segunda-feira, 19 de novembro de 2012

NÃO FINANCIE O GENOCÍDIO: BOICOTE ISRAEL


Boicote “Israel”     (REPRODUZA ESSA CAMPANHA HUMANITÁRIA)


Você financia a guerra que mata crianças?
Você financia a entidade sionista, “Israel”; que comete crimes de guerra?

Crianças assassinadas no atual bombardeio contra os territórios palestinos, em Gaza-novembro/2012

Boicote o Estado Sionista de “Israel”

 
Esta e uma campanha para boicotar empresas que tem vinculos com o genocídio contra o povo palestino
As seguintes empresas financiam os Estado de Israel

Não compre os seguintes produto:

Participe da campanha

Em seu web, blog ou participação em fóruns, adicione as informações dessa campanha.
· Faça uma cópia dos produtos e cole na entrada dos supermercados e em todos os lugares que comercializam os produtos relacionados abaixo:



 Envie mensagens do celular para todos seus amigos.
Envie também e-mails para todos de sua lista.


· Participe de todas as convocatórias de protesto contra as agressões de “Israel” contra o Povo Palestino.

·  
Peça a seu governo que rompa as relações diplomática com “Israel” como uma forma de parar os genocídios israelenses.



Boicote o produto que financia a guerra que mata crianças!
Boicote produtos que financia a entidade sionista, “Israel”; que comete crimes de guerra!

Fale com seus amigos e boicote,boicote...

Empresas que financiam os genocídios praticados por "ISRAEL"

Participe na campanha DIVULGANDO!
Não cruze seus braços, divulge e Una-se às forças que lutam por Justiça !



Não financie a guerra que mata crianças;
Não financie a entidade sionista, “Israel”; que comete crimes de guerra.

Israel utiliza armas prohibidas en sus ataques contra Gaza



El régimen de Tel Aviv bombardea constantemente la Franja de Gaza y utiliza armas no convencionales, así ha anunciado hoy lunes el diario saudí de Al-Jazeera en su página Web. 

El viernes, el exministro de Sanidad de la Franja de Gaza Bassem Naim, también, reveló que tiene pruebas de que entre la artillería utilizada por el régimen de Israel durante arremetida contra la Franja de Gaza se halló “armamento no convencional”. 

“Todos los estudios prueban que Israel está utilizando armamento no convencional, tanto por la cantidad como por la naturaleza del mismo”, declaró Bassem Naim. 

Conforme al extitular palestino, los cadáveres recogidos estaban completamente calcinados, lo que evidencia el uso de armas prohibidas. 

Mientras tanto, el primer ministro del régimen israelí, Benyamin Netanyahu, ha declarado que Tel Aviv está dispuesta a “ampliar significativamente” sus ataques mortales contra la sitiada Franja de Gaza. 

“El ejército se prepara para expandir significativamente la operación”, afirmó Netanyahu el domingo durante una reunión de gabinete. 

Desde el pasado miércoles, unos 97 palestinos incluyendo niños y mujeres han fallecido y más de 900 personas han resultado heridas en una nueva ola de ataques del régimen israelí. 

Desde el año 2007, Gaza vive bajo el bloqueo impuesto por el régimen israelí que ha privado a los 1.7 millones de palestinos de sus derechos básicos, tales como libertad de circulación, atención médica, trabajo o acceso a la educación. 

msh/cl/hnb 

http://www.hispantv.com/detail/2012/11/19/202129/israel-utiliza-armas-prohibidas-ataques-contra-gaza

Los niños de Gaza piden el apoyo de los países árabes



En medio de las constantes agresiones del régimen de Tel Aviv en contra de la asediada Franja de Gaza, los niños del enclave costero han pedido a los Estados árabes encaminar una serie de medidas a la hora de poner fin a esta situación, ha informado hoy lunes la cadena televisiva palestina Al Mayadin. 

La petición coincide con la intensificación de las correrías aéreas del régimen israelí que han arremetido contra la Franja de Gaza más de 1350 veces desde el comienzo de la nueva ola de ataques aéreos, que inició el 14 de noviembre. 

Unos 97 palestinos, la mayoría niños y mujeres, han fallecido y más de 900 personas han resultado heridas en una nueva ola de ataques del régimen israelí. 

En respuesta a la brutal ofensiva del régimen de Tel Aviv contra la Franja de Gaza, grupos palestinos han lanzado un centenar de cohetes contra el régimen de Tel Aviv y otras posiciones israelíes en los territorios ocupados de Palestina. 

msh/cl/hnb 

http://www.hispantv.com/detail/2012/11/19/202126/los-ninos-gaza-piden-apoyo-paises-arabes

Los israelíes apoyan incursiones contra Gaza


El 84 por ciento de los israelíes apoya las operaciones militares que lleva a cabo su ejército contra la Franja de Gaza, mientras que solo el 12 por ciento de los israelíes se opone a las ofensivas, según una encuesta difundida por el diario israelí "Haaretz”. 

El sondeo analiza la opinión por separado de judíos y árabes israelíes y revela que los primeros apoyan hasta el 90 por ciento la ofensiva contra los palestinos residentes en Gaza. 

Es más, un 30 por ciento de los encuestados dijo incluso favorecer una incursión terrestre, según el sondeo de opinión. 

La ofensiva, además, les ha servido a los líderes del régimen de Tel Aviv, especialmente al primer ministro Benjamín Netanyahu, y al ministro de asuntos militares Ehud Barak, para aumentar su popularidad entre los israelíes. 

"Haaretz” precisa que, según los resultados de la encuesta, sería el mejor momento para cesar los ataques, dado que tras varios días de operación el público observa que la situación se complica y han comenzado las críticas. 

Los israelíes apoyan la brutalidad de este régimen contra el indefenso pueblo palestino, pese a que los inhumanos ataques de los últimos seis días han provocado la protesta unánime de la comunidad internacional. 

Desde el 14 de noviembre, inicio de la nueva ola de incursiones israelíes contra la Franja de Gaza, 96 palestinos han muerto y más de 800 resultado heridos. 

Mientas tanto, el primer ministro israelí, Benyamin Netanyahu, informó el domingo de que el ejército de este régimen ilegítimo se prepara para expandir significativamente la operación. 

nab/nii/ 
http://www.hispantv.com/detail/2012/11/19/202115/los-israeles-apoyan-incursiones-contra-gaza

PELÍCULA URGENTE POR PALESTINA

EEUU: Se multiplicam os protestos contra os ataques israelíes

ùltimas notícias de Gaza: Continuam os ataques aéreos israelíes contraa Franja de Gaza

Discurso de Hasan Nasralá sobre os ataques contra Gaza

Israel, amenaça mundial

O prisioneiro palestino, lider do movimento Fatah, pediu ao Presidente palestino para ir a Faixa de Gaza

Editor do Site
Prisioneiro Marwan BarghoutiDas prissões israelelnses, o lider do movimento Fatah, Marwan Barghouti chamou todas as lideranças palestina, especialmente o Comitê Executivo , o Comitê Central do Fatah eo Presidente Mahmoud Abbas, assim como os líderes do Hamas e da Jihad Islâmica que vivem no exterior para irem a Gaza, participar da Batalha junto a resistência.

Barghouti declarou em um comunicado publicado pela "Agência de Notícias Ma'an" que "esta brutal agressão contra nosso povo é  um ataque a toda a Palestina, a todo seu povo e a todos os árabes, os muçulmanos e os liberais do mundo".
Barghouti  lembrou  dos mártires de Gaza, em particular o comandante Ahmed Jabari, e saudou a resistência. Ele disse: "Da minha pequena cela e junto com  milhares de combatentes presos estamos organizando a realização de uma conferência de reconciliação nacional imediatamente e esperamos a participação de todas as facções, partidos, forças e personalidades nacionais. Precisamos formar um governo de unidade nacional para enfrentar os desafios e para salvar o projeto nacional palestino, que passa pela aprovação do documento dos prisioneiros sobre o programa de reconciliação nacional."
Ele pediu que todos os palestinos que participam de "movimento popular de massas dentro e fora da Palestina organizem marchas populares para condenar a agressão israelense e o fim da ocupação", enfatizou a importância vital do fim do bloqueio à Faixa de Gaza e a abertura de todas as passagens, especialmente a passagem de Rafah .
E apelou a todos os países árabes, Egito e Jordânia, em particular a reconsiderar radicalmente  suas relações com a entidade israelense à luz da contínua ocupação e agressão.

http://www.almanar.com.lb/adetails.php?eid=351251&frid=21&seccatid=22&cid=21&fromval=1

ÓDIO E NEGÓCIOS




Estão juntos na barbárie nazissionista contra palestinos. O ódio bíblico da presunção de superioridade racial, de missão divina, os “negócios”, nos saques e na pirataria contra vidas e riquezas palestinas. Pior. Esse ódio e esses “negócios” se espalham pelo mundo no cinismo que caracteriza os sucessores de Hitler.

“Vamos levar Gaza de volta à Idade Média”. Foi a declaração de um dos ministros do gabinete terrorista de Tel Aviv. Ficou estampada em todos os jornais do mundo. Não havia como esconder. Os vídeos e fotos de corpos de crianças, mulheres, idosos mortos na insanidade fingida, na falsa indignação de quem ocupa terras alheias são universais e se incorporam à História da crueldade em todos os tempos.

Os ataques de Israel contra Gaza são crime de genocídio e têm o apoio de nações como os Estados Unidos e sua principal colônia na União Européia, a Grã Bretanha. O sangue de palestinos corre por todo o mundo despertando a revolta de seres humanos que ainda se mantêm como tal.

Palestinos assassinados por Israel na Faixa de Gaza
Os corpos estendidos, os olhares aflitos, a dor, a revolta, são da incompreensão de tanto ódio, de tantos “negócios”.

O governo terrorista de Israel se apropriou de terras e águas palestinas. No caso da água uma empresa sionista explora o bem em terras palestinas e cobra o dobro de palestinos. São ladrões contumazes ao longo da história. E curiosamente o Alcorão proíbe a cobrança de juros. É uma diferença abissal entre o ódio e os “negócios” e simplicidade de pastores de ovelhas, agricultores expulsos de suas terras, cercados por um muro e atemorizados por batalhões de homens bestas, ou bestas feras armados até os dentes e sem o menor brilho humano nos olhos.

Em Gaza os palestinos vivem da produção de flores e frutas, entre outras atividades primárias, mas ricos em sua essência. Asflores estão sendo mortas e não estão “vencendo canhões”.

Parar com esse horror? Basta que os chamados grandes queiram fazê-lo. Israel deixou de ser um direito de um povo – a despeito dos protestos de judeus em todo o mundo contra o seu governo – para se transformar naquilo que Einstein, ainda no final da década de 40 e início da década de 50, previa. Criminosos no governo.

É uma falácia a afirmação que foguetes do Hamas atingem Jerusalém. São rojões perto do arsenal químico (fósforo branco) e nuclear (urânio empobrecido) dos terroristas de Tel Aviv. Ou de Treblinka, difícil dizer a diferença.

É inexplicável o silêncio de governos do Egito, da Jordânia, dos países muçulmanos diante do massacre inaceitável. É um silêncio que soa como punhalada.

Nicolas Sarkozy, quando presidente da França, propôs ao Parlamento de seu país que em nome da liberdade proibisse o uso da burca em público. São perto de duas mil mulheres que usavam a burca em público em toda a França. Duasmil mulheres condenadas a permanecer em suas residências, trancafiadas. Há milhões de religiosos que usam hábitos de suas religiões em público, se escondem em fantasias mil e nenhuma lei para garantir a liberdade, ou “tradições libertárias”, como chegou a falar o ex-presidente.

Uma perfeita análise do preconceito está no livro “VIVENDO O FIM DOS TEMPOS” de Slavoj Zizek, um dos mais conceituados pensadores da atualidade.

A luta palestina é a de todos os oprimidos do mundo.

Desligue a GLOBO e toda a mídia podre de mercado que domina a informação no Brasil. Para servir aos seus patrões não se importam de sujar as mãos de sangue em nome do lucro e mostrar uma face, só uma face, daquilo que chamam “terrorismo”. Escondem o verdadeiro terror.

O das elites políticas e econômicas que recheadas de dinheiro sionista se alastram pelo Brasil.

É de Washington Luís a frase “ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. Ou acabamos com o tratado de livre comércio firmado pelo equilibrista Luís Inácio Lula da Silva e o governo de Israel, ou o sionismo que chega com o código de barra 729 (os três primeiros números) e toma conta, como está tomando, do Brasil.

Não há limites para a crueldade sionista e o expansionismo é uma realidade.

Está longe, muito longe, da moça Rebeca salva porIvanhoe dos templários de sir Bois Gilbert, no romance de Walter Scott. Não existe isso mais. O ódio ficou congelado e é despejado em cima de inocentes na Palestina.

É ódio e são “negócios”

A judiação imposta ao povo palestino só encontra paralelo nos campos de concentração do 3º Reich.

Vivemos o apogeu insano do 4º Reich.

Começam a soprar ventos de insatisfação nos EUA. Nem os norte-americanos agüentam mais tanta violência e tanta crueldade.

Bem fez Chávez que, em 2006, percebendo o perigo da suástica transformadaem cruz de Davi expulsou de seu país todo o corpo diplomático israelense da Venezuela.

Não basta pedir paz. Que paz? Há que ter ser liberdade para a Palestina. O Estado Palestino como decidido pela ONU.

Há que se cumprir as mais de 50 resoluções da ONU que condenam Israel por práticas terroristas, tais como uso de força excessiva (eufemismo para barbárie), armas químicas, biológicas, tortura, estupros, assassinatos seletivos.

Israel nunca quis a paz e quando a paz se ofereceu Israel matou seu próprio líder, Itzak Rabin. Atribuíram o crime a um “fanático” judeu. Se sabe, hoje, que era um agente do MOSSAD abrindo caminho para os terroristas; à frente, Ariel Sharon.

A sanha bárbara e terrorista de Israel quer terras, quer negócios, quer juros nos seus bancos, usa a bíblia como escudo, no fundo têm a convicção que são superiores.

Superiores sim na insanidade.  

http://redecastorphoto.blogspot.com.br/

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A questão central é essa: a ocupação


O conflito não começou com foguetes lançados contra Israel

18/11/2012, Phyllis Bennis , The Real News Network, TRNN
Vídeo-entrevista traduzida pelo pessoal da Vila Vudu


JESSICA DESVARIEUX, produtora, TRNN: Bem-vindos à The Real News Network. Sou Jessica Desvarieux, em Baltimore.

Dia 14/11, o governo de Israel atacou Gaza, matando um dos comandantes militares do Hamás. Para falar sobre isso, temos conosco Phyllis Bennis. Phyllis é diretora do Novo Projeto Internacionalismo, do Instituto para Estudos Políticos em Washington, D.C. É autora de Before and After: U.S. Foreign Policy and the September 11th Crisis, de Ending the U.S. War in Afghanistan: A Primer,Understanding the U.S.-Iran Crisis: A Primer e de Understanding the Palestinian-Israeli Conflict: A Primer. Obrigada por nos receber, Phyllis.

PHYLLIS BENNIS: Ótimo. Obrigada pelo convite, Jessica.

DESVARIEUX: Por favor, Phyllis, qual sua opinião sobre o que acaba de acontecer em Gaza?

BENNIS: Acho que estamos assistindo a uma grande escalada de Israel contra Gaza, em tudo semelhante à Operação Chumbo Derretido, de 2008-9, que também começou imediatamente depois – então, foi a primeira eleição – do presidente Obama, e antes de o presidente eleito tomar posse, nos dois casos.

Agora, vimos essa escalada gigante logo depois, dois dias depois de um cessar-fogo negociado pelo Egito e que parecia aceito pelos dois lados. Mas Israel respondeu ao cessar-fogo com o assassinato de um líder em Gaza, Ahmed al-Jaabari, o qual, dentre outras coisas era, sim, comandante do braço militar do Hamás, mas também, nos últimos anos, trabalhara como principal negociador com Israel e negociou, dentre outras coisas, a libertação do soldado israelense Gilad Shalit, que o Hamás capturara, em troca da libertação de mais de 1.000 palestinos que eram prisioneiros em Israel.

Nesse contexto, Jaabari negociava com vários intermediários, do movimento de pacifistas israelenses e de grupos egípcios, e tentava construir um cessar-fogo de longo prazo entre o Hamás e Israel. Jaabari estava nessa posição e – como já aconteceu outras vezes, quando havia negociações em andamento entre israelenses e palestinos, o governo de Israel respondeu à tentativa de acordo, assassinando palestinos que trabalhavam para o acordo de paz.

Aconteceu exatamente assim há vários anos, quando outro líder do Hamás foi assassinado em Gaza enquanto analisava o texto de uma proposta de acordo de paz. Isso aconteceu em 1996. Quero dizer: não há novidade.

É preciso entender tudo isso no contexto da guerra de drones dos EUA e da prática, já estabelecida no EUA, dos “assassinatos predefinidos”, assassinatos de alvos predefinidos, “targeted assassination”. Torna-se ainda muito mais difícil, para todos que trabalhamos para modificar essa política de assassinatos na qual os EUA já se engajaram, agora, exigir que os EUA pressionem Israel para que interrompam a prática desses assassinatos com alvo predefinido, se se sabe, como sabemos, que essa prática, precisamente, é a principal política dos EUA no Afeganistão, no Paquistão, no Iêmen, na Somália e, talvez, em outros pontos. Esse é um dos aspectos do que está acontecendo em Israel.

Outra questão é saber quem responde a quem. A história, como você sabe, é sempre predeterminada, desde os primeiros passos. Nesse caso, ouve-se falar muito – toda a imprensa-empresa nos EUA diz a mesma coisa –, que Israel estaria reagindo a foguetes disparados pelos palestinos: os palestinos lançaram foguetes, os foguetes dos palestinos, sempre a mesma conversa; e que Israel estaria respondendo. Só muito raramento há notícias sobre mortes entre os palestinos; a imprensa só tem olhos e ouvidos para os foguetes palestinos e o dano que causam em Israel; e o que fazem os palestinos.

No caso atual, é verdade que, antes do assassinato de Jaabari, houve fogo antitanque disparado por uma das facções de palestinos armados, contra um grupo de soldados israelenses e vários deles foram feridos. A pergunta, nesse caso, passa a ser: “Mas por que os palestinos atiraram contra o tanque israelense?”.

Na segunda-feira passada, por exemplo, forças israelenses mataram um adolescente, em Gaza, que se aproximou da cerca de fronteira. A família do menino e outras testemunhas disseram que se tratava de deficiente mental, que não sabia onde estava. Os israelenses alegam que lhe ordenaram que se afastasse da cerca. O menino ou não ouviu ou não entendeu ou não prestou atenção, e os israelenses o mataram. Noutro ataque, dois dias depois desse, na quinta-feira, os militares israelenses mandaram tanques e um blindado para Gaza, em território ocupado, em Gaza, e os soldados atiraram e mataram outro adolescente, de 13 anos, que estava num campo de futebol, a cerca de 1.200 m, mais e 1 km de distância do ponto onde estavam os soldados.

Isso é o que acontece em Gaza, praticamente é a rotina, e ninguém parece dar qualquer atenção. Só quando há uma grande escalada, quando Israel mobiliza uma grande operação militar (ou, como nesse caso, quando os israelenses assassinam um comandante do Hamas), é que se vê alguma indignação e mais gente presta atenção ao que acontece em Gaza.

O que eu temo é perigo ainda maior que essa desatenção. Temo que o mundo comece a discutir como se essa situação fosse alguma espécie de ‘nova normalidade’. Israel reage assim, por essa ou aquela ração, e só se discutem as respostas de Israel. Aos poucos, todos esquecerão que, ali, sempre e necessariamente a questão central é a ocupação ilegal, por Israel, de terras palestinas. 

A questão central é essa: a ocupação.

A modalidade de ocupação em Gaza é diferente. Não há soldados israelenses em campo. Os colonos e soldados israelenses retiraram-se, oficialmente, em 2005. Mas a legislação internacional é muito clara: há ocupação quando um território é controlado de fora para dentro, por governo externo. E essa, precisamente, é a realidade em Gaza. Há ali uma modalidade bem clara de sítio; os militares israelenses controlam as fronteiras, decidem quem pode entrar e quem pode sair, que bens e produtos podem entrar ou sair, controlam o mar que cerca Gaza, construíram muros de apartheid, controlam o espaço aéreo, bombardearam o aeroporto, de tal modo que nenhum avião pode pousar em Gaza, impedem os pescadores de Gaza de avançar, no mar, além de uma milha da costa – isso é ocupação, em formato diferente. E até que se compreenda bem essa realidade de fundo, que é a raiz da violência que se vê hoje, ninguém terá condições de trabalhar para pôr fim ao massacre dos palestinos.

Evidentemente, a primeira coisa a fazer é impor um imediato cessar-fogo. Mas, a menos que se compreendam com clareza que a base de todos os conflitos é a ocupação ilegal de terras palestinas, nenhum cessar-fogo será estável ou duradouro.

DESVARIEUX: Obrigada, Phyllis, por nos receber. O canal The Real News Network, TRNN continuará a cobrir os conflitos em Gaza.

No quinto dia de mais uma brutal ofensiva israelense contra Gaza ....O saldo é de 75 mortos, sendo 20 crianças, 700 feridos e destruição por toda parte!




Nov 18, 2012


Faixa de Gaza,  SANA
Gaza acordou hoje como nos últimos dias, sob o estrondo assustador de um bombardeio israelense brutal, que indiscriminadamente, atinge tudo na cidade, as pessoas e as instituições. Desde seu inicio, o ataque tem produzido um número  crescente  de palestinos assassinados e deixa uma destruição desoladora em todos os lugares.

Esta manhã, os aviões das forças de  ocupação sionista bombardearam uma delegacia de polícia em Al-Daraj, na cidade de Gaza, reduzindo o edifício a escombros.
Durante o dia, as incursões israelenses contra duas torres onde estão  os escritórios dos meios de comunicação.

Horas antes houve outro ataque quando perderam a vida dois pequenos irmãos, uma menina e um menino,  Yumana  e Tamer Abou S'efan. Uma fonte médica em Gaza, e a Agência de Notícias e Informações  Palestina, "WAFA",  disseram, na madrugada de domingo,  que as crianças  foram mortos por um ataque aéreo que atingiu sua casa em Jabalia, ao norte da Faixa de Gaza. Outra criança morreu e outros dois ficaram feridos no bombardeio de uma casa a leste de Brej, no  centro.

As equipes médicas resgataram o corpo de uma senhora palestina Un Rafi Abdel Al,  debaixo dos escombros de sua casa, que desabou como resultado do bombardeio da estação de polícia no distrito de al-Tuffah. Fontes médicas disseram que foram resgatados seu marido e os quatro filhos da mártir Abdel Al, e todos ficaram gravemente feridos.



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O Alto Comissariado da Ambulância e Emergência em Gaza disse que 16 palestinos ficaram feridos como resultado de dois ataques que atingiram a casa da família Abou Ful, em Jabalia . Soma-se a eles, mais de  20 feridos em uma série de ataques violentos lançados por aviões israelenses contra diferentes zonas.


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Os caças  sionistas lançaram ataques contra o canal de TV Al-Quds emGaza.
Em um vil ataque contra as equipes de comunicação em Gaza, aviões de guerra israelenses bombardearam duas torres esta manhã em Gaza, onde há escritórios dos canais por satélite e meios de comunicação locais e estrangeiros: canal RT, árabe, as cadeias  Al-Aqsa TV (do Hamás) e o libanes Al-Quds, o canal de noticias italiano RAI, Sky News, o alemão ARD e o  Kuwait-TV.
 A agressão feriu vários jornalistas.


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Fontes da mídia disseram que o ataque arrasou a planta n º 11, onde estão as instalações do canal por satélite al-Quds, quando foi ferido o jornalista Judur al-Zahar, que teve sua perna amputada e os jornalistas Hussein al-Dahun, Ibrahem Labd, Mohammed al-Ajras, Hazem al- Daur e Darwish Bulbul. A torre foi evacuada completamente e os jornalistas suspenderam seu trabalho. A ocupação também lançou mísseis contra a sede do canal local Al-Aqsa canal por satélite dependência al-Aqsa, causando o ferimento de pelo menos três palestinos, dois são jornalistas.

Dr. Ashraf al-Qudra,  porta-voz do Ministério da Saúde do governo palestino, na Faixa de Gaza, disse que pelo menos seis jornalistas ficaram feridos quando caças israelenses bombardearam as torres onde os escritórios dos meios de informação e canais por satélite al-Quds, no bairro al- Ramal, a oeste da cidade de Gaza, acrescentando que o objetivo deste ataque é impedir a transmissão, pelos meios de comunicação, e a denuncia dos crimes cometidos por Israel contra o povo palestino.




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O diretor do canal por satélite Al-Quds, Imad al-Ifranji disse, enquanto vários feridos  eram transferidos para al-Shifaa, o  Hospital na Cidade de Gaza, "este é um novo crime contra os jornalistas", enfatizando que "os jornalistas seguirão  realizando  sua missão  profissional".

Por sua parte, o canal "Russia Today"  disse que o canal foi danificado como resultado do bombardeio da torre, dizendo que hoje foi o pior dia da agressão israelense contra Gaza .

Esta agressão contra os meios de comunicação representam uma tentativa de esconder a realidade,  a brutalidade da ocupação israelense e seus crimes racistas e suas desumanas violações.

Os moradores vizinhos do prédio disseram que o dano foi enorme, e que vários jornalistas deixaram seus lugares imediatamente após a queda do primeiro míssil israelense, que foi seguido por pelo menos outros dois que foram mirados contra o mesmo lugar.


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Esta manhã, quatro palestinos foram transferidos para a Al-Shifa, Hospital em Gaza, como resultado de ferimentos sofridos em um ataque israelense contra a Al-Ramal bairro no centro de Gaza, onde aviões de guerra dispararam três mísseis na área do complexo al-Saraya.

De igual maneira,  dois palestinos caíram mártires e oito feridos no ataque contra o campo de al-Shatee, a oeste de Gaza.
Uma  criança palestina de um ano e meio de idade foi outra vítima mortal  nesta jornada brutal sionista contra os habitantes de Gaza. Outro ataque  contra uma casa a leste do acampamento palestino Brej, no setor central, causou a morte de um bebê e feriu seus dois irmãos.

Horas depois, fontes médicas palestinas disseram que o complexo clínico  al-Shifaa  recebeu os corpos de mártir Ahmad Isam al-Nahal e de uma menina de nove anos de idade, Tansim al-Nahal, mais oito vítimas feridas do bombardeio do acampamento de al- Shatee, ao noroeste de Gaza. Também cuidaram de  vários feridos  do ataque no  bairro  Al-Shuijaiya,  em Gaza, que matou a palestina Saadiya al-Dib.



Esta manhã, quatro palestinos foram transferidos para a Al-Shifa Hospital, em Gaza como resultado de ferimentos sofridos em um ataque israelense contra a Al-Ramal bairro no centro de Gaza, onde aviões de guerra disparou três ocupação mísseis na área de resort al-Saraya.
Da mesma forma, dois palestinos mais caíram mártires e oito feridos no ataque contra o campo de al-Shatee, a oeste de Gaza.
A criança palestina foi mais um ano e meio de mortos nesta guerra brutal dias israelense em Gaza. Um ataque israelense contra uma casa a leste do acampamento palestino Brej no setor central do bebê morto e ferido seus dois irmãos.
Horas depois, fontes médicas palestinas disseram que al-Shifaa clínico complexo recebeu os corpos de mártir Ahmad Isam al-Nahal e nove anos de idade menina Tansim al-Nahal, mais oito vítimas feridas do bombardeio do acampamento de al- Shatee noroeste de Gaza. Também tem vários feridos ataque israelense em Al-Shuijaiya bairro em Gaza que matou o al-Dib cidadão Saadiya.
"Nove palestinos, oito de uma mesma família, foram mortos em um ataque aéreo que tinha como alvo a casa do al-Dalu, no setor norte. Uma fonte médica disse que foi encontrado o corpo de um bebê nos destroços do casa ".
Até o momento, o número de mortos na sistemática agressão israelense  e nas centenas de incursões aéreas contra a Faixa de Gaza,  pelo cinco dias consecutivos, já somam, pelo  menos 75 mártires, incluindo 20 crianças. Enquanto o número de feridos subiu para mais de 700 pessoas, incluindo dezenas de crianças e mulheres.
Pouco antes de meia noite de sábado, aviões israelenses lançaram uma série de ataques aéreos contra várias casas em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, destruindo completamente os e causando graves danos a várias casas vizinhas.
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Resistência palestina responder aos crimes da ocupação em Gaza e bombardeia de novo Askalan e o assentamento de  Ashkol.

O bombardeio da resistência palestina contra posições israelenses foram renovados para responder os brutais crimes da ocupação israelense, que, só nas primeiras horas do dia,  tomaram a vida de quatro crianças palestinas, deixado outras vítimas fatais e dezenas de feridos .

A resistência palestina lançou um foguete   contra a cidade Askalan, ao sul da Palestina ocupada, ferindo sete colonos israelenses, como confirmado pela imprensa israelense.



A agência de notícias palestina "MAAN", disse, citando a imprensa sionista, que um míssil caiu na zona del Sidi el NaKeb e outras caíram na assentamento de Ashkul e Aslkalan , na área costeira.

A Resistência bombardeou, também, o assentamento de Asdud com cinco foguetes Grad, e o assentamento de  Kfar Azab, com  míssil 107.

A Resistência palestina também atacou com cinco fogos de artifício, um navio de guerra israelense ancorado na costa de Gaza. A resistência palestina anunciou que lançou um míssil moderno usado pela primeira vez contra o norte de  Hartcelia, que dista cerca de 80 km da Faixa de Gaza.


A OLP lança um apelo urgente à comunidade internacional


A OLP convocou um chamado urgente à comunidade internacional e aos organismos da ONU para intervir e deter o incessante  terrorismo israelense contra a Franja e dar proteção internacional imediata aos filhos do povo palestino, em Gaza.

O Departamento de Assuntos Estrangeiros da Organização de Libertação da Palestina, disse em um comunicado transmitido pela agência "Wafa" que o governo da ocupação israelense lança uma terrível guerra de extermínio contra crianças, mulheres, idosos e pessoas em suas casas , usando todos os tipos de força militar, enquanto o mundo não move um dedo para impedir esta agressão brutal.

Os diferentes grupos de resistência palestina chamam unidade


De tudo isso, em um comunicado, as facções da resistência palestina, firmaram  a necessidade de "responder a seu apelo urgente de uma reunião do alto conselho dirigente da OLP, formado por secretários gerais, sendo o principal ponto da agenda da reunião, a implementação dos acordos para restaurar a unidade nacional palestino, sem demora, por considerá-lo como uma resposta essencial contra a agressão israelense ".



As facções pediram aos países árabes que têm  relações diplomáticas ou econômicas com a entidade israelense, que cortatem essas relações imediatamente e chamaram uma mobilização árabe, regional e internacional em todos os níveis. Solicitaram que os organismos internacionais incrementem  um plano de mobilização urgente contra a agressão de Israel e  contra os países que apoiam Israel, como os países europeus e dos EUA.
As correntes palestinas chamaram uma ampla solidariedade com o povo palestino em todas as formas possíveis contra a repressão brutal.

Estudantes indonésios  se manifestam em Jacarta para protestar contra a ofensiva israelense em Gaza

Centenas de estudantes indonésios se manifestaram, hoje, em Jacarta, capital da Indonésia, para protestar contra a agressão israelense contra Gaza e denunciar a política dos EUA na região.


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A Agencia France Press disse que os participantes se manifestaram em frente da Embaixada dos EUA em Jacarta, cantando slogans exigindo resgate de Gaza e da humanidade, levantaram bandeiras Palestinas e as  fotos dos mártires que caíram na agressão e destruição de casas.

O organizador do evento, Yousef Al-Gunuan Seid disse em sua intervenção que os estudantes da indonésias apoiam os palestinos em Gaza e denunciam o apoio que presta EUA  à Israel em seu terrorismo contra os palestinos, enquanto aganam o mundo como sendo os defensores dos direitos humanos.


Indonésia é considerado um dos maiores países islâmicos do ponto de vista da sua população, tem cerca de 240 milhões de pessoas, a maioria dos quais são simpatizantes da causa palestina.

A Sociedade Geral de refugiados palestinos apela à comunidade internacional para forçar a entidade sionista a parar sua agressão


Enquanto isso, a Sociedade Geral de refugiados palestinos fez um apelo  à comunidade internacional e a todas as organizações internacionais para intervir imediatamente a fim de  interromper o derramamento de sangue palestino que corre na Faixa de Gaza, pelo efeito devastador da máquina sionista,  sem qualquer prestação de contas como exigido pelas resoluções da ONU e as convenções de Genebra.


Em uma mensagem dirigida a Grande, da Sociedade Geral de refugiados palestinos apela à comunidade internacional para forçar a entidade sionista parar sua agressão
Enquanto isso, a Sociedade Geral de refugiados palestinos apelou à comunidade internacional e todas as organizações internacionais para intervir imediatamente para interromper o derramamento de sangue palestino que corre na Faixa de Gaza pelo efeito devastador do sionista máquinas sem qualquer prestação de contas como exigido pelas resoluções da ONU e as convenções de Genebra.

A entidade dos refugiados disse que os "bebês, crianças, mulheres e velhos [palestinos] imploram a comunidade internacional para  intervir imediatamente e deter a agressão israelense e levantar o bloqueio assassino terrorista,  que paira sobre o povo palestino na Faixa de Gaza", enfatizando a necessidade de uma ação imediata por parte da ONU para implementar as resoluções relativas à questão palestina e obrigar as forças de ocupação sionista se retirarem  completamente dos territórios árabes ocupados na Palestina e das Colinas de Golã .

A União Internacional de Sindicatos Operários condena a agressão contra os palestinos

Por sua parte, a União Internacional de Sindicatos condenou a bárbara agressão sionista da Faixa de Gaza, que já produziu dezenas de mártires e feridos, entre eles mulheres, crianças e idosos, o que evidencia o despreocupação israelense às leis e as normas internacionais.A União chamou o Conselho da Liga Árab a uma reunião de emergência para tomar medidas concretas contra crimes sionistas contra o povo palestino.


Ahmadinejad: a missão funcional da ocupação israelense é provocar crises , lançar as guerras  e derramar sangue 



O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o principal função da entidade Israel é agitar as crises, lançar as guerras e derramar sangue, condenando a agressão incedssante contra a Faixa de Gaza.
Durante uma reunião de gabinete, Ahmadinejad destacou que os líderes da ocupação israelense travaram três guerras no passado e atacaram o Líbano e Gaza nos últimos anos, e agora vivem a ilusão de atacar outros países na região.

Eba Khattar., Riad Sh., Elías S.

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