos territórios ocupados está ligada a nova situação no Mundo Árabe aberta pela  resistência e unidade do povo sírio que está derrotando os grupos de mercenários terrorista takfiri financiados pelos EUA e Israel. Isso, graças a  aliança entre Rússia, Iran e Hezbollah que resolveram enfrentar, juntos  com a Síria,  a estratégia dos sionistas de fragmentar  o país, a exemplo do que fizeram na Líbia e no Iraque. Israel sabe que uma vitória da resistência árabe na Síria significa o fortalecimento da resistência em todo o Oriente Médio, em particular  na Palestina, e o adiamento dos seus planos de solução final. Por isso, a entidade sionista se antecipa, amplia e intensifica  a violência  contra o povo palestino.

Precisamos  apoiar o levante da juventude e do povo palestino em defesa de sua dignidade, de suas casas, de suas crianças, de suas terras contra a ocupação sionista.  Israel está executando a queima roupa o povo palestino, precisamos denunciar os crimes do exército de Israel contra as crianças, a juventude e o povo palestino.

Na semana passada decidimos em reunião organizar algumas atividades com esta intenção. Nossa preocupação é que seja uma atividade mais ampla possível. Uma atividade que seja construída por o máximo de organizações dos movimentos sociais e políticos de nosso país. 

Todos juntos pela Palestina e pelo povo árabe na sua luta contra o sionismo e os mercenários do imperialismo sionista.

Participe! 
Reunião nesta quarta , dia 21 de outubro no SEPE

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Israel enfrenta com tiros letais os jovens palestinos desarmados em manifestações de fúria!







Nesta terça, 13/10,  um adolescente palestino de 15 anos identificado como Khaled Hassan Manasra  foi gravemente ferido por tiros da polícia israelense . Essas imagens mostram o jovem ferido e ensanguentado no chão, sendo insultado com impropérios racistas por uma multidão de judeus. O fato aconteceu em Jerusalém oriental , durante assedio das forças de ocupação. A imprensa palestina informa que  o jovem de 15 anos não resistiu e morreu. Seu primo Ahmad Saleh Manasra foi gravemente ferido. 

https://actualidad.rt.com/sociedad/188484-abusan-nino-palestino-herido-muerte


terça-feira, 13 de outubro de 2015

REUNIÃO DO COMITÊ DE SOLIDARIEDADE À LUTA DO POVO PALESTINO DO RJ



Reunião do Comitê de Solidariedade à Luta do Povo 
Palestino/RJ

Data: 14 de outubro de 2015 - quarta feira
Local: Sepe - Auditório - 7 andar
18 horas
Pauta: atividade de solidariedade à Intifada palestina contra a ocupação sionista!



Hoje, dia 13 de outubro , é o  13°  dia da Intifada  (levante popular) que tomou conta da Palestina em resposta as mortes diárias, a violência contra os jovens desarmados e as crianças, as centenas de prisões, as destruições dos lares palestinos,  as violações aos lugares sagrados, como a Mezquita de Al Aqsa,  e a contínua e sangrenta  expansão da ocupação sionista nos territórios palestinos.


Os enfrentamentos dos jovens palestinos  contra as tropas de ocupação seguem acontecendo em Jerusalém. Cisjordânia e Gaza.


Já são 25 pessoas mortas e mais de 1.300 feridos por disparos do exército sionista  que covardemente enfrenta os jovens que lutam por sua dignidade violada com armas letais e outros instrumentos próprios do terror sionista, como as bombas de gás que paralisam as pessoas e as balas de borracha.


No domingo, dia 11 de outubro, o exército  de ocupação sionista disparou com munição  real contra manifestantes palestinos desarmados em Tulkarem, Nablus, Al Jalil (Hebron) e Ramalá.


Na semana anterior o prefeito de Jerusalém convocou a população de colonos sionistas (ocupantes das terras palestinas) a irem para as ruas com suas armas e que as utilizem contra os palestinos, qualificando o povo palestino que luta na defesa de sua terra, dignidade e vida de terroristas.  Fato que os palestinos convivem desde 1948, quando os sionistas invadiram e ocuparam os territórios palestinos. Mas agora os sionistas estão mais confiantes das suas parcerias internacionais na ONU, sabem que contam com mais tolerância para seus crimes. Isso estimula a campanha aberta para que a população sionista matem mais palestinos. Isso  nos mostra a que ponto chegou o sionismo e a conivência e cumplicidade do imperialismo, cuja política para o Mundo árabe  está exposta na Síria e no Iraque.


O súbito crescimento  da intensidade da violência sionista e da limpeza étnica que fazem  contra os palestinos pode ter  origem  no desenrolar  surpreendente da situação Síria, com a entrada em cena do exército russo contra os mercenários do ISIS e outros grupos, financiados pelos EUA e Israel.


A nova situação aberta na Síria desorganiza a estratégia imperialista sionista  para o Mundo Árabe  de fragmentar e expandir para outros países árabes o  Nakba ( a tragédia vivida pela ocupação sionista) incluindo o que restou da Palestina,  e coloca a luta do povo palestino em outro patamar de esperanças. E nesse sentido, Israel se antecipa e parte para a ofensiva contra a resistência palestina, prendendo, torturando e matando.


A juventude palestina, incluindo as mulheres estão indo as ruas lutar contra o monstro sionista com pedras e coquetel Molotov , enquanto o exército de Israel  cospe mortes e terror com suas super armas modernas.

É a Terceira Intifada em defesa da Palestina contra a ocupação, em defesa da vida e  da dignidade humana.  Precisam da solidariedade internacionalista. 
Participe da reunião. 
A solidariedade internacionalista  é a ternura entre os povos

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

EUA DEIXAM CLARO DE QUE LADO ESTÃO NA GUERRA POR LIVRAR A SÍRIA DOS MERCENÁRIOS TERRORISTAS


Diana Rojas
Con el inicio de los bombardeos de aviones de combate rusos en Siria, EEUU ha incrementado dramáticamente su retórica en contra de los ataques de Rusia y de cualquiera que no participe en “su coalición” contra el EI en Siria y ha afirmado que la campaña militar rusa está “condenada al fracaso”.

Esta afirmación expresa claramente la irritación de EEUU y su temor a que su fracasada campaña contra el EI quede en entredicho al lograr los rusos un éxito allí donde el gobierno estadounidense fracasó.

En realidad, todos los intentos de EEUU por influir en la crisis siria han sido un fracaso. Recientemente, Washington se vio obligado a suspender su programa de entrenamiento de terroristas “moderados” cuando dos grupos de estos últimos fueron derrotados, se rindieron o se pasaron al Frente al Nusra, la rama de Al Qaida en Siria, con sus equipos y armas.

Algunos responsables del Departamento de Estado ven la implicación de Rusia en los ataques contra los grupos terroristas en Siria con una “grave preocupación” y piden a Rusia que no lance ataque contra los grupos terroristas distintos al EI, lo que debería incluir al Frente al Nusra, Ahrar al Sham, el Ejército Sirio Libre y otros grupos de ideología similar, que representan un peligro para Siria no menos grave que el del EI.

En este sentido, responsables del Pentágono han afirmado que los primeros ataques de Rusia han sido dirigidos “probablemente” contra áreas que no están en poder del EI.

En realidad, EEUU, que estuvo detrás de la creación del EI, Al Qaida y otros grupos terroristas que asolan el mundo hoy en día interviene en Siria no con el fin de luchar contra el terrorismo, sino para derrocar al gobierno legítimo de Bashar al Assad e instalar un gobierno títere en Siria que sirva a sus intereses y a los de sus aliados regionales -Arabia Saudí, Turquía e Israel. EEUU no tiene ninguna intención de acabar con el EI ni con Al Qaida, sino que busca más bien instrumentalizarlos para que combatan contra los gobiernos a los que desea derrocar o debilitar, como los de Siria, Iraq, Irán y Rusia, que siguen una política independiente de Washington.

Esto no significa que EEUU no esté dispuesto a atacar a estos grupos cuando se salen del control. Cabe recordar, en este sentido, que EEUU bombardeó en su día a varias facciones, incluyendo al grupo Jorasán, vinculado al Frente al Nusra, al que acusó de planear ataques contra objetivos en países occidentales. El ataque contra Al Qaida fue fuertemente criticado por medios opositores sirios y por otros grupos como el Ejército Sirio Libre, lo cual sirvió para desmentir, una vez más, el carácter “moderado” de estas fuerzas.

La reacción de los grupos apoyados por EEUU ante los ataques rusos ha sido también de rechazo en esta ocasión. Algunos afirman que los aviones rusos les han bombardeado y otros afirman que Rusia ha atacado a civiles. Jefes del Ejército Sirio Libre han amenazado incluso a Rusia con “un nuevo Afganistán”.

EEUU, por último, ha señalado que continuará sus propios ataques contra el EI en Siria, después de que Rusia le llamara a detener sus operaciones con el fin de evitar incidentes aéreos no deseados. Rusia ha pedido también que las dos naciones se coordinen en contra del terrorismo en Siria, algo que EEUU se ha negado a hacer.

http://www.almanar.com.lb/spanish/adetails.php?eid=108535&cid=59&fromval=1&frid=59&seccatid=25&s1=0

Quatro palestinos são apunhalados na cidade de Dimona por um judeu em "ato nacionalista"

"Por el momento, hay cuatro heridos árabes en ataques con arma blanca con motivos aparentemente nacionalistas", señaló la portavoz policial, Luba Samri, en un comunicado.
El atacante israelí no identificado, según los primeros informesatacó a un obrero beduino de 35 años de edad, antes de huir de la escena y apuñaló a otros tres trabajadores beduinos palestinos.
Tres de las víctimas son empleados del municipio Dimona del estado israelí.
Dos de los hombres recibieron lesiones moderada a graves y fueron trasladados al hospital Soroka para recibir tratamiento, mientras que los otros dos resultaron levemente heridos.
El sospechoso israelí, se dice que tiene 17 años, fue detenido.
Este ataque se produce después de reportes de que una turba de israelíes atacaron a palestinos en la plaza central de la ciudad de Netanya la noche del jueves, con una multitud de israelíes lanzando sillas a los palestinos y cantando "Muerte a los árabes" y "residentes Netanya tengan cuidando de los árabes".
La región vive en las últimas tres semanas una gran tensión, que se incrementó hace nueve días con el asesinato de dos colonos israelíes en el norte de Cisjordania.
Fuente: Agencias / Palestinalibre.org

Israel utiliza gaz letal contra manifestações de palestinos desarmados





 Que gaz estão utilizando em el Tsahal para reprimir as manifestações dos palestinos contra a ocupação?
"Algunos de los casos que estamos atendiendo son difíciles debido al gas utilizado”, explica el doctor Raed Yaseen, “este gas es muy extraño, hemos tenido que llevar al hospital a cinco personas gaseadas, además de a cuatro por heridas de balas reales. Este gas causa asfixia, especialmente cuando se lanza en gran cantidad contra los manifestantes, que pierden el control de los movimientos y necesitan una ambulancia rápidamente”.
Nuestro corresponsal no fue autorizado a acercarse a los militares israelíes, que le conminaron a que se marchase inmediatamente de la zona. Los efectos que provocan normalmente los gases lacrimógenos sobre las personas son distintos a los observados estos días en Jerusalén y Cisjordania.

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

O monstro sionista com mais fome de sangue do povo palestino que resiste a ocupação de seu território !

garoto palestino sequestrado por soldados sionistas













2 de octubre de 2015 –  Os soldados do regime israelense sequestraram  562 palestinos em setembro, entre eles dezenas de crianças, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, informa a Sociedad de Prisioneros Palestinos (SPP).
No informe divulgado nesta quinta feira (1/10), a SPP denuncia que as forças sionistas sequestraram 294 palestinos, em Al Quds ( Jerusalém). Que as tropas israeleses raptaram 56 habitantes de Gaza, incluindo 40 pescadores, 75 en Al Jalil (Hebron), 38 em Ramalá, 32 em Beitolahm (Belém), 22 em Yenin, 20 em Nablus, oito pessoas em Tulkarem, seis em Ariha (Jerico), cinco em Tubas, quatro em Qalqilya e dois em Salfit.
No total, são  mais 230  crianças palestinas nos cárceres sionistas, privadas do respeito aos direitos  direitos mais elementares e vítimas de torturas fisicas e psicológicas.
Situação semelhante das 25 mulheres palestinas presas, das quais 15 foram presas  no mês de setembro.
COLONOS E FORÇAS DO EXERCITO SIONISTA INVADEM A MESQUITA DE AL-AQSA
Dezenas de colonos sionistas acompanhados das forças militares de israel invadiram ontem a Mesquita de Al-Aqsa, na c idade de Al-Aqsa (Jerusalém). O templo religioso  é considerado o terceiro mais sagrado para os muçulmanos.
Há duas semanas, as forças sionistas de ocupação reprimem os religiosos que se aproximam da Mesquita para fazer suas orações. A situação está insustentável!
Informação tirada do Resumo Latino,  da Palestina Libre e HispanTV

Meu coração, com a Palestina

67 anos de "Nakba" (A catástrofe palestina)

Campanha para que todos tomem consciência sobre o que ocorreu e ocorre nas terras palestina.

Somente a solidariedade entre os povos fará que algum dia haja justiça para Palestina. (Annur TV)


Israel mata mais um jovem palestino e deixa um rastro de centenas de pessoas feridas na Cisjordânia, para completar, o mostro assassino lança bombas sobre GAZA


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Especial Resumen Latinoamericano (con información de Hispan TV, RT, y Palestina Libre) 4 de octubre 2015 http://www.resumenlatinoamericano.org/2015/10/04/especial-palestina-choques-en-cisjordania-dejan-un-palestino-muerto-y-500-heridos-israel-bombardea-gaza/
Un adolescente palestino ha muerto este domingo en los enfrentamientos registrados en la ciudad de Tulkaram, en la ocupada Cisjordania.
“Hozaifa Osman, de 18 años de edad, ha fallecido en los choques entre manifestantes palestinos y soldados del régimen israelí en el oeste de Tulkaram”, informa la agencia local Safa.
Hozaifa Osman, de 18 años de edad, ha fallecido en los choques entre manifestantes palestinos y soldados del régimen israelí en el oeste de Tulkaram”, informa la agencia local Safa.
Previo a esto, otro palestino falleció por los disparos de soldados israelíes en Al-Quds (Jerusalén), bajo el pretexto de haber sido el autor de un ataque antisraelí.
El incidente ha tenido lugar después de que en la misma jornada del domingo, se produjeran duros choques entre palestinos y fuerzas de seguridad israelíes en diferentes puntos de Cisjordania y la ciudad de Al-Quds.
La Sociedad de la Media Luna Roja de Palestina ha subrayado que al menos 425 palestinos han resultado heridos en los enfrentamientos con los soldados israelíes en Cisjordania. De esta cifra unos 32 por impactos de balas reales, 128 por balas de goma y 11 han sido golpeados. Además 254 fueron tratados por haber inhalado gases lacrimógenos.
Por su parte, fuentes médicas han informado que en los choques de Al-Quds, 106 palestinos han sufrido heridos por balas reales y 72 por balas de goma y cinco han representado síntomas de asfixia por gas tóxico lanzado por fuerzas israelíes.
Además, el Gobierno palestino ha denunciado la escalada de violencia de las autoridades israelíes en Al-Quds y en Cisjordania ocupada.
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Manifestantes palestinos en Cisjordania huyen tras el lanzamiento de gases lacrimógenos por soldados israelíes.
El secretario general de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) Ban Ki-moon, a través de un comunicado ha expresado su profunda preocupación respecto a los últimos incidentes registrados en los territorios ocupados palestinos y ha hecho un llamado a la calma.
A su vez, en una conversación telefónica con el máximo responsable de la ONU, el presidente palestino, Mahmud Abás, ha pedido la protección internacional del pueblo palestino ante los ataques de los colonos y soldados israelíes.
Cabe señalar que ese mismo domingo, la Media Luna Roja Palestina ha declarado estado de emergencia de tercer grado en Cisjordania y Al-Quds, mientras que aumenta la agresión de los colonos israelíes contra la nación palestina.
El secretario general de la Organización para la Liberación de Palestina (OLP), Saeb Erekat, ha afirmado que el reciente estallido de violencia en Cisjordania y Al-Quds es similar a la situación que se vivió en los primeros días de la Segunda Intifada (levantamiento).

Israel lanza un ataque aéreo contra la Franja de Gaza

5 oct 2015
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Aviones de combate israelíes han lanzado ataques contra objetivos en la Franja de Gaza en respuesta al lanzamiento de dos cohetes desde su territorio.
Varios testigos informan de al menos cuatro explosiones que han tenido lugar en Gaza. Además indican haber observado cazas israelíes F-16 y aviones no tripulados sobrevolando la zona.
Los ataques presuntamente estaban dirigidos contra el ala militar del movimiento Hamás, las Brigadas al-Qassam.
Los aviones israelíes supuestamente han logrado hacer blanco en el sitio de entrenamiento de Abu Jarad y el campamento Bader, en el centro de la Franja de Gaza. De momento se desconoce si el ataque israelí ha causado víctimas.
El domingo por la noche dos misiles fueron lanzados desde Gaza hacia Israel. Uno de ellos explotó en el territorio de Gaza cerca de la frontera, mientras que el segundo lo hizo en el territorio del Consejo Regional de Eshkol sin causar heridos ni daños, según medios locales.

Israel prohíbe la entrada a palestinos a la Ciudad Vieja de Jerusalén tras ataques mortíferos

Domingo, 4 de Octubre de 2015
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Israel decidió este domingo cerrar la Ciudad Vieja de Jerusalén a los palestinos, tras ataques que se cobraron la vida de dos israelíes, en lo que el primer ministro Benjamin Netanayahu definió como “combate a muerte contra el terrorismo palestino”.
El casco antiguo de Jerusalén, que suele estar muy concurrido, tenía este domingo un aspecto de ciudad atrincherada, con las tiendas cerradas, los callejones casi vacíos y las puertas custodiadas por cientos de policías.
Es la primera vez que las autoridades toman esta medida, según la portavoz de la policía, Luba Samri. Durante 48 horas sólo los israelíes, los residentes de la Ciudad Vieja, turistas, empresarios y estudiantes podrán entrar.
Según Samri, esta medida impedirá que la inmensa mayoría de los palestinos de Jerusalén-Este, que viven fuera de la Ciudad Vieja, puedan acceder a esa parte de la ciudad. Los árabes israelíes sí podrán entrar en la zona, precisó.
El acceso a la explanada de las Mezquitas ha sido prohibido a los hombres de menos de 50 años, una medida utilizada habitualmente en momentos de tensión. No habrá restricciones de acceso para las mujeres, añadió Samri.
Según un balance de la Media Luna Roja palestina, al menos 77 palestinos resultaron heridos por disparos israelíes en las últimas 24 horas, 18 por balas reales y 59 por bales de goma. Además 139 fueron tratados por haber inhalado gases lacrimógenos y otros seis por haber recibido golpes de soldados o colonos israelíes.
En la Cisjordania ocupada también aumentó la tensión. Este domingo de tarde decenas de jóvenes palestinos se enfrentaron con soldados israelíes a la salida de Ramala cerca del punto de paso de Bet El, constató la AFP.
El primer ministro israelí, Benjamin Netanyahu, declaró este domingo que su país está “librando una lucha a muerte contra el terrorismo palestino”, y ordenó nuevas y duras medidas tras los ataques que cobraron la vida de dos israelíes en Jerusalén.
“Estas medidas incluyen, entre otras, la demolición más rápida de las casas de los terroristas”, dijo a su regreso de Nueva York, tras haber hablado en la Asamblea General de la ONU.
El primer ministro instruyó en cuanto a medidas “para prevenir el terrorismo, así como para disuadir y castigar a los agresores”.
Por su parte, el secretario general de la ONU Ban Ki-moon “está profundamente preocupado de que estos últimos incidentes marquen un peligroso avance hacia una escalada”, señaló un comunicado, haciendo un llamado a la calma.
En una conversación telefónica con Ban, el presidente palestino Mahmud Abas pidió la protección internacional del pueblo palestino ante los ataques de los colonos, señaló la presidencia.
– ‘Deber nacional y religioso’ –
En realidad, sobre las 09H30, ningún palestino -hombre o mujer- podía entrar a la Ciudad Vieja, y sólo podían hacerlo quienes tenían un pasaporte extranjero o un carné de identidad israelí.
Unas 50 mujeres musulmanes y un grupo de hombres protestaban ante la puerta de los Leones, la única que permanece abierta. Luego manifestaron por los callejones del casco antiguo, antes de que la policía les cerrara el paso.
“Es mi deber nacional y religioso defender Al Aqsa”, la mezquita que se encuentra en la explanada, explicó Um Mohamed, una árabe israelí.
El gobierno palestino criticó la decisión de Israel en un comunicado en el que denunció “la política de escalada de las autoridades de ocupación israelíes” en “Jerusalén y en Cisjordania ocupada”.
En la madrugada del domingo, el ejército israelí había llevado a cabo una operación en el campo de refugiados de Yenín, en Cisjordania ocupada, para intentar detener en su casa a un responsable de Hamas, Qais al Saadi, según indicaron responsables palestinos.
Dos palestinos resultaron heridos de bala durante la intervención, informaron fuentes de seguridad y médicas. Según ellas, el ejército detuvo a tres palestinos, pero no logró arrestar a Al Saadi.
La operación militar y el cierre de la Ciudad Vieja se produjeron después de dos ataques palestinos contra israelíes en la noche del sábado.

Ataque israelí a un barrio palestino en Cisjordania deja 38 personas heridas

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Al menos 38 palestinos han resultado heridos tras un ataque de las fuerzas israelíes a un barrio en el norte de Cisjordania, confirman fuentes locales
Según las fuentes palestinas, la violencia estalló después de que “decenas de fuerzas israelíes a bordo de vehículos militares” irrumpieran a primera hora de este domingo en un barrio en la ciudad cisjordana de Yanin.
Por su parte, los palestinos protestaron contra la brutal redada y arrojaron piedras contra los agresores, a lo que militares del régimen de Tel Aviv respondieron con gases lacrimógenos y municiones reales.
Los uniformados israelíes además lanzaron un cohete contra la casa de Qais Saadi, uno de los miembros de Hamas en Cisjordania.
Fuente: Hispan TV

Enfrentamientos con varios muertos

Un palestino de 19 años, Mohanad Chafik Halabi -presuntamente miembro de la Yihad Islámica-, mató a dos israelíes e hirió a una mujer y a un niño con arma blanca y de fuego en la Ciudad Vieja, antes de ser abatido por la policía.
Horas después, otro palestino hirió gravemente a cuchilladas a un transeúnte en la parte oeste de la ciudad antes de ser abatido por las fuerzas del orden.
Desde mediados de septiembre, estallaron numerosos enfrentamientos entre palestinos y policías israelíes en la explanada de las Mezquitas, tercer lugar santo del islam y también el más sagrado para los judíos, que lo denominan el monte del Templo.