quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Por que os colombianos migram para a Venezuela?






 Mais de 5 milhões de colombianos chegaram a Venezuela fugindo da guerra e da falta de oportunidades que o Governo de seu país nega aos colombianos. Fogem da violência que vive o país há mais de 50 anos.

Nos últimos 10 anos Venezuela concentrou 30% da migração colombiana, informou nesta quarta feira o vice presidente de Planificação e Conhecimento, Ricardo Menéndez.
Atualmente mais de 5,6 milhões de colombianos vivem na Venezuela, beneficiados com os mesmos direitos dos venezuelanos.
A realidade do êxodo colombiano a Venezuela responde a falta de oportunidades que os Governos da Colômbia negam a seus habitantes há anos. Por isso, ficam desesperados ante a possibilidade de retornar a sua terra natal, o que leva a preferirem falsificar documentos para obter refúgio na Venezuela.

As pessoas fogem da Colômbia devido a guerra interna e ao modelo neoliberal que impera em detrimento da população que migra buscando saúde, educação, trabalho e moradia.

Razões para migração a Venezuela:


Direitos Humanos - violência e conflito

Em que pese o avanço dos Diálogos de Paz entre o Governo colombiano e as Forças Armadas Colombianas - Exército do Povo (FARC-EP) em Havana. muitos colombianos padecem o recrudecimento do conflito em muitas regiões do país.
A este fenomeno se  agrega o paramilitarismo, o exército e a impunidade judicial nos casos de violência contra o povo.

A Colômbia tem mais de 15 condenações da Corte Interamericana por violações dos Direitos Humanos, 50 processos abertos por desaparições forçadas. falsos positivos e outros crimes imputados ao Estado colombiano.

 
Falta de atenção social
A falta de oportunidades sociais e econômicas na Colômbia se converteu em uma das razões principais da chegada dos colombianos a Venezuela há muito tempo. Uma vez na Venezuela, passam a ter direito a uma casa digna, serviços médicos e educação gratuita.
Dados oficiais assinalam que 21% dos residentes nas fronteiras da Venezuela são de origem colombiana. Deste total, ao menos 18 mil recebem atenção através do programa "salud de Barrio Adentro", promovido pela revolução Bolivariana.
Além disso, 16.550  mil colombianos se tratam nos centros hospitalares venezuelanos de forma gratuita e 8 mil procuram os centros de saúde privada.
Há 2.681 colombianos que são atendidos e inscritos no seguro social e 8.516 crianças colombianas frequentam os centros educacionais da Venezuela.





Mais empregos na Venezuela

No eixo de fronteira são oferecidos 25 mil postos de trabalho a colombianos. Do total de 75 mil vagas na região de fronteira, 25 mil são ocupadas pelos colombianos



Políticas neoliberais



As consequências do Tratado de Livre Comercio (TLC) entre Colômbia e Estados Unidos desencadearam mobilizações pelo país. Organizações sociais e camponesas  realizam mobilizações contra a intervenção dos EUA nos assuntos internos do país.
Os colombianos buscam bem estar que o Estado se nega , sequela das negociações com os poderes hegemônicos do Norte.
Estas políticas neoliberais têm expulsado os camponeses de suas terras.



Economia colombiana

O fator econômico é outra causa. O salário médio de um trabalhador em Colômbia é de 644 mil pesos por mês,  que não consegue sustenta  a si mesmo, nem a sua família devido ao processo inflacionário e o alto custo dos bens e serviços.
Na Venezuela, ao contrário, os trabalhadores gozam de benefícios sociais que foram reivindicados e melhorados nos 15 anos de Revolução Bolivariana.


Dados

De acordo com a Comissão de Refugiados da Venezuela, desde 2003 cerca de 5.991 mil colombianos se refugiaram no pais vizinho, e, desde 1975 ao menos 1.200 milhão receberam atenção social, médica e educativa.
 

Contexto






Há mais de 15 dias o Presidente da Venezuela Nicolás Maduro decretou estado de exceção constitucional em vários municípios do estado de Táchira (oeste de Venezuela), todos na região de fronteira com a Colômbia a fim de garantir a paz e a tranquilidade nesta zona compartilhada entre ambos os países.


Que significa o decreto "estado de exceção"


Para o embaixador da Venezuela na OEA, Roy Chaderton Matos, a decisão de Maduro de
fechar a fronteira que compartem ambos países, responde as demandas dos venezuelanos  pela falta de abastecimento  produtos e alimentos que estavam sendo  extraídos ilegalmente para a Colombia através do contrabando e dos grupos paramilitares.

Tradução: somostodospalestinos.blogspot.com
Este contenido ha sido publicado originalmente por teleSUR bajo la siguiente dirección:
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quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Esses paraquedas sobre nossas cabeças O arte da guerra

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“A guerra, o ato político com o qual uma parte tenta impor a sua vontade a outra, se decide sobre um terreno em que as pessoas vivem. E é sobre esse terreno que o exército dos Estados Unidos, o mais bem armado e treinado do mundo, não deve jamais fracassar”. O “terreno” de onde são lançadas as operações dos Estados Unidos e da Otan para o Leste e o Sul, mais uma vez, é o europeu. No sentido não apenas militar, mas também político.

Protegidos pelo blecaute político-midiático, estão descendo na Europa enxames de paraquedistas em pé de guerra. Trata-se da “Swift Response” (Resposta Rápida), “o maior exercício militar da Otan de forças aerotransportadas, cerca de cinco mil homens, desde o fim da guerra fria”.
Realiza-se de 17 de agosto a 13 de setembro na Itália, Alemanha, Bulgária e Romênia, com a participação também de tropas estadunidenses, britânicas, francesas, gregas, holandesas, polonesas, espanholas e portuguesas. Naturalmente, confirma um comunicado oficial, sob a “direção do exército dos Estados Unidos”.
Para a “Resposta Rápida”, o exército dos Estados Unidos” emprega, pela primeira vez na Europa depois da guerra contra a Iugoslávia em 1999, a 82ª Divisão aerotransportada, incluindo a 173ª Brigada baseada em Vicenza (Itália). A mesma que treina desde abril, na Ucrânia, os batalhões da guarda nacional de clara composição neonazista, subordinada ao Ministério do Interior e que agora, depois de um exercício com fogo realizado na Ucrânia em seis de agosto, começa a treinar também as forças armadas “regulares” de Kíev”.
A “Swift Response” foi precedida em agosto pelo exercício militar bilateral EUA-Lituânia “Uhlan Fury”, acompanhado por um semelhante na Polônia e pela denominada “Allied Spirit”, realizado na Alemanha, sempre sob o comando estadunidense, com a participação de tropas italianas, georgianas e até mesmo sérvias. E, pouco depois da “Swift Response”, se desenvolverá de três de outubro a seis de novembro uma das maiores manobras militares da Otan, a “Trident Juncture 2015”, que mobilizará sobretudo na Itália, Espanha e em Portugal forças armadas de mais de 30 países aliados e parceiros, com 36 mil homens, mais de 60 navios e 10 aviões.
Quem explica o escopo dessas manobras militares da Otan sob o comando dos Estados Unidos, que se desenvolvem doravante sem interrupção na Europa, é o novo chefe do estado maior do exército dos Estados Unidos, o general Mark Mil­ley. Depois de ter definido a Rússia como uma “ameaça existencial porque é o único país do mundo com uma capacidade nuclear no nível de destruir os Estados Unidos” (audiência no Senado em 21 de julho), no seu discurso de posse (14 de agosto) declarou: “A guerra, o ato político com o qual uma parte tenta impor a sua vontade a outra, se decide sobre um terreno em que as pessoas vivem. E é sobre esse terreno que o exército dos Estados Unidos, o mais bem armado e treinado do mundo, não deve jamais fracassar”. O “terreno” de onde são lançadas as operações dos Estados Unidos e da Otan para o Leste e o Sul, mais uma vez, é o europeu. No sentido não apenas militar, mas também político.
É emblemático o fato de que a UniãoEuropeia como tal participa da “Trident Juncture 2015” (com um silêncio político geral). Não é de espantar, uma vez que 22 dos 28 países da União Europeia são membros da Otan e o artigo 42 do Tratado sobre a União Europeia reconhece o seu direito de realizar “a defesa comum por meio da Organização do Tratado do Atlântico Norte”, que (sublinha o protocolo número 10) “continua sendo o fundamento da defesa coletiva da União Europeia”.
A Otan – cujo comandante supremo aliado na Europa é sempre nomeado pelo presidente dos Estados Unidos e cujas demais posições de mando estão nas mãos dos Estados Unidos – serve para manter a União Europeia na esfera de influência estadunidense. As oligarquias europeias tiram vantagem disto, pois em troca da “fidelidade atlântica” de seus países participam na divisão dos lucros e áreas de influência com as estadunidenses. Enquanto isso, os povos europeus são arrastados a uma perigosa e custosa nova guerra fria contra a Rússia e a situações críticas, como a do dramático êxodo de fugitivos provocado pelas guerras dos Estados Unidos e da Otan na Líbia e na Síria.
Manlio Dinucci

*Manlio Dinucci é jornalista, geógrafo e cientista político. Escreve regularmente no jornal italiano Il Manifesto

terça-feira, 8 de setembro de 2015

A falsa «crise dos refugiados»




Qual é afinal o real problema, quem o instrumentaliza e com que finalidade ?

Os refugiados do Mediterrâneo

Desde as «Primaveras árabes», em 2011, o número de pessoas tentando atravessar o Mediterrâneo e entrar na União Europeia aumentou consideravelmente. Mais do que dobrou e elevou-se em 2014 a 626 000.
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Fluxo de migrantes para a União Europeia (em centenas de milhares)
Fonte : Eurostat
No entanto, contrariamente a uma ideia espalhada, não se trata aqui de uma vaga nova e ingerível. Em 1992, quando a União era composta por apenas 15 dos 28 estados actuais ela albergou ainda mais: 672 000 para um total de 380 milhões de habitantes. Existe, pois, uma margem considerável antes que os migrantes desestabilizem a economia europeia e os seus 508 milhões de habitantes actuais.
Em mais de dois terços estes migrantes são homens. Segundo as suas declarações, mais da metade de entre eles têm entre 18 e 34 anos. Em geral, não se trata portanto de famílias.
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Proporção de homens entre os migrantes entrados na União em 2014.
Fonte : Eurostat
Contráriamente à ideia actualmente martelada pelos média(mídia-br), apenas menos de um terço são refugiados, fugindo de zonas de guerra: 20% são Sírios, 7% Afegãos e 3% Iraquianos.
Os outros dois terços não vêem de países em guerra e são sobretudo migrantes económicos.
Por outras palavras, o fenómeno das migrações só marginalmente está ligado ás «Primaveras Árabes» e ás guerras. Os pobres deixam os seus países, e tentam a sua sorte nos países ricos, em virtude da ordem pós-colonial e da globalização. Este fenómeno, depois de ter regredido de 1992-2006, recomeçou e amplifica-se progressivamente. Representa actualmente apenas 0,12% anual da população da UE, ou seja – se fôr corretamente gerido— não apresenta nenhum perigo a curto prazo para a União.
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O presidente da Federação da indústria alemã, Ulrich Grillo, pretende 800. 000 trabalhadores estrangeiros suplementares na Alemanha. Uma vez que os acordos europeus o interditam, e a opinião pública é hostil a isso , ele participa na encenação da «crise dos refugiados» afim de fazer evoluir a regulamentação.

Colocam os migrantes algum problema ?

Este fluxo de migrantes inquieta as populações europeias, mas é aplaudido pelo patronato alemão. Em dezembro de 2014, o «patrão dos patrões» alemães, Ulrich Grillo, declarou à DPA, mascarando hipócritamente os seus interesses por trás de bons sentimentos: «Nós somos desde há muito um país de imigração, e devemos continuar a ser». «Enquanto país próspero, e também por amor cristão ao próximo, o nosso país deverá permitir-se acolher mais refugiados». E, ainda mais : «Eu distancio-me, muito claramente, de neo-nazis e de racistas que se reúnem em Dresden e em outros lados». Mais a sério: «Devido à nossa evolução demográfica, nós garantimos o crescimento económico e a prosperidade com a imigração» [1].
Este discurso retoma os mesmos argumentos que os do patronato francês dos anos 70. Mais ainda hoje que as populações europeias são relativamente instruídas e qualificadas, enquanto a grande maioria dos migrantes não o são e podem facilmente realizar certos tipos de trabalho. Progressivamente a chegada de uma mão de obra não-qualificada, aceitando condições de vida inferiores ás dos Europeus, suscitou tensões no mercado de trabalho. O patronato francês pressionou, então, para o reagrupamento familiar. A lei de 1976, a sua interpretação pelo Conselho de Estado em 1977 e a jurisprudência do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem desestabilizaram imenso a sociedade. O mesmo fenómeno é observável na Alemanha, após a adopção das mesmas disposições com a inscrição, em 2007, do reagrupamento familiar na lei sobre a imigração.
Contráriamente a uma ideia feita, os migrantes económicos não colocam problema de identidade à Europa, fazem é falta nos seus países de origem. Mas, ao contrário, colocam um problema social na Alemanha, onde, devido à política inspirada, nomeadamente, por Ulrich Grillo, a classe operária é já vítima de uma exploração brutal.
Por todo o lado, aliás, não são os migrantes económicos, mas, sim, o subsequente reagrupamento familiar que levanta problemas.

Quem fabrica a actual imagem da «crise de refugiados» ?

Desde o início do ano a passagem da Turquia para a Hungria que custava 10.000 dólares baixou para 2.000 dólares, por pessoa. É claro que alguns passadores são esclavagistas, mas muitos buscam, simplesmente, fornecer um serviço a pessoas em aflição. Seja como fôr, quem paga a diferença?
Além disso, se no início da guerra contra a Síria o Catar imprimia e distribuía aos jiadistas da al-Qaida falsos passaportes sírios, para que eles pudessem convencer os jornalistas atlantistas que eram «rebeldes» e não mercenários, passaportes sírios falsos são agora distribuídos por certos passadores a migrantes não-sírios. Os migrantes que os aceitam pensam, muito justamente, que estes documentos falsos facilitarão o seu acolhimento na União. Com efeito, tendo os Estados membros da União fechado as suas embaixadas na Síria – salvo a República Checa e a Roménia—, não lhes é mais possível verificar a autenticidade destes passaportes.
Há seis meses atrás, eu espantava-me com a cegueira dos dirigentes da União que não viam a vontade dos Estados Unidos em enfraquecer os seus paises, e nomeadamente com uma «crise de refugiados» [2]. No mês passado, o magazine Info Direkt afirmou que, segundo os serviços de Inteligência austríacos, a passagem para a Europa de refugiados sírios era organizada pelos Estados Unidos [3]. Esta imputação ainda precisa ser verificada, mas constitui, desde logo, uma hipótese a levar a sério.
No entanto, todos estes acontecimentos, e estas manipulações, não teriam qualquer gravidade se os Estados membros da União colocassem um fim ao reagrupamento familiar. O único real problema não seria então a entrada dos migrantes, mas a sorte dos que morressem na passagem, ao atravessar o Mediterrâneo. Ou seja, a única realidade que não mobiliza nenhum dirigente europeu.

Que prepara a Otan ?

De momento a Otan, quer dizer o braço armado internacional dos Estados Unidos, não se mexeu. Mas, segundo as suas novas missões, a Aliança Atlântica reserva-se a possibilidade de intervir militarmente logo que surjam migrações importantes.
Sabendo nós, que apenas a Otan é conhecida por dispôr da capacidade de espalhar uma intoxicação de "actualidades" em todos os quotidianos dos seus Estados membros, é altamente provável que ela esteja por trás da campanha actual. Por outro lado, a assimilação de todos os migrantes à qualidade de refugiados fugindo de zonas de guerra, e a insistência sobre a suposta origem síria destes migrantes, leva a pensar que a Otan prepara uma ação pública ligada à guerra que ela secretamente conduz contra a Síria.
[1] «Allemagne : le patronat veut plus de réfugiés» («Alemanha : o patronato quer mais refugiados»- ndT), AFP, 23 décembre 2014.
[2] “A cegueira da União Europeia face à estratégia militar dos Estados Unidos”, Thierry Meyssan, Tradução Alva, Rede Voltaire, 27 de Abril de 2015.
[3] “Insider : Die USA bezahlen die Schlepper nach Europa !”, Info Direkt, 5. August 2015. “Acusam os Estados Unidos de financiar o êxodo de refugiados para a Europa”, Tradução Alva, Rede Voltaire, 16 de Agosto de 2015.

Disponível: http://www.voltairenet.org/article188626.html

domingo, 6 de setembro de 2015

A pretexto de espalhar democracia e liberdade, os EUA fazem jorrar o sangue do povo árabe, africano,...



Esta é a lista de ações imperialista dos EUA  desde a  II Guerra Mundial. 
Essas ações provocam caos e miséria em toda partes.
 Assim geram os  refugiados. 

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Participe da Campanha pela liberdade dos presos políticos da Colômbia : YO TE NOMBRO LIBERTAD



YO TE NOMBRO LIBERTAD
Por el pajaro enjaulado
Por el pez en la pecera
Por mi amigo que esta preso
Por que ha dicho lo que piensa
Te nombro en nombre de todos, por tu nombre verdadero
Te nombro cuando oscurece, cuando nadie me ve:
escribo tu nombre en las paredes de mi ciudad.
Tu nombre verdadero, Tu nombre y otros nombres
Que no nombro por temor.

(Fragmentos do poema de Isabel Aldunate)

São 9.500 presos e presas políticas da Colômbia submetidos às condições degradantes e desumanas  das prisões, acrescidas de castigos adicionais por serem prisioneiros políticos, perseguidos por suas posições e vítimas de grupos paramilitares que se formam dentro das prisões,  vítimas das violações dos direitos humanos do Estado, que não garante minimamente  a saúde desses prisioneiros.  A maioria deles são militantes dos movimentos sociais, políticos e dos direitos humanos do país, 90% são civis, presos de consciência, companheiros e companheiras camponeses, sindicalistas, indígenas, estudantes, acadêmicos/as, artistas, jornalistas, defensores/as de direitos humanos, entre outros...
Apesar dos diálogos de paz em curso, a criminalização da luta continua, com mais prisões e desaparecimentos forçados.


A luta social não é um crime, é um passo para liberdade!