quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Estado Islâmico, a nova estratégia de Washington


11 de Setembro de 2014, Damasco – Em Washington e em várias capitais europeias já se esfregam as mãos, pois as amplas zonas do Iraque e da Síria controladas pelo extremista Estado Islâmico (EI) abre as portas ao Ocidente para uma intervenção a grande escala no Oriente Médio.
A ofensiva do EI permite, também, cumprir um velho sonho: a balcanização da região, que possui as principais jazidas de hidrocarbonetos do mundo.
Com dezenas de milhares de homens, armamento sofisticado e abundante financiamento, o Daesh (acrônimo em árabe desse grupo) passou de uma minúscula formação para representar uma verdadeira ameaça para o Iraque e a Síria.
Decapitações, crucificações, violações sexuais, assassinatos em massa e outros crimes nas zonas que controla, fazem desse grupo sinônimo de terror.
O Estado Islâmico e a Frente al Nusra, braço da al-Qaeda na Síria, foram capazes de crescer graças às doações dos aliados da Casa Branca no Golfo Pérsico, disse Andrew Tabler, analista do Washington Institute for Near East Policy.
Durante os últimos três anos, Damasco denunciou o apoio vindo do exterior aos grupos armados e advertiu sobre o perigo que representavam para a região e o mundo, mas suas palavras foram ignoradas.
Com o argumento de combater o terrorismo, agora a Casa Branca iniciou bombardeios no Iraque, país que invadiu em 2003, e ameaça com ampliá-los ao país vizinho, na mira há vários anos.
No entanto, muitos poucos falam do jogo de xadrez que Washington e outros atores internacionais e regionais impulsionam como parte do grande jogo geopolítico.
As atuais fronteiras da região (com uma ou outra variação) datam do fim da I Guerra Mundial (1914-1918), quando a Grã-Bretanha e a França aplicaram o acordo secreto de Sykes-Picot para dividir a zona.
Precisamente essas demarcações impostas por potências estrangeiras foram sempre um elemento perturbador e de atritos entre os países árabes durante décadas, incitados convenientemente pelo Ocidente.
A utilização de diferenças políticas, religiosas, fronteiriças e até econômicas propiciaram os planos para balcanizar o Levante.
O objetivo é o que muitos cientistas políticos conhecem como “a teoria do caos construtivo”, que permitiria às antigas metrópoles e aos Estados Unidos remodelar e desenhar novas fronteiras e instaurar governos afins na região.
A Casa Branca desenvolveu nos anos 90 uma nova estratégia chamada Redireção, na qual os takfiries (extremistas sunitas) jogam um papel importante para transformar a região em um barril de pólvora, apontou Mahdi Darius Nazemroaya, sociólogo e pesquisador do Centre for Research on Globalization e a Strategic Culture Foundation, de Moscou.
Gostaria de ver a Síria como um país desintegrado e balcanizado com “mais ou menos regiões autônomas”, afirmou recentemente Henry Kissinger, ex-secretário do Estado norte-americano, durante uma intervenção na Escola Gerald R. Ford de Política Pública da Universidade de Michigan.
Pese às afirmações de Washington, a ofensiva do EI sobre amplos territórios no Iraque, não surpreendeu o governo de Obama, que conta com tecnologia de ponta e o mais alto orçamento do mundo para trabalhos de espionagem.
Tivemos essa informação desde o começo do ano, e a passamos para Washington, assegurou ao jornal britânico The Telegraph, Rooz Bahjat, que trabalha para Lahur Talabani, chefe da inteligência do Curdistão iraquiano.
Em um discurso ao Congresso em fevereiro passado, o tenente-general Michael Flynn, então chefe da Agência de Inteligência de Defesa, advertiu que o EI lançaria um ataque em massa em 2014 em ambos os lados da fronteira.
Segundo o Centre for Research on Globalization, membros chave dessa organização terrorista receberam treinamento da Agência Central de Inteligência norte-americana (CIA) em um acampamento secreto nas redondezas da cidade jordaniana de Safawi, em 2012.
“Os campos de treinamento secretos estadunidenses na Jordânia e em outros países treinaram vários milhares de combatentes muçulmanos nas técnicas de guerra irregular, sabotagem e no terror geral”, revelou o ideólogo militar.
Também há numerosas denúncias sobre instalações similares na Turquia e na Líbia, que depois da agressão ocidental se converteu em um viveiro de jihadistas.
O Daesh não tinha o poder para conquistar e ocupar Mosul (a segunda cidado iraquiana) por si só. O que tem ocorrido é o resultado da colaboração com a inteligência de alguns países da região com grupos extremistas dentro do governo iraquiano, disse o jornalista iraniano Sabah Zanganeh.
Uma reportagem do jornal The Wall Street Journal destacou que um comandante militar do EI, o georgiano de origem chechena Tarkhan Batirashvili, fez das guerras no Iraque e na Síria uma luta “geopolítica entre os Estados Unidos e a Rússia”.
A Síria e o Iraque sofrem hoje com as políticas das potências ocidentais que durante anos fecharam os olhos e financiaram as organizações radicais com um objetivo claro: justificar a intervenção com o argumento do combate ao terrorismo.
* Correspondente da Prensa Latina na Síria.

Quem são os membros do "el Daesh" , ou «Emirado islâmico» ou, ainda, embrião do exército privado da OTAN?



Enquanto a opinião pública ocidental é inundada com um mar de informações sobre a constituição de uma suposta coligação internacional para lutar contra o «Emirado islâmico», é este que vai  mudando discretamente de forma. Os seus principais oficiais já não são, mais, árabes, mas sim georgianos e chineses. Para Thierry Meyssan, esta mutação mostra que os objetivos a largo prazo da Otan é  utilizar o «Emirado islâmico» na Rússia e na China. Portanto estes dois países devem intervir, agora, contra os jihadistas, antes que eles venham semear o caos no seu país de origem.

¿Quiénes son los miembros del «Emirato Islámico»?
Dossiers
Federación de Rusia / República Popular China
 
A princípio o «Emirado islâmico» fez ostentação de sua origem árabe. Esta organização surgiu da «Al-Qaida no Iraque» que combatia não os invasores norte-americanos, mas sim os xiitas iraquianos. Logo tornou-se «Emirado islâmico no Iraque» e , posteriormente,  «Emirado islâmico no Iraque e no Levante». Em outubro de 2007, o exército dos E.U. teve acesso em Sinjar perto de 606 fichas de membros estrangeiros desta organização. Elas foram analisadas  e estudadas por peritos da Academia militar de West Point.

Não obstante, alguns dias depois desta apreensão, o emir al-Baghdadi declarou que a sua organização só incluia 200 combatentes e que eles eram todos Iraquianos. Esta mentira é comparável à das outras organizações terroristas na Síria que declaram não contar senão ocasionalmente com estrangeiros, enquanto o Exército árabe sírio avalia em, pelo menos, 250. 000 o número de jihadistas estrangeiros que terão combatido na Síria durante os últimos três anos. Porém, agora, o califa Ibrahim (novo nome do emir al-Baghdadi) reconhece que sua organização  é amplamente formada por estrangeiros, agregando que o território sírio não é mais para os sírios e o território iraquiano não é mais para os iraquianos, mas, sim, que serão para os seus jihadistas.

Segundo as fichas apropriadas em Sinjar, 41% dos terroristas estrangeiros membros do «Emirado islâmico no Iraque» eram de nacionalidade saudita, 18,8% eram líbios, e apenas 8,2% eram sírios. Se relacionarmos estes números com a população de cada um dos países em questão, a população líbia forneceu, proporcionalmente 2 vezes mais combatentes que a da Arábia saudita e 5 vezes mais que a da Síria.
Em relação aos jihadistas sírios, dos originários de diversas regiões do país,  34, 3% provinham da cidade de Deir ez-Zor , cidade que desde a retirada do «Emirado islâmico» de Raqqa, se tornou a capital do Califado.

Na Síria, Deir ez-Zor tem a particularidade de ser povoada, maioritariamente, por árabes organizados em tribos, e por minorias curda e armênia. Ora, até o presente, os Estados Unidos só conseguiram destruir Estados como o  Afeganistão, o Iraque e a Líbia, ou seja,  países onde a sociedade  está organizada em tribos. No entanto, fracassaram nos demais países onde tentaram sua destruição.  Deste ponto de vista, Deir ez-Zor, em particular, e o nordeste da Síria  por essa fragilidade, puderam ser potencialmente conquistados. O mesmo não acontece com  o resto da República Árabe da Síria, como se vê desde há três anos.


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Tarkhan Batirashvili, sargento das informações militares georgianas, tornou-se um dos principais chefes do «Emirado islâmico» sob o nome de Abou Omar al-Shishani.Adicionar legenda
Desde há duas semanas um expurgo atingiu os oficiais provenientes do Magreb. Assim, os tunisinos que capturaram o aeroporto militar de Raqqa, em 25 de agosto, foram detidos por desobediência, julgados e executados por ordem de seus superiores. O «Emirado islâmico» pretende tirar o protagonismo de seus combatentes árabes e promover oficiais chechenos, gentilmente fornecidos pelos serviços secretos georgianos.
Abou Anisah al-Khazakhi, primeiro jihadista chinês do «Emirado islâmico», morto em combate, (no centro da foto), não era Uígur mas sim Cazaque.  

Agora aparece uma outra categoria de jihadista : os  yihadistas chineses. Desde junho, os Estados Unidos e a Turquia transportaram e introduziram  centenas de combatentes chineses no nordeste da Síria, inclusive com suas famílias. Alguns de entre eles tornaram-se imediatamente oficiais. Trata-se sobretudo de membros da etnia uígur, ou seja, chineses da China popular, mas que são muçulmanos sunitas turcófonos.

É, portanto, evidente que a largo prazo, o «Emirado islâmico» estendera as suas atividades à Rússia e à China, e que estes dois países devem ser os seus alvos finais.

Iremos seguramente assistir a uma nova operação de propaganda da OTAN: a sua aviação expulsará os jihadistas para fora do Iraque, os deixará que se instalem em Deir ez-Zor. A CIA fornecerá o dinheiro, armamento, munições e as informações aos «revolucionários sírios moderados» (sic) do ESL (Exército livre da Síria), que mudarão então de casaca para servir sob a bandeira do «Emirado islâmico», como acontece desde maio de 2013.


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John McCain e o estado-maior do exército sírio livre. No primeiro plano à esquerda, Ibrahim al-Badri, com quem o senador está a iniciar a conversa. Logo em seguida, o brigadeiro- general Salim Idriss (de óculos).









       

Naquele momento,  o senador estadunidense John McCain veio ilegalmente à Síria encontrar-se com o Estado Maior do ESL. De acordo com a fotografia, tomada como prova do encontro, entre o membros do Estado Maioresteestava um certo Abu Youssef (ou Ibraim al-Badri ), oficialmente procurado pelo departamento de Estado dos EUA, sob o nome de Abu Du’a, na realidade este sujeito era  o atual califa Ibrahim. Assim, o mesmo homem era— simultaneamente— um chefe moderado no seio do Exécito livre da Síria  e um chefe extremista no seio do «Emirado Islâmico».

Munidos com esta informação poderemos avaliar, pelo seu verdadeiro significado, o documento apresentado ao Conselho de Segurança, a 14 de Julho, pelo embaixador sírio Bashar Jaafari. Trata-se de uma carta do comandante-em-chefe do ESL, Salim Idriss, datada de 17 de janeiro de 2014, onde escreve o seguinte:

 «Informo-vos, pela presente, que as munições enviadas pelo estado-maior aos dirigentes dos conselhos militares revolucionários da região leste devem ser distribuídos, de acordo com o que foi acordado, entregando dois terços aos comandantes de guerra da Frente el-Nusra e o terço restante deve ser repartido entre os militares e os elementos revolucionários para a luta contra os bandos do EIIL (Exército islâmico do Iraque e do Levante ). Agradecemos que nos enviem os comprovantes de entrega do conjunto das munições, especificando as quantidades, e as características, devidamente assinados pelos dirigentes e pelos chefes de guerra em pessoa, afim de que possamos encaminhá-los para os parceiros turcos e franceses». 

Por outras palavras, duas potências da Otan (Turquia e França) enviaram volúmes de munições, e especificaram que dois terços seriam para Frente Al-Nusra (classificado como membro da al-Qaida pelo Conselho de Segurança da ONU) e que um terço seria para o ESL para que este combata contra o «Emirado Islâmico», cujo chefe era membro do Estado Maior do própro ESL, como comprova a foto tirada na reunião com os EUA.

A realidade é outra : o Exército livre da Síria (ESL) desapareceu do terreno e os dois terços das munições estavam destinadas a al Qaeda, enquanto que o outro terço era para o «Emirado Islâmico».

Graças a este dispositivo de dupla capa, a Otan poderá seguir lançando suas hordas de jihadistas contra a Síria, enquanto vai, ao mesmo tempo, fingindo assim estar a combatê-los.

No entanto, quando a Otan tiver instalado o caos por todo o mundo árabe, inclusive no território de seu aliado saudita, apontará o «Emirado Islâmico» contra as duas grandes potências em desenvolvimento, a Rússia e a China. Por isso estas duas potências deveriam intervir desde já e exterminar, no ninho, o embrião de exército privado que a Otan está reunindo e  manejando no mundo árabe. Caso contrário, é provavel que Moscou e Pequim, tenham que enfrenta-lo em seu próprio solo .
 
http://www.voltairenet.org/article185362.html


Sayyed Nashalah; "Líbano não deve participar da "coalizão" contra o Daesh (ISIS)"


Yusuf Fernandez
El secretario general de Hezbolá, Sayyed Hassan Nasralá, afirmó el martes por la tarde durante un discurso retransmitido en directo por el canal libanés Al Manar que Hezbolá está en contra del principio de intervención militar extranjera en la región.

He aquí los principales puntos de su discurso:

En primer lugar, quiero evocar el dossier de los soldados secuestrados por los grupos armados en Arsal.

Me gustaría presentar mis condolencias a las familias de los soldados muertos en el cumplimiento de su deber.

Todos los libaneses saben que desde hace dos meses, los grupos armados han agredido al Ejército libanés con el pretexto de que uno de sus líderes, Imad Yumaa, había sido arrestado en uno de los campamentos militares. Como resultado de lo anterior, un ataque de envergadura planeado por anticipado contra una de las posiciones del Ejército en la región fue abortado. Como reacción, un gran número de soldados fueron tomados como rehenes por estos grupos terroristas.

Se trata de una causa humanitaria, nacional y moral que concierne a todos los libaneses. Y desde el principio hacía falta tratar dicho asunto de una forma adecuada. El objetivo es el de lograr la liberación de los soldados secuestrados y esto requiere de la cooperación de todos.

Negociar en una posición de fuerza

Hebolá no se ha rechazado nunca el principio de negociaciones para liberar a los rehenes, como pretenden algunos representantes políticos o medios.

Las negociaciones son una opción lógica. Y Hezbolá negoció en el pasado de forma indirecta con Israel para liberar a los detenidos libaneses.

Sin embargo, pedimos que las negociaciones sean realizadas desde una postura de fuerza, puesto que una posición de debilidad sería catastrófica para los militares secuestrados. Hay que utilizar las cartas de fuerza que se tienen y darlas a conocer a los mediadores y negociadores.

El primer ministro, Tammam Salam, ha obrado de forma correcta al rechazar las negociaciones bajo la amenaza de ejecución de los secuestrados. Ningún estado, ningún Ejército y ningún pueblo del mundo podrían aceptar semejante humillación.

Yo llamo a dejar de lado los juegos políticos y las mentiras y a apoyar al gobierno en las negociaciones. Estos soldados son nuestros hermanos y nuestros hijos sea cual fuere su pertenencia confesional.

Recuerdo que después de los atentados en Ruwais, en el Suburbio del Sur del Líbano, y en la región de Hermel, en el Valle de la Bekaa, que causaron varios muertos y heridos, hicimos un llamamiento a no hacer responsables de aquellos hechos a los refugiados sirios. Y yo reitero este llamamiento hoy. Uno de los objetivos de la decapirtción de los soldados es el de incitar a las divisiones sectarias y de tipo nacional.

Los takfiris quieren trasladar el conflicto sirio al Líbano, pero no lo conseguirán. Nos negamos a vernos a arrastrados a un conflicto dentro de nuestro país y hemos hecho enormes sacrificios para respetar este compromiso.

Coalición contra el Daesh

Todo el mundo sabe que Hezbolá está contra el Daesh (el grupo terrorista Estado Islámico) y las corrientes takfiris y ha condenado siempre a estos grupos que decapitan y asesinan. Nuestra posición es clara y definitiva.

Sin embargo, en lo que respecta a la coalición, estamos contra el principio de la intervención militar extranjera, ya sea bajo la cobertura de la ONU o de una fuerza multinacional y sea cual fuere el objetivo de la misma.

Partiendo de este principio, estamos en contra de la participación del Líbano en esta coalición.

¿Por qué? En primer lugar, vemos que EEUU constituye la fuente principal del terrorismo en el mundo y ha contribuido a la creación de los grupos takfiris.

EEUU apoya también a la entidad sionista y la devastadora guerra de Netanyahu contra Gaza y, de este modo, es incapaz moralmente de dirigir la coalición contra el terrorismo.

Washington busca únicamente defender sus propios intereses en la región, como Obama ha señalado en diversas ocasiones.

En cuanto la situación ha degenerado y ha dañado sus propios intereses, ellos se han decidido a intervenir. Los takfiris han cometido crímenes desde el principio de la crisis en Siria. ¿Es ahora cuando ellos han despertado? Se trata, probablemente, de un pretexto para invadir la región o volver a Iraq.

Cuando uno forma parte de esta coalición, esto implica la apertura de aeropuertos, puertos o bases militares a los estadounidenses. Se trata de condiciones que Hezbolá ha rechazado desde el principio de la guerra (israelí contra el Líbano) de 2006.

Los iraquíes comparten esa misma duda.

Nosotros nos negamos a que el Líbano forme parte de esta coalición internacional. Los libaneses somos capaces de hacer frente al terrorismo por nuestra cuenta si contamos con un mínimo de armonía.

Para tener credibilidad, es preciso que los países de esta coalición:

1 – Detengan la financiación y el entrenamiento de los grupos takfiris.

2 – Apoyen al Ejército y a las fuerzas de seguridad de los países de la región.

3 – Ayuden al Líbano a superar el problema de los refugiados sirios.

No habrá ninguna invasión de Beirut

Los libaneses son capaces de hacer frente a los terroristas. Uno de estos últimos (Siyayeddin Zareikat) dijo ayer que los grupos takfiris son capaces de invadir Beirut en algunos días. Eso no es cierto. Nadie puede amenazarnos con una invasión ni llegar a Beirut en tanto que estemos con vida. Estamos dispuestos a combatirlos.

Es necesario estar atentos y en estado de alerta.

Me gustaría también felicitar a la resistencia en Gaza por su victoria militar y política, que consideramos como un triunfo de toda la nación.

Quiero asimismo felicitar a los yemeníes por haber logrado la reconciliación y un acuerdo de paz y asociación y esperamos que nadie actúe para obstaculizarlo.

Yo saludo también al movimiento pacífico de los habitantes de Bahrein y espero que los acontecimientos en la región les ayuden a obtener sus reivindicaciones.

Aspiramos a que todos los pueblos de nuestra nación superen su sufrimiento y dificultades.

La región hace frente a un gran peligro, pero éste podría transformarse en una oportunidad.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

ISRAEL DERRUBA AVIÃO DE GUERRA SÍRIO SOBRE GOLAN

um MiG-21 caça a jato que foi abatido por um míssil Patriot terra-ar [AFP]





Oficial militar sírio acusa Israel de se aliar com os mercenários do ISIS, 

depois do ataque ao avião sírio.



O incidente desta terça-feira foi o  mais grave ocorra no planalto estratégico desde a eclosão da guerra civil síria em 2011.
TV estatal síria citou uma fonte militar dizendo que a derrubada do avião, que coincidiu com ataques aéreos liderados pelos EUA contra o Estado islâmico na Síria (ISIL), veio  "no âmbito do apoio [de Israel para os mercenários do  terrorista ISIS e a Frente al  Nusra ".

Território anexado

Israel tomou da Síria 1.200 quilômetros quadrados de Golã,  em 1967. Anexando-o em seguida em 1981, em um movimento nunca reconhecido pela comunidade internacional.
Cerca de 510 quilômetros quadrados de Golã permanecem no lado sírio da linha de cessar-fogo, com as forças da ONU supervisiona a zona tampão que se estende cerca de  70 km do Líbano no norte, a Jordânia, no sul.
http://www.aljazeera.com/news/

O QUE ESTÁ POR TRÁS DA ESTRATÉGIA DO IMPERIALISMO SIONISTA ?


China: ¿el próximo objetivo del EI?


Mientras que el Estado Islámico (EI) difundía a través de las redes mediáticas mundiales las imágenes de una tercera decapitación de un occidental, la de un ciudadano británico, otra alarma ha sonado. La organización podría estar intentando ahora penetrar en Asia.

Esto es lo sostiene la sociedad Muir Analytics, que proporciona información de inteligencia a compañías en relación al terrorismo, la violencia política y la insurrección y que forma parte de las compañías “auxiliares” de la CIA, que ésta utiliza para conseguir informaciones útiles para sus operaciones.

La CIA tiene una sólida experiencia en la gestión de los grupos armados. Durante las Administraciones Carter y Reagan ella financió y entrenó, a través de los servicios secretos de Pakistán, a unos 100.000 muyahidines con el fin de combatir a las tropas soviéticas en Afganistán. En aquella operación participó un multimillonario saudí, Osama Ben Laden, que fue a Afganistán en 1980 con miles de combatientes reclutados en su país.

La guerra de 1989 finalizó con la retirada de las tropas soviéticas de Kabul en 1992 y la toma del poder de los muyahidines, cuyas facciones comenzaron luego a luchar entre ellas. De este modo, en 1994 aparecieron los talibanes adoctrinados, entrenados y armados por Pakistán para tomar el poder en Afganistán en una operación tácitamente aprobada por Washington.

En 1998, en una entrevista en Nouvel Observateur, Zbigniew Brzezinski, antiguo consejero de seguridad nacional de EEUU, explicó que el presidente Carter había firmado la directiva para la formación de los muyahidines no después sino antes de la invasión soviética de Afganistán para “atraer a los rusos a la trampa afgana”.

En esta entrevista, él afirmó que no había lamentado la utilización de grupos armados afganos y árabes y respondió: “¿Qué es más importante para la historia del mundo, los talibanes o el hundimiento del Imperio Soviético?

No cabe sorprenderse en estas circunstancias de que EEUU haya favorecido el nacimiento del EI en un terreno social “fértil” para hacer avanzar su estrategia, cuyo primer objetivo es la completa destrucción de Siria. Sólo el apoyo ruso e iraní impidió el año pasado a EEUU aprovechar una provocación química llevada a cabo por los grupos armados opositores sirios para agredir a ese país. El otro objetivo aparente de EEUU es la reocupación de Iraq que estaba en vías de desligarse de Washington y aproximarse a Pekín y Moscú.

El pacto de no agresión en Siria entre el EI y los llamados “rebeldes moderados” sirve a esta estrategia, como ilustra la visita del senador estadounidense John McCain a ese país, donde se entrevistó con los dirigentes del así llamado Ejército Sirio Libre y con el líder del EI, Abu Bakr el Bagdadi, en la misma reunión.

En este contexto, la alarma sobre la penetración del EI en Filipinas, Indonesia, Malasia y algunos otros países en las fronteras de China, y dentro de las fronteras de ésta en Xinjiang, sirve también para justificar la estrategia de EEUU y sus aliados de despliegue de fuerzas militares en la región de Asia y el Pacífico. El Pentágono señaló en 2001 que “existe la posibilidad de que surja un rival militar con una formidable base de recursos y capacidad suficiente para amenazar la estabilidad de una región crucial para los intereses norteamericanos”.

La profecía se ha cumplido, pero con una variante. China se alza hoy no tanto como una gran potencia militar (aunque cuenta con un ejército poderoso) sino sobre todo como una gran potencia económica, a cuyo reforzamiento contribuyen las propias multinacionales estadounidenses que fabrican una gran parte de sus productos en el país asiático.

China se ha convertido en un adversario más temible para EEUU tras la serie de acuerdos económicos firmados con Rusia, que han convertido en inútiles las sanciones occidentales contra Moscú, y con Irán (siempre en la mira de Washington), que constituye el principal suministrador de petróleo a China. Existen también señales que indican que China e Irán apoyan el proyecto ruso de desdolarización de los intercambios comerciales y que supone un golpe mortal a la supremacía estadounidense.

¿Veremos ahora al EI convertirse en una fuerza hostil a China? De momento, diversos atentados, como los acontecidos en los últimos meses en la región autónoma china de Xinjiang, permiten suponer que esto será así.

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A SÍRIA RESISTE CONTRA A ESTRATÉGIA IMPERIALISTA/SIONISTA

Siria: luchar contra el terrorismo significa cortar su financiación

El embajador de Siria en la ONU, Bashar al Yaafari, dijo en una alocución pronunciada durante la reunión del Consejo de Seguridad de la ONU el viernes que “Iraq y Siria llevan a cabo una sola guerra contra el terrorismo” y señaló que “el gobierno sirio forma parte esencial de la lucha contra las dos redes terroristas del EI y el Frente al Nusra”.

“Hemos insistido siempre en que la prioridad debe ser la lucha contra el terrorismo y en que hay que poner fin a la entrega de armas y fondos y al entrenamiento a los terroristas”, dijo Yaafari. Él recordó en este sentido que Siria ha estado implicada en una batalla contra el terrorismo en los pasados tres años.

Yaafari reafirmó además que todo esfuerzo internacional desplegado con el objetivo de luchar contra el terrorismo debe ser realizado en el marco del respeto al Derecho Internacional y a la soberanía de los países.

El embajador de Siria mostró también su condena a los patrocinadores del terrorismo en Oriente Medio, es decir Arabia Saudí, Qatar y Turquía. 

Él añadió además que los gobiernos de Siria e Iraq se están coordinando en esta batalla.

“La guerra en Siria e Iraq contra el terrorismo es una sola y contra el mismo enemigo. Las víctimas en ambos países son las víctimas de un único terrorismo”, dijo el embajador sirio.

Power: los rebeldes armados y entrenados por EEUU lucharán contra Assad

La embajadora de EEUU en la ONU, Samantha Power, ha insistido en que el plan de EEUU para entrenar y armar a algunas facciones de los rebeldes sirios no está dirigido simplemente a la destrucción del EI, sino también a luchar contra el gobierno de Bashar al Assad en Siria.

“El entrenamiento servirá también a estas tropas en la lucha que llevan a cabo desde el principio de este conflicto contra el régimen de Assad”, dijo Power.

El plan, aprobado por el Congreso de EEUU, la pasada semana, busca crear una fuerza de unos 5.000 rebeldes dentro de un año. Dicha fuerza estará formada por militantes reclutados en varios grupos rebeldes.

Los intentos anteriores de EEUU para entrenar y armar a terroristas “moderados”. Una gran parte de los que recibieron estas armas y entrenamiento han acabado en ls filas del EI junto con las armas entregadas por Washington.

Este plan beneficia, en realidad, al EI, y y la pretensión dirigida a debilitar al Estado sirio.

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DRONES DO HEZBOLAH ATACAM A FRENTE AL NUSRA NA SÍRIA

Drones de Hezbolá atacan al Frente al Nusra: 23 terroristas muertos


Por primera vez, Hezbolá ha lanzado ataques con drones equipados con misiles contra varias bases del Frente al Nusra, vinculado a Al Qaida, en Siria, matando a 23 terroristas, indicó la agencia iraní Fars News. Poco después de este ataque, combatientes de Hezbolá llevaron a cabo una operación terrestre contra dichas zonas.

Entre los muertos está Abu Leith al Shami, un ciudadano libanés y alto dirigente del Frente al Nusra, que murió en el enfrentamiento.

Los ataques fueron dirigidos contra bases del Frente al Nusra situadas cerca de la frontera del Líbano, que ha sido objeto de una infiltración y acciones hostiles del EI, el Frente al Nusra y otros grupos terroristas sirios en los pasados meses. Durante su ofensiva terrestre, Hezbolá capturó a varios terroristas más.

Hezbolá ha tenido la tecnología de los drones durante bastante tiempo. En abril de 2013, un drone de Hezbolá voló dentro del espacio aéreo de la entidad sionista durante cientos de kilómetros enviando imágenes antes de ser detectado y derribado por aviones israelíes.

Hasta ahora, sin embargo, Hezbolá sólo había usado drones en vuelos de vigilancia. Esta acción del domingo abre la posibilidad de la utilización de los drones de manera más extensa en la guerra de Siria.

La acción de Hezbolá contra el Frente al Nusra se produjo un día después de que un atacante suicida se hiciera explotar el domingo con su vehículo en las proximidades de un campo de Hezbolá en los confines de la localidad de Al Jaraibé, en el este del Líbano. Algunos medios hablaron de tres muertos, pero el corresponsal de Al Manar, que estuvo presente en el lugar, señaló que ninguna persona falleció en el ataque.

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segunda-feira, 22 de setembro de 2014

MANIFESTO DE SOLIDARIEDADE AOS PROFESSORES QUE DENUNCIARAM OS CRIMES CONTRA A HUMANIDADE E ESTÃO SENDO PUNIDOS POR ISSO!



PROFESSORES DENUNCIAM CRIMES CONTRA A HUMANIDADE E SÃO PUNIDOS POR ISSO!
Segue o abaixo assinado em defesa dos professores vítimas de demissão e assedio moral pelo sionismo.
Solicitamos a ajuda de todos nesta tarefa. 
Não podemos deixar que a Federação Israelita imponha censura e cale a boca daqueles  que denunciam as barbaridades sofridas pelo povo palestino nas mãos do exército de ocupação sionista há 66 anos. Da mesma forma, não podemos consentir ataques a liberdade de expressão , a autonomia pedagógica e   a manipulação dos fatos e da  
história.

Entre nesta luta! Ajude a passar e divulgar o abaixo assinado! 
Envie para : vivaintifada@gmail.com


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Manifesto de Solidariedade:



PROFESSORES DENUNCIAM CRIMES CONTRA A HUMANIDADE E SÃO PUNIDOS POR ISSO!

Dois professores  estão sendo vítimas de assédio moral  por parte da Fierj - Federação Israelita do Rio de janeiro, que os acusa de antissemitismo, por terem ambos introduzido charges e perguntas que identificam o caráter fascista da ocupação e, em particular, da última agressão militar do Estado judeu à Faixa de Gaza em provas para seus alunos. Esse assédio fez com que  o Colégio Andrew demitisse o professor e o GPI punisse a professora. Ambos ainda estão sendo ameaçados de processo criminal por parte da entidade sionista.

A reação da organização israelita teve repercussão no Jornal O Globo, que deu cobertura a posição da Fierj como se esta fosse “naturalmente” uma posição moralmente correta e universalmente aceita.

As organizações que assinam esse manifesto discordam integralmente e se colocam na defesa dos professores e da denúncia que fazem.

Com essa atitude hedionda a organização sionista tenta:

1 - Distorcer a posição antissionista daqueles que lutam e denunciam os bárbaros crimes da ocupação sionista praticados há 66 anos na Palestina, intensificados durante os 51 dias pelo terror dos bombardeios contra a população civil de Gaza, como se fosse antissemita. Assim, coloca um falso componente religioso para esconder a filosofia de poder e dominação militar que assola a Palestina História, ou seja o sionismo.


2 - Manipular os valores humanitários que estão em jogo, de forma que denunciar os atuais crimes contra a humanidade praticados por Israel, na Palestina, difamasse e ofendesse os  mortos pelo, não menos hediondo, regime da Alemanha nazista. Dessa forma, situa Israel na posição confortável de vítima e nunca de Estado agressor.


3 –Tenta introduzir uma “autoridade” moral e institucional no sistema educacional brasileiro, favorecendo a manipulação histórica que coloca o sionismo como vítima da crueldade e isenta  Israel da crítica pelas barbaridades que comete contra os palestinos.
Esta última estratégia se resume na proposta de “ação educativa” que impõe aos colégios palestras sobre o holocausto judeu e sobre o Oriente Médio ou ainda exposições de “crianças no holocausto judeu”. A intenção da “ação” é  utilizar a ”história”  como uma arma ideológica para  manipulação, controle e  dominação afim de justificar os crimes de guerra cometidos contra homens, mulheres e crianças árabes.

Lamentavelmente, a postura da Federação Israelita  não é nova.  Essas organizações existentes em vários países são parte da enorme e poderosa rede de apoiadores e colaboradores do regime sionista na defesa intransigente de Israel. Postura que os faz cúmplices  da ocupação da Palestina desde 1948, e dos bárbaros crimes de guerra cometidos pelo Estado judeu.

O assedio moral aos professores funciona como uma espécie de intimidação para fazer calar a todos nós que não toleramos o assassinato impune do povo palestino, suas mulheres e crianças, pelo exército sionista. Querem calar a todos que lutam por uma Palestina Livre!


Da mesma forma também repudiamos a ingerência dessas organizações sionistas na forma como devemos aproximar nossas crianças de uma postura crítica contra os crimes contra a humanidade cometidos ao longo da História. Conflitos, guerras e ocupações que vitimaram de morte mais de 50 milhões de seres humanos somente nas duas Grandes Guerras, além da utilização criminosa de bombas atômicas contra o povo japonês, o genocídio praticado na ocupação do Iraque, Afeganistão e Líbia, além da invasão na Síria pelos EUA em aliança com Israel.

Sobretudo exigimos respeito aos profissionais da educação que para além da ciência estão comprometidos com a dignidade humana e a solidariedade entre os povos.

Por tudo isso, nos solidarizamos com os professores que tiveram a dignidade e sobretudo  a coragem de denunciar mais um dos terríveis genocídio praticados contra a Humanidade, desta vez,  pelo poderoso e bem armado Estado sionista.


1 - Comitê de Solidariedade à Luta do Povo Palestino do RJ
2 - Movimento Mulheres em Luta - RJ  - MML- RJ
3 - Movimento Palestino e Brasileiro pela Paz  no Oriente Médio

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

BARCOS SIONISTAS DISPARAM CONTRA PESCADORES PALESTINOS NA COSTA DE GAZA

Naves de guerra israelíes rompieron hoy la tregua con los palestinos de Gaza al disparar contra pescadores que salían hacia la zona en la cual faenen de forma precaria por las restricciones a que están sometidos.

El incidente ocurrió el viernes y los pescadores dijeron que estaban dentro del límite de las 12 millas naúticas impuesto por Tel Aviv y contemplado en el acuerdo de cese del fuego.

Un portavoz israelí dijo que los barcos “se desviaron de la zona de pesca designada” sin aportar más precisiones.

Esta es la tercera violación grave por Israel del acuerdo alacanzado fines de agosto pasado para detener su agresión militar de 50 días que causó la muerte a más de 2.000 palestinos, en su mayoría mujeres y niños, y heridas a 12.000, además de devastar la infraestructura de la franja.

Los pescadores de Gaza denuncian asimismo las obstrucciones a su trabajo por la Marina de Guerra israelí a pesar de respetar los límites impuestos.

La Liga Arabe calificó el viernes en un comunicado de “intolerable y chocante” el nivel de destrucción causado por la aviación, la artillería y la Marina de Guerra israelíes en Gaza, donde se hacinan un 1.700.000 personas.

En tanto, sigue sin confirmarse la fecha de la nueva ronda de negociaciones indirectas entre delegaciones de Hamas, la agrupación islamista palestina que controla la franja, e Israel, señalada de manera tentativa para mediados de este mes, pero sujeta a la decisión de los intermediarios, el gobierno egipcio. 

http://www.almanar.com.lb/main.php