terça-feira, 22 de setembro de 2015

A OTSC pronta para lutar contra o Daesh ou ISIS

Nota do Blog:
O que é a OTSC?

Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC) , também chamada de Organização do Tratado de Cooperação e Segurança ou simplesmente Tratado de Tashkent  é uma aliança militar intergovernamental assinada em 15 de maio de 1992.  Atualmente é composta pelos seguintes 7 Estados membros: Arménia, Bielorrússia, Cazaquistão,  Quirguistão, Rússia,  Tajiquistão, Uzbequistão.


A OTSC utiliza um sistema de 'presidência rotatória', na qual o país responsável pela liderança da aliança é alternado anualmente. A Bielorrússia ocupa atualmente a presidência da organização.
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Reunidos em Duchambé (Tajiquistão), a 15 de setembro de 2015, os chefes dos Estados membros da Organização do Tratado de Segurança Coletiva (OTSC) condenaram veementemente o terrorismo no Iraque e na Síria, particularmente o do pretenso Estado islâmico(«Daesh» ).
Os dirigentes dos Estados membros da OTSC recordaram que a sua organização podia, agora, lançar intervenções sob os auspícios das Nações Unidas, do mesmo modo que a Otan.
Eles concordaram, entre si, em coordenar as suas intervenções na Assembleia Geral das Nações Unidas no final de setembro, tendo em vista criar uma Coligação global contra o terrorismo.
A OTSC inclui a Rússia, a Bielorrússia, a Arménia, o Cazaquistão, o Quirguistão e o Tajiquistão. A Rússia presidirá o Conselho de Segurança das Nações Unidas durante o mês de setembro de 2015.
Em junho de 2012, aquando da Conferência de Genebra, o Presidente Putin havia encarado colocar as forças da OTSC na Síria, mas a França relançou a guerra antes da Organização estar pronta a intervir.
http://www.voltairenet.org/article188722.html

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Snowden revela que Israel criou o Estado Islâmico ISIS para criar um 'inimigo' e justificar o genocídio árabe

Estados Unidos - Sott.net - Grande polémica estão causando as novas declarações de Edward Snowden, ex-funcionário da Agência de Inteligência do Governo dos Estados Unidos, NSA (siglas em inglês), quem acaba de revelar que os serviços de inteligência de EEUU, Reino Unido e Israel colaboraram juntos, através da Mossad (Agência de segurança de Israel), na criação do Estado Islâmico do Iraque e o Levante (EIIL ou também conhecido como ISIS).

Foi a Mossad, quem formou uma organização terrorista que pretendia unir a todos os grupos extremistas do mundo a um sítio, usando a estratégia denominada “o ninho da vespa”.

Para que criar estar organização terrorista?

De acordo com documentos publicados por Edward Snowden, o propósito desta organização, é proteger o Estado Sionista, através da implementação do “ninho da vespa" por meio da criação de lemas religiosos e islâmicos, de tal modo que "a única solução para a protecção do Estado judeu é criar um inimigo perto das suas fronteiras", assinalou Snowden.

Nesse sentido, as filtraciones de Snowden descobrem que o Mossad procurou o treino militar, cursos de oratória e teologia, ao líder do Estado Islâmico, Abu Bakr Ao Baghdadi.

O Estado islâmico (EIIL ou ISIS ou DAESH), provocou um violento levante no Iraque. Embora não se conhecem os dados exatos do financiamento do ISIS acredita-se que controla 2.000 milhões de dólares e se compõe de 10.000 combatentes, o que permite este grupo combater exitosamente contra o Exército iraquiano e assim tentar controlar uma região que se estende desde a cidade de Alepo na Síria, até as cidades de Faluya, Mosul e Tal Afar no Iraque.

Cabe assinalar que o grupo armado islâmico ISIS, uniu-se oficialmente em 2004 à organização terrorista da o Qaeda, da qual foi fundador Osama Bin Laden, quem por sua vez foi financiado pela Agência de Investigação e Inteligência de Estados Unidos (chame-se CIA), está documentado e reconhecido o financiamiento ao menos durante a batalha contra as tropas da União Soviética, embora diversos peritos e jornalistas assinalam que a relação poderia ser mais longeva.

Nesse sentido, a proximidade entre estes dois grupos terroristas favoreceu a expansão do Estado Islâmico e a morte de muitos cidadãos iraquianos. Ainda, segundo os peritos o EIIL ou ISIS é mais poderoso do que a Al Qaeda, a organização da qual anunciou a sua separação este ano.

Israel mantém em sua fronteira com o Líbano hospitais de campanha, nos quais são tratados "refugiados" feridos no conflito na Síria. No início deste ano, hackers invadiram computadores e telefones de funcionários de segurança do regime de Telavive e obtiveram informações que demonstram como os israelenses equiparam os grupos terroristas na Síria com armamento sofisticado, além de fornecer apoio logístico.

Mnedi Safdi é uma das autoridades israelenses que foi monitorada por hackers. Ele é membro do parlamento israelense e atua como um mediador entre o regime de Israel e os grupos armados na Síria.

As mensagens e gravações de áudio obtidas mostram como Safdi tentava recrutar espiões libaneses e sírios, para que cooperem com o regime israelense no envio de cargas de armamento para o EI.

Os documentos também revelaram que o regime israelense, com apoio financeiro da Arábia Saudita e Catar, oferece armas e equipamentos militares aos terroristas na Síria. Desde 2011, quando teve início a crise na Síria, o regime de Telavive oferece serviços médicos para os terroristas que são feridos no campo de batalha contra o exército sírio.

http://www.diarioliberdade.org/mundo/direitos-nacionais-e-imperialismo/57855-snowden-revela-que-israel-criou-o-estado-isl%C3%A2mico-isis-para-criar-um-inimigo-e-justificar-o-s%C3%A9u-xenocidio.html

Em curso: Esvaziar a Síria das capacidades e expertises de seus jovens, para obstruir o processo de desenvolvimento e reconstrução


Frente al Nusra um dos
grupos terroristas takfiristas

17/09/2015.

         O recente fenômeno de fluxo de imigrantes sírios para a Europa e outros países pode ser considerado uma das manifestações da ofensiva terrorista contra a Síria e do complô que tem como objetivo atingir a nação, a história, a memória e a civilização síria.
         A verdade irrefutável é que este complô formado pelos países europeus, pelos países petrolíferos do Golfo Pérsico e por alguns países vizinhos, sob a liderança dos Estados Unidos da América, desde 2011 e até agora, é o mais destacado motivo para esta contínua tragédia humana. Este complô, a destruição da infraestrutura da economia nacional e a falta de segurança em muitas áreas da Síria, foram os motivos para a imigração de milhares de sírios. 
         O motivo principal para a imigração dos cidadãos sírios está implícito nos crimes cometidos pelos grupos terroristas armados contra estes cidadãos, em todas as áreas nas quais conseguiram entrar e promover ataques contra os seus patrimônios e sua dignidade.
         O Governo da Síria cumpriu e continua cumprindo, apesar da difícil conjuntura, com o seu compromisso de garantir a segurança para os seus cidadãos, através do combate heroico de seu Exército Árabe Sírio e das forças armadas aos grupos terroristas takfiristas, com o objetivo de garantir um refúgio seguro para os cidadãos nas áreas controladas pelos grupos terroristas.
         Esta ofensiva contra a Síria teve um grande efeito sobre a economia nacional, devido aos ataques dos grupos terroristas à infraestrutura e a paralisação do processo produtivo. Também não podemos ignorar o injusto bloqueio econômico imposto ao nosso país e o efeito das injustificáveis sanções que tiveram um reflexo negativo sobre as condições de vida do cidadão.
         O Governo da Síria tem assumido a maior parcela das ajudas aos cidadãos deslocados, que foram obrigados a deixar suas casas e suas regiões devido aos crimes dos grupos terroristas armados. Segundo dados das Nações Unidas, foram garantidos somente 30% do montante de financiamento necessário para ao plano de atendimento humanitário na Síria para o ano de 2015. Isto significa que o Governo sírio assumiu 70% dos esforços de ajuda humanitária. E a pergunta que se faz pertinente é: Por que ocorreu este fluxo de refugiados para a Europa e para outros locais neste mesmo período?
         A maioria dos refugiados, que bateu as portas europeias, saiu dos acampamentos de refugiados na Turquia e de outros países vizinhos, fato que comprova o conluio da Turquia, dos países europeus e dos países petrolíferos do Golfo na ofensiva contra a Síria, pelos seguintes motivos:
- As pressões exercidas pelo Governo turco contra os países europeus e os países da OTAN para obter apoio às propostas turcas de criar zonas de isolamento nos territórios sírios.
- Livrar-se do peso dos refugiados sírios, depois que a Turquia falhou em seu objetivo, ao abrir suas portas desde o início da crise.
- Esvaziar a Síria das capacidades e expertises de seus jovens, para obstruir o processo de desenvolvimento e reconstrução.
         A solução para este fenômeno está em dar um basta a esta conspiração, porque o dinheiro gasto, até o momento, por estes países com os terroristas seria suficiente para acabar com a fome em todo o mundo árabe. E agora, após cinco anos de sofrimento, chegou a hora de dar um basta ao comportamento imoral destes conspiradores e às políticas ofensivas que eles vêm bancando até hoje.

Fonte: Embaixada da República Árabe da Síria
Tradução: Jihan Arar

Não em nosso nome! Que retirem as tropas e parem a ocupação no Haiti já!

Para ampla divulgação e coleta de assinaturas. Enviar adesão para: haiti.no.minustah@gmail.com


 Não em nosso nome! Que retirem as tropas e parem a ocupação no Haiti já!

Nós, movimentos, organizações, redes e pessoas parte dos povos que, segundo reza sua Carta, constituímos as Nações Unidas, nos dirigimos mais uma vez ao Conselho de Segurança, incluindo em particular aos governos dos Estados Unidos e França; aos governos chamados “Amigos do Haiti” e a todos aqueles que participam e apoiam a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah); aos órgãos multilaterais como a OEA, FMI, Banco Mundial, BID, UNASUR, CARICOM, CELAC; aos organismos pertinentes das Nações Unidas e a todos os Estados membros, para pedir que retirem imediatamente as tropas da MINUSTAH e que ponham fim a toda ocupação do Haiti.
Há mais de 11 anos, temos escutado as desculpas que nos dão para tentar justificar a supressão da soberania do povo haitiano e a violação de seu direito à autodeterminação. É hora de deixar de lado as mentiras e a auto-enganação e escutar a voz das comunidades e organizações haitianas que reclamam respeito por sua dignidade, seus direitos, sua capacidade.
O Haiti não é uma ameaça à paz e à segurança hemisférica, como afirma o Conselho de Segurança a cada 15 de outubro, quando se renova o mandato da MINUSTAH. Nem a MINUSTAH é uma missão de paz ou uma missão humanitária, como costuma ser apresentada. É uma força de ocupação terceirizada das Nações Unidas e, em especial, aos países do Sul que aceitaram servir desta maneira aos interesses dos países mais poderosos, como Estados Unidos, França e Canadá, que durante mais de dois séculos e, através de diversas formas de ocupação, continuam buscando submeter o Haiti e fazê-lo pagar pela ousadia de ter sido o primeiro povo a se livrar da escravatura e universalizar os direitos humanos.
A MINUSTAH, além disso, fracassou a um custo muito grande com relação aos objetivos que ela mesma proclama. Sem se estender muito, as Nações Unidas, OEA, o chamado “CoreGroup da comunidade internacional”, devem se responsabilizar pela manipulação escandalosa as eleições presidenciais 2010/2011, de terem continuado aplaudindo o adiamento de quatro anos das eleições legislativas e locais requeridas pela Constituição haitiana. Além de tudo, continuam enaltecendo como um “importante avanço”, o escrutínio realizado no último dia 9 de agosto, com todo tipo de violência e irregularidades denunciadas por organizações haitianas, no qual apenas votou 18% do eleitorado – claramente questionando a legitimidade e credibilidade de seus resultados e continuidade.
A MINUSTAH também foi, e continua sendo, responsável por inúmeras violações aos direitos humanos da população, entre elas a violação e abuso sexual de mulheres, meninas, meninos e jovens. Não podemos deixar de mencionar a introdução do cólera que resultou, até a data de hoje, na morte de mais de 8.000 pessoas e a infecção da doença em outras 700.000. Pior ainda é a desculpa da “imunidade diplomática” por trás da qual as Nações Unidas e todos os governos e instituições se auto-outorgam a impunidade por seus crimes.
Não aceitamos que, em nosso nome, em nome das Nações Unidas, um punhado de interesses imperialistas busque impor sua vontade sobre um povo soberano. Rechaçamos que, em nosso nome, se violem a dignidade e os direitos do povo haitiano, começando com seu direito à autodeterminação.
Por isso, pedimos novamente a retirada imediata das tropas estrangeiras que ocupam o Haiti e o fim da MINUSTAH e de toda forma de ocupação estrangeira. Pedimos que as Nações Unidas e todos os governos participantes da MINUSTAH deem o exemplo reconhecendo sua responsabilidade na comissão de graves violações contra o povo haitiano, se submetendo à justiça e assegurando a reparação dos crimes cometidos. Com relação a isso, não podemos deixar de apoiar a recomendação do setor Especialista Independente das Nações Unidas sobre o Haiti e os Direitos Humanos, que há dois anos já pediu a “criação de uma comissão de reparação para as vítimas do cólera, que permitisse fazer um inventário dos danos, oferecer as indenizações ou as compensações pertinentes, identificar os responsáveis e erradicar a epidemia, entre outras medidas”.
Finalmente, fazemos um apelo firme às organizações sociais de nossa região, bem como à comunidade internacional e aos organismos multilaterais de vocação universal e regional que fazem parte, de uma forma ou outra, nas distintas etapas deste infausto processo no Haiti para que adotem medidas autênticas de solidariedade com o povo irmão haitiano. Que essas medidas sejam sustentadas no respeito indeclinável à soberania e autodeterminação para fortalecer e acrescentar as experiências de cooperação e construção de poder popular já existentes no Haiti. Viva o Haiti Livre e Soberano!
Setembro 2015
 PRIMEIRAS ASSINATURAS:
Comité argentino de solidaridad con Haití por el retiro de las tropas y el fin de la ocupación – Diálogo 2000/Jubileo Sur Argentina – Servicio Paz y Justicia Argentina – Central de Trabajadores de la Argentina (CTA) Autónoma – Unidad Popular en el Frente Popular – Movimiento por la Unidad Latinoamericana y el Cambio Social (MULCS)
Jubileo Sur/Américas  – Servicio Paz y Justicia Coordinación Latinoamericana – Coordinadora uruguaya por el Retiro de las Tropas de Haití – Jubileu Sul Brasil – Servicio Paz y Justicia, Nicaragua – Acción Ecológica,  Ecuador – Grupo Tortura Nunca Mais-Rj, Brasil – Instituto Ecuménico de Servicios a la Comunidad, Honduras – Políticas Alternativas para el Cono Sur PACS, Brasil – Red de Ambientalistas Comunitarios de El Salvador RACDES -
Adolfo Pérez Esquivel, Premio Nobel de la Paz – Nora Cortiñas, Madre de Plaza de Mayo Línea Fundadora – Mirta Baravalle, Madre de Plaza de Mayo Línea Fundadora -  Claudio Lozano y Víctor de Gennaro, Diputados Nacionales de Unidad Popular – Graciela Iturraspe, Liliana Parada y Eduardo Macaluse, Diputados Nacionales Mandato Cumplido de Unidad Popular – Rubén Giustiniani, Senador del Partido Socialista – Vicente Zito Lema, escritor, personalidad destacada de los DD HH de la Ciudad Autónoma de Buenos Aires – Alfredo Grande, psicoanalista, director de Atico Cooperativa de Salud Mental – Adolfo “Fito” AguirreSec. de Relaciones InternacionalesCTA – Autónoma – Ricardo Napurí, ex diputado constituyente y senador peruano.
Envie sua assinatura ou de sua organização para:  haiti.no.minustah@gmail.com
Para se manter informado/a sobre as notícias que tratam do Haiti e da Campanha por um Haiti Livre e Soberano, siga o blog:haitinominustah.info ou através do facebook: haiti.no.minustah
1915 - 2015
100 Anos de Ocupação! Basta!
Viva a soberania do Povo Haitiano!
Fora Minustah do Haiti!

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