Comitê de solidariedade a luta do povo palestino - RJ, Comitê catarinense de solidariedade ao povo palestino
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
O prisioneiro palestino, lider do movimento Fatah, pediu ao Presidente palestino para ir a Faixa de Gaza
| Editor do Site |
Das prissões israelelnses, o lider do movimento Fatah, Marwan Barghouti chamou todas as lideranças palestina, especialmente o Comitê Executivo , o Comitê Central do Fatah eo Presidente Mahmoud Abbas, assim como os líderes do Hamas e da Jihad Islâmica que vivem no exterior para irem a Gaza, participar da Batalha junto a resistência.
Barghouti declarou em um comunicado publicado pela "Agência de Notícias Ma'an" que "esta brutal agressão contra nosso povo é um ataque a toda a Palestina, a todo seu povo e a todos os árabes, os muçulmanos e os liberais do mundo".
Barghouti lembrou dos mártires de Gaza, em particular o comandante Ahmed Jabari, e saudou a resistência. Ele disse: "Da minha pequena cela e junto com milhares de combatentes presos estamos organizando a realização de uma conferência de reconciliação nacional imediatamente e esperamos a participação de todas as facções, partidos, forças e personalidades nacionais. Precisamos formar um governo de unidade nacional para enfrentar os desafios e para salvar o projeto nacional palestino, que passa pela aprovação do documento dos prisioneiros sobre o programa de reconciliação nacional."
Ele pediu que todos os palestinos que participam de "movimento popular de massas dentro e fora da Palestina organizem marchas populares para condenar a agressão israelense e o fim da ocupação", enfatizou a importância vital do fim do bloqueio à Faixa de Gaza e a abertura de todas as passagens, especialmente a passagem de Rafah .
E apelou a todos os países árabes, Egito e Jordânia, em particular a reconsiderar radicalmente suas relações com a entidade israelense à luz da contínua ocupação e agressão.
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ÓDIO E NEGÓCIOS
Estão juntos na barbárie nazissionista contra palestinos. O ódio bíblico da presunção de superioridade racial, de missão divina, os “negócios”, nos saques e na pirataria contra vidas e riquezas palestinas. Pior. Esse ódio e esses “negócios” se espalham pelo mundo no cinismo que caracteriza os sucessores de Hitler.
“Vamos levar Gaza de volta à Idade Média”. Foi a declaração de um dos ministros do gabinete terrorista de Tel Aviv. Ficou estampada em todos os jornais do mundo. Não havia como esconder. Os vídeos e fotos de corpos de crianças, mulheres, idosos mortos na insanidade fingida, na falsa indignação de quem ocupa terras alheias são universais e se incorporam à História da crueldade em todos os tempos.
Os ataques de Israel contra Gaza são crime de genocídio e têm o apoio de nações como os Estados Unidos e sua principal colônia na União Européia, a Grã Bretanha. O sangue de palestinos corre por todo o mundo despertando a revolta de seres humanos que ainda se mantêm como tal.
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| Palestinos assassinados por Israel na Faixa de Gaza |
Os corpos estendidos, os olhares aflitos, a dor, a revolta, são da incompreensão de tanto ódio, de tantos “negócios”.
O governo terrorista de Israel se apropriou de terras e águas palestinas. No caso da água uma empresa sionista explora o bem em terras palestinas e cobra o dobro de palestinos. São ladrões contumazes ao longo da história. E curiosamente o Alcorão proíbe a cobrança de juros. É uma diferença abissal entre o ódio e os “negócios” e simplicidade de pastores de ovelhas, agricultores expulsos de suas terras, cercados por um muro e atemorizados por batalhões de homens bestas, ou bestas feras armados até os dentes e sem o menor brilho humano nos olhos.
Em Gaza os palestinos vivem da produção de flores e frutas, entre outras atividades primárias, mas ricos em sua essência. As flores estão sendo mortas e não estão “vencendo canhões”.
Parar com esse horror? Basta que os chamados grandes queiram fazê-lo. Israel deixou de ser um direito de um povo – a despeito dos protestos de judeus em todo o mundo contra o seu governo – para se transformar naquilo que Einstein, ainda no final da década de 40 e início da década de 50, previa. Criminosos no governo.
É uma falácia a afirmação que foguetes do Hamas atingem Jerusalém. São rojões perto do arsenal químico (fósforo branco) e nuclear (urânio empobrecido) dos terroristas de Tel Aviv. Ou de Treblinka, difícil dizer a diferença.
É inexplicável o silêncio de governos do Egito, da Jordânia, dos países muçulmanos diante do massacre inaceitável. É um silêncio que soa como punhalada.
Nicolas Sarkozy, quando presidente da França, propôs ao Parlamento de seu país que em nome da liberdade proibisse o uso da burca em público. São perto de duas mil mulheres que usavam a burca em público em toda a França. Duas mil mulheres condenadas a permanecer em suas residências, trancafiadas. Há milhões de religiosos que usam hábitos de suas religiões em público, se escondem em fantasias mil e nenhuma lei para garantir a liberdade, ou “tradições libertárias”, como chegou a falar o ex-presidente.
Uma perfeita análise do preconceito está no livro “VIVENDO O FIM DOS TEMPOS” de Slavoj Zizek, um dos mais conceituados pensadores da atualidade.
A luta palestina é a de todos os oprimidos do mundo.
Desligue a GLOBO e toda a mídia podre de mercado que domina a informação no Brasil. Para servir aos seus patrões não se importam de sujar as mãos de sangue em nome do lucro e mostrar uma face, só uma face, daquilo que chamam “terrorismo”. Escondem o verdadeiro terror.
O das elites políticas e econômicas que recheadas de dinheiro sionista se alastram pelo Brasil.
É de Washington Luís a frase “ou o Brasil acaba com a saúva, ou a saúva acaba com o Brasil”. Ou acabamos com o tratado de livre comércio firmado pelo equilibrista Luís Inácio Lula da Silva e o governo de Israel, ou o sionismo que chega com o código de barra 729 (os três primeiros números) e toma conta, como está tomando, do Brasil.
Não há limites para a crueldade sionista e o expansionismo é uma realidade.
Está longe, muito longe, da moça Rebeca salva porIvanhoe dos templários de sir Bois Gilbert, no romance de Walter Scott. Não existe isso mais. O ódio ficou congelado e é despejado em cima de inocentes na Palestina.
É ódio e são “negócios”
A judiação imposta ao povo palestino só encontra paralelo nos campos de concentração do 3º Reich.
Vivemos o apogeu insano do 4º Reich.
Começam a soprar ventos de insatisfação nos EUA. Nem os norte-americanos agüentam mais tanta violência e tanta crueldade.
Bem fez Chávez que, em 2006, percebendo o perigo da suástica transformadaem cruz de Davi expulsou de seu país todo o corpo diplomático israelense da Venezuela.
Não basta pedir paz. Que paz? Há que ter ser liberdade para a Palestina. O Estado Palestino como decidido pela ONU.
Há que se cumprir as mais de 50 resoluções da ONU que condenam Israel por práticas terroristas, tais como uso de força excessiva (eufemismo para barbárie), armas químicas, biológicas, tortura, estupros, assassinatos seletivos.
Israel nunca quis a paz e quando a paz se ofereceu Israel matou seu próprio líder, Itzak Rabin. Atribuíram o crime a um “fanático” judeu. Se sabe, hoje, que era um agente do MOSSAD abrindo caminho para os terroristas; à frente, Ariel Sharon.
A sanha bárbara e terrorista de Israel quer terras, quer negócios, quer juros nos seus bancos, usa a bíblia como escudo, no fundo têm a convicção que são superiores.
Superiores sim na insanidade.
http://redecastorphoto.blogspot.com.br/
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A questão central é essa: a ocupação
O conflito não começou com foguetes lançados contra Israel
18/11/2012, Phyllis Bennis , The Real News Network, TRNN
Vídeo-entrevista traduzida pelo pessoal da Vila Vudu
JESSICA DESVARIEUX, produtora, TRNN: Bem-vindos à The Real News Network. Sou Jessica Desvarieux, em Baltimore.
Dia 14/11, o governo de Israel atacou Gaza, matando um dos comandantes militares do Hamás. Para falar sobre isso, temos conosco Phyllis Bennis. Phyllis é diretora do Novo Projeto Internacionalismo, do Instituto para Estudos Políticos em Washington, D.C. É autora de Before and After: U.S. Foreign Policy and the September 11th Crisis, de Ending the U.S. War in Afghanistan: A Primer,Understanding the U.S.-Iran Crisis: A Primer e de Understanding the Palestinian-Israeli Conflict: A Primer. Obrigada por nos receber, Phyllis.
PHYLLIS BENNIS: Ótimo. Obrigada pelo convite, Jessica.
DESVARIEUX: Por favor, Phyllis, qual sua opinião sobre o que acaba de acontecer em Gaza?
BENNIS: Acho que estamos assistindo a uma grande escalada de Israel contra Gaza, em tudo semelhante à Operação Chumbo Derretido, de 2008-9, que também começou imediatamente depois – então, foi a primeira eleição – do presidente Obama, e antes de o presidente eleito tomar posse, nos dois casos.
Agora, vimos essa escalada gigante logo depois, dois dias depois de um cessar-fogo negociado pelo Egito e que parecia aceito pelos dois lados. Mas Israel respondeu ao cessar-fogo com o assassinato de um líder em Gaza, Ahmed al-Jaabari , o qual, dentre outras coisas era, sim, comandante do braço militar do Hamás, mas também, nos últimos anos, trabalhara como principal negociador com Israel e negociou, dentre outras coisas, a libertação do soldado israelense Gilad Shalit, que o Hamás capturara, em troca da libertação de mais de 1.000 palestinos que eram prisioneiros em Israel.
Nesse contexto, Jaabari negociava com vários intermediários, do movimento de pacifistas israelenses e de grupos egípcios, e tentava construir um cessar-fogo de longo prazo entre o Hamás e Israel. Jaabari estava nessa posição e – como já aconteceu outras vezes, quando havia negociações em andamento entre israelenses e palestinos, o governo de Israel respondeu à tentativa de acordo, assassinando palestinos que trabalhavam para o acordo de paz.
Aconteceu exatamente assim há vários anos, quando outro líder do Hamás foi assassinado em Gaza enquanto analisava o texto de uma proposta de acordo de paz. Isso aconteceu em 1996. Quero dizer: não há novidade.
É preciso entender tudo isso no contexto da guerra de drones dos EUA e da prática, já estabelecida no EUA, dos “assassinatos predefinidos”, assassinatos de alvos predefinidos, “targeted assassination”. Torna-se ainda muito mais difícil, para todos que trabalhamos para modificar essa política de assassinatos na qual os EUA já se engajaram, agora, exigir que os EUA pressionem Israel para que interrompam a prática desses assassinatos com alvo predefinido, se se sabe, como sabemos, que essa prática, precisamente, é a principal política dos EUA no Afeganistão, no Paquistão, no Iêmen, na Somália e, talvez, em outros pontos. Esse é um dos aspectos do que está acontecendo em Israel.
Outra questão é saber quem responde a quem. A história, como você sabe, é sempre predeterminada, desde os primeiros passos. Nesse caso, ouve-se falar muito – toda a imprensa-empresa nos EUA diz a mesma coisa –, que Israel estaria reagindo a foguetes disparados pelos palestinos: os palestinos lançaram foguetes, os foguetes dos palestinos, sempre a mesma conversa; e que Israel estaria respondendo. Só muito raramento há notícias sobre mortes entre os palestinos; a imprensa só tem olhos e ouvidos para os foguetes palestinos e o dano que causam em Israel; e o que fazem os palestinos.
No caso atual, é verdade que, antes do assassinato de Jaabari, houve fogo antitanque disparado por uma das facções de palestinos armados, contra um grupo de soldados israelenses e vários deles foram feridos. A pergunta, nesse caso, passa a ser: “Mas por que os palestinos atiraram contra o tanque israelense?”.
Na segunda-feira passada, por exemplo, forças israelenses mataram um adolescente, em Gaza, que se aproximou da cerca de fronteira. A família do menino e outras testemunhas disseram que se tratava de deficiente mental, que não sabia onde estava. Os israelenses alegam que lhe ordenaram que se afastasse da cerca. O menino ou não ouviu ou não entendeu ou não prestou atenção, e os israelenses o mataram. Noutro ataque, dois dias depois desse, na quinta-feira, os militares israelenses mandaram tanques e um blindado para Gaza, em território ocupado, em Gaza, e os soldados atiraram e mataram outro adolescente, de 13 anos, que estava num campo de futebol, a cerca de 1.200 m , mais e 1 km de distância do ponto onde estavam os soldados.
Isso é o que acontece em Gaza, praticamente é a rotina, e ninguém parece dar qualquer atenção. Só quando há uma grande escalada, quando Israel mobiliza uma grande operação militar (ou, como nesse caso, quando os israelenses assassinam um comandante do Hamas), é que se vê alguma indignação e mais gente presta atenção ao que acontece em Gaza.
O que eu temo é perigo ainda maior que essa desatenção. Temo que o mundo comece a discutir como se essa situação fosse alguma espécie de ‘nova normalidade’. Israel reage assim, por essa ou aquela ração, e só se discutem as respostas de Israel. Aos poucos, todos esquecerão que, ali, sempre e necessariamente a questão central é a ocupação ilegal, por Israel, de terras palestinas.
A questão central é essa: a ocupação.
A modalidade de ocupação em Gaza é diferente. Não há soldados israelenses em campo. Os colonos e soldados israelenses retiraram-se, oficialmente, em 2005. Mas a legislação internacional é muito clara: há ocupação quando um território é controlado de fora para dentro, por governo externo. E essa, precisamente, é a realidade em Gaza. Há ali uma modalidade bem clara de sítio; os militares israelenses controlam as fronteiras, decidem quem pode entrar e quem pode sair, que bens e produtos podem entrar ou sair, controlam o mar que cerca Gaza, construíram muros de apartheid, controlam o espaço aéreo, bombardearam o aeroporto, de tal modo que nenhum avião pode pousar em Gaza, impedem os pescadores de Gaza de avançar, no mar, além de uma milha da costa – isso é ocupação, em formato diferente. E até que se compreenda bem essa realidade de fundo, que é a raiz da violência que se vê hoje, ninguém terá condições de trabalhar para pôr fim ao massacre dos palestinos.
Evidentemente, a primeira coisa a fazer é impor um imediato cessar-fogo. Mas, a menos que se compreendam com clareza que a base de todos os conflitos é a ocupação ilegal de terras palestinas, nenhum cessar-fogo será estável ou duradouro.
DESVARIEUX: Obrigada, Phyllis, por nos receber. O canal The Real News Network, TRNN continuará a cobrir os conflitos em Gaza.
No quinto dia de mais uma brutal ofensiva israelense contra Gaza ....O saldo é de 75 mortos, sendo 20 crianças, 700 feridos e destruição por toda parte!
Nov 18, 2012
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Faixa de Gaza, SANA
Gaza acordou hoje como nos últimos dias, sob o estrondo assustador de um bombardeio israelense brutal, que indiscriminadamente, atinge tudo na cidade, as pessoas e as instituições. Desde seu inicio, o ataque tem produzido um número crescente de palestinos assassinados e deixa uma destruição desoladora em todos os lugares.
Durante o dia, as incursões israelenses contra duas torres onde estão os escritórios dos meios de comunicação.
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O Alto Comissariado da Ambulância e Emergência em Gaza disse que 16 palestinos ficaram feridos como resultado de dois ataques que atingiram a casa da família Abou Ful, em Jabalia . Soma-se a eles, mais de 20 feridos em uma série de ataques violentos lançados por aviões israelenses contra diferentes zonas.
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Em um vil ataque contra as equipes de comunicação em Gaza, aviões de guerra israelenses bombardearam duas torres esta manhã em Gaza, onde há escritórios dos canais por satélite e meios de comunicação locais e estrangeiros: canal RT, árabe, as cadeias Al-Aqsa TV (do Hamás) e o libanes Al-Quds, o canal de noticias italiano RAI, Sky News, o alemão ARD e o Kuwait-TV.
A agressão feriu vários jornalistas.
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Fontes da mídia disseram que o ataque arrasou a planta n º 11, onde estão as instalações do canal por satélite al-Quds, quando foi ferido o jornalista Judur al-Zahar, que teve sua perna amputada e os jornalistas Hussein al-Dahun, Ibrahem Labd, Mohammed al-Ajras, Hazem al- Daur e Darwish Bulbul. A torre foi evacuada completamente e os jornalistas suspenderam seu trabalho. A ocupação também lançou mísseis contra a sede do canal local Al-Aqsa canal por satélite dependência al-Aqsa, causando o ferimento de pelo menos três palestinos, dois são jornalistas.
Dr. Ashraf al-Qudra, porta-voz do Ministério da Saúde do governo palestino, na Faixa de Gaza, disse que pelo menos seis jornalistas ficaram feridos quando caças israelenses bombardearam as torres onde os escritórios dos meios de informação e canais por satélite al-Quds, no bairro al- Ramal, a oeste da cidade de Gaza, acrescentando que o objetivo deste ataque é impedir a transmissão, pelos meios de comunicação, e a denuncia dos crimes cometidos por Israel contra o povo palestino.
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O diretor do canal por satélite Al-Quds, Imad al-Ifranji disse, enquanto vários feridos eram transferidos para al-Shifaa, o Hospital na Cidade de Gaza, "este é um novo crime contra os jornalistas", enfatizando que "os jornalistas seguirão realizando sua missão profissional".
Por sua parte, o canal "Russia Today" disse que o canal foi danificado como resultado do bombardeio da torre, dizendo que hoje foi o pior dia da agressão israelense contra Gaza .
Esta agressão contra os meios de comunicação representam uma tentativa de esconder a realidade, a brutalidade da ocupação israelense e seus crimes racistas e suas desumanas violações.
Os moradores vizinhos do prédio disseram que o dano foi enorme, e que vários jornalistas deixaram seus lugares imediatamente após a queda do primeiro míssil israelense, que foi seguido por pelo menos outros dois que foram mirados contra o mesmo lugar.
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Esta manhã, quatro palestinos foram transferidos para a Al-Shifa, Hospital em Gaza, como resultado de ferimentos sofridos em um ataque israelense contra a Al-Ramal bairro no centro de Gaza, onde aviões de guerra dispararam três mísseis na área do complexo al-Saraya.
De igual maneira, dois palestinos caíram mártires e oito feridos no ataque contra o campo de al-Shatee, a oeste de Gaza.
Uma criança palestina de um ano e meio de idade foi outra vítima mortal nesta jornada brutal sionista contra os habitantes de Gaza. Outro ataque contra uma casa a leste do acampamento palestino Brej, no setor central, causou a morte de um bebê e feriu seus dois irmãos.
Horas depois, fontes médicas palestinas disseram que o complexo clínico al-Shifaa recebeu os corpos de mártir Ahmad Isam al-Nahal e de uma menina de nove anos de idade, Tansim al-Nahal, mais oito vítimas feridas do bombardeio do acampamento de al- Shatee, ao noroeste de Gaza. Também cuidaram de vários feridos do ataque no bairro Al-Shuijaiya, em Gaza, que matou a palestina Saadiya al-Dib.
Esta manhã, quatro palestinos foram transferidos para a Al-Shifa Hospital, em Gaza como resultado de ferimentos sofridos em um ataque israelense contra a Al-Ramal bairro no centro de Gaza, onde aviões de guerra disparou três ocupação mísseis na área de resort al-Saraya.
Da mesma forma, dois palestinos mais caíram mártires e oito feridos no ataque contra o campo de al-Shatee, a oeste de Gaza.
A criança palestina foi mais um ano e meio de mortos nesta guerra brutal dias israelense em Gaza. Um ataque israelense contra uma casa a leste do acampamento palestino Brej no setor central do bebê morto e ferido seus dois irmãos.
Horas depois, fontes médicas palestinas disseram que al-Shifaa clínico complexo recebeu os corpos de mártir Ahmad Isam al-Nahal e nove anos de idade menina Tansim al-Nahal, mais oito vítimas feridas do bombardeio do acampamento de al- Shatee noroeste de Gaza. Também tem vários feridos ataque israelense em Al-Shuijaiya bairro em Gaza que matou o al-Dib cidadão Saadiya.
"Nove palestinos, oito de uma mesma família, foram mortos em um ataque aéreo que tinha como alvo a casa do al-Dalu, no setor norte. Uma fonte médica disse que foi encontrado o corpo de um bebê nos destroços do casa ".
Até o momento, o número de mortos na sistemática agressão israelense e nas centenas de incursões aéreas contra a Faixa de Gaza, pelo cinco dias consecutivos, já somam, pelo menos 75 mártires, incluindo 20 crianças. Enquanto o número de feridos subiu para mais de 700 pessoas, incluindo dezenas de crianças e mulheres.
Pouco antes de meia noite de sábado, aviões israelenses lançaram uma série de ataques aéreos contra várias casas em Rafah, no sul da Faixa de Gaza, destruindo completamente os e causando graves danos a várias casas vizinhas.
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Resistência palestina responder aos crimes da ocupação em Gaza e bombardeia de novo Askalan e o assentamento de Ashkol.
O bombardeio da resistência palestina contra posições israelenses foram renovados para responder os brutais crimes da ocupação israelense, que, só nas primeiras horas do dia, tomaram a vida de quatro crianças palestinas, deixado outras vítimas fatais e dezenas de feridos .
A resistência palestina lançou um foguete contra a cidade Askalan, ao sul da Palestina ocupada, ferindo sete colonos israelenses, como confirmado pela imprensa israelense.
A agência de notícias palestina "MAAN", disse, citando a imprensa sionista, que um míssil caiu na zona del Sidi el NaKeb e outras caíram na assentamento de Ashkul e Aslkalan , na área costeira.
A Resistência bombardeou, também, o assentamento de Asdud com cinco foguetes Grad, e o assentamento de Kfar Azab, com míssil 107.
A Resistência palestina também atacou com cinco fogos de artifício, um navio de guerra israelense ancorado na costa de Gaza. A resistência palestina anunciou que lançou um míssil moderno usado pela primeira vez contra o norte de Hartcelia, que dista cerca de 80 km da Faixa de Gaza.
A OLP lança um apelo urgente à comunidade internacional
A OLP convocou um chamado urgente à comunidade internacional e aos organismos da ONU para intervir e deter o incessante terrorismo israelense contra a Franja e dar proteção internacional imediata aos filhos do povo palestino, em Gaza.
O Departamento de Assuntos Estrangeiros da Organização de Libertação da Palestina, disse em um comunicado transmitido pela agência "Wafa" que o governo da ocupação israelense lança uma terrível guerra de extermínio contra crianças, mulheres, idosos e pessoas em suas casas , usando todos os tipos de força militar, enquanto o mundo não move um dedo para impedir esta agressão brutal.
Os diferentes grupos de resistência palestina chamam unidade
De tudo isso, em um comunicado, as facções da resistência palestina, firmaram a necessidade de "responder a seu apelo urgente de uma reunião do alto conselho dirigente da OLP, formado por secretários gerais, sendo o principal ponto da agenda da reunião, a implementação dos acordos para restaurar a unidade nacional palestino, sem demora, por considerá-lo como uma resposta essencial contra a agressão israelense ".
As facções pediram aos países árabes que têm relações diplomáticas ou econômicas com a entidade israelense, que cortatem essas relações imediatamente e chamaram uma mobilização árabe, regional e internacional em todos os níveis. Solicitaram que os organismos internacionais incrementem um plano de mobilização urgente contra a agressão de Israel e contra os países que apoiam Israel, como os países europeus e dos EUA.
As correntes palestinas chamaram uma ampla solidariedade com o povo palestino em todas as formas possíveis contra a repressão brutal.
Estudantes indonésios se manifestam em Jacarta para protestar contra a ofensiva israelense em Gaza
Centenas de estudantes indonésios se manifestaram, hoje, em Jacarta, capital da Indonésia, para protestar contra a agressão israelense contra Gaza e denunciar a política dos EUA na região.
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A Agencia France Press disse que os participantes se manifestaram em frente da Embaixada dos EUA em Jacarta, cantando slogans exigindo resgate de Gaza e da humanidade, levantaram bandeiras Palestinas e as fotos dos mártires que caíram na agressão e destruição de casas.
O organizador do evento, Yousef Al-Gunuan Seid disse em sua intervenção que os estudantes da indonésias apoiam os palestinos em Gaza e denunciam o apoio que presta EUA à Israel em seu terrorismo contra os palestinos, enquanto aganam o mundo como sendo os defensores dos direitos humanos.
Indonésia é considerado um dos maiores países islâmicos do ponto de vista da sua população, tem cerca de 240 milhões de pessoas, a maioria dos quais são simpatizantes da causa palestina.
A Sociedade Geral de refugiados palestinos apela à comunidade internacional para forçar a entidade sionista a parar sua agressão
Enquanto isso, a Sociedade Geral de refugiados palestinos fez um apelo à comunidade internacional e a todas as organizações internacionais para intervir imediatamente a fim de interromper o derramamento de sangue palestino que corre na Faixa de Gaza, pelo efeito devastador da máquina sionista, sem qualquer prestação de contas como exigido pelas resoluções da ONU e as convenções de Genebra.
Em uma mensagem dirigida a Grande, da Sociedade Geral de refugiados palestinos apela à comunidade internacional para forçar a entidade sionista parar sua agressão
Enquanto isso, a Sociedade Geral de refugiados palestinos apelou à comunidade internacional e todas as organizações internacionais para intervir imediatamente para interromper o derramamento de sangue palestino que corre na Faixa de Gaza pelo efeito devastador do sionista máquinas sem qualquer prestação de contas como exigido pelas resoluções da ONU e as convenções de Genebra.
A entidade dos refugiados disse que os "bebês, crianças, mulheres e velhos [palestinos] imploram a comunidade internacional para intervir imediatamente e deter a agressão israelense e levantar o bloqueio assassino terrorista, que paira sobre o povo palestino na Faixa de Gaza", enfatizando a necessidade de uma ação imediata por parte da ONU para implementar as resoluções relativas à questão palestina e obrigar as forças de ocupação sionista se retirarem completamente dos territórios árabes ocupados na Palestina e das Colinas de Golã .
A União Internacional de Sindicatos Operários condena a agressão contra os palestinos
Por sua parte, a União Internacional de Sindicatos condenou a bárbara agressão sionista da Faixa de Gaza, que já produziu dezenas de mártires e feridos, entre eles mulheres, crianças e idosos, o que evidencia o despreocupação israelense às leis e as normas internacionais.A União chamou o Conselho da Liga Árab a uma reunião de emergência para tomar medidas concretas contra crimes sionistas contra o povo palestino.
Ahmadinejad: a missão funcional da ocupação israelense é provocar crises , lançar as guerras e derramar sangue
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, afirmou que o principal função da entidade Israel é agitar as crises, lançar as guerras e derramar sangue, condenando a agressão incedssante contra a Faixa de Gaza.
Durante uma reunião de gabinete, Ahmadinejad destacou que os líderes da ocupação israelense travaram três guerras no passado e atacaram o Líbano e Gaza nos últimos anos, e agora vivem a ilusão de atacar outros países na região.
Eba Khattar., Riad Sh., Elías S.
Postado do : http://sana.sy/index_spa.html
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Já são mais de 20 crianças assassinadas
domingo, 18 de novembro de 2012
NÃO VAMOS NOS CALAR DIANTE DO GENOCÍDIO
quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Os Estados Unidos largam o Conselho Nacional Sírio e dedicam-se apenas a armar a “Al Qaeda na Síria”
Tony Cartalucci*
O Washington Post no seu recente artigo “Os EUA procuram criar uma direção alternativa na oposição síria,” afirma:O governo de Obama passou os últimos meses em negociações diplomáticas secretas com o objetivo de organizar uma nova estrutura diretiva da oposição síria que espera possa ganhar o apoio de grupos minoritários ainda apoiantes do presidente Bashar al-Assad. A estratégia, a ser revelada num encontro da oposição síria da próxima semana no Qatar, representa um último esforço para evitar que extremistas tomem o controlo da oposição e que a crise síria incendeie um Médio Oriente mais vasto.
O Washington Post indica também que estão a ser estabelecidas “zonas administrativas” de fato ao longo da fronteira sírio-turca com assistência “não-letal” fornecida pelos Estados Unidos, França e “outros governos de igual sensibilidade”. O chamado “Conselho Nacional Sírio” (CNS) está a ser marginalizado, visto ser geralmente considerado como ilegítimo tanto pelos sírios, como pelo mundo em geral.
Imagem: Será que a nova “frente de resistência” do Ocidente na Síria inclui oficialmente o líbio Mahdi al-Harati do Grupo de Combate Islâmico Líbio LIFG, listado como organização terrorista pelo Departamento de Estado dos EUA, pelas Nações Unidas e pelo UK Home Office do Reino-Unido (pág. 5, pdf) ? Ei-lo aqui, dirigindo-se a colegas terroristas na Síria. Harati comanda atualmente uma brigada líbia operando no interior da Síria para destruir o governo sírio e subjugar a população. Habitualmente chama-se a isso “invasão estrangeira” e não rebelião.
O Washington Post cita igualmente a Secretária Clinton:
O CNS não deve continuar a ser considerado o “líder visível” da oposição.
“Tem que haver uma representação dos que se encontram na linha da frente, combatendo e morrendo hoje para conseguirem a sua liberdade,” disse ela durante uma visita não noticiada aos estados balcânicos.
“… e precisamos também de uma oposição que se prove ter resistido fortemente às tentativas dos extremistas para tomarem conta da revolução síria.”
É evidente que tanto os protegidos políticos do Ocidente, como os respetivos militantes armados estão comprometidos e a narrativa ensaiada contra a Líbia está agora a desenrolar-se e a falhar contra a Síria. Enquanto os EUA tentam apresentar esta última jogada como uma tentativa para “evitar que elementos extremistas ganhem domínio na oposição,” deve ser lembrado que já em 2007 funcionários americanos admitiram que as ações para derrubar os governos da Síria e do Irã deviam incluir extremistas armados americanos, israelitas e sauditas recrutados no mundo árabe e enviados para a Síria para criarem o banho de sangue sectário agora em curso. A retórica da “liberdade” e da “democracia” serve apenas para encobrir a agressão militar estrangeira.
Tal foi revelado em primeira mão em 2007 pelo jornalista Seymour Hersh, vencedor do prêmio Pulitzer, no seu relatório do New Yorker “A Reorientação: estará a nova política do governo a beneficiar os nossos inimigos na guerra contra o terrorismo?”
No relatório, dizia-se especificamente:
“Para minar o Irã, predominantemente xiita, o governo Bush decidiu com efeito reconfigurar as suas prioridades no Médio Oriente. No Líbano, o governo cooperou com o governo da Arábia Saudita, que é sunita, em operações clandestinas destinadas a enfraquecer o Hezbollah, organização xiita apoiada pelo Irã. Os EUA tomaram igualmente parte em operações clandestinas dirigidas contra o Irã e a Síria sua aliada. Um subproduto destas atividades foi o apoio a grupos extremistas sunitas que possuem uma visão militante do Islã e são hostis à América e simpatizantes da Al Qaeda.” -A Reorientação, Seymour Hersh (2007)
O relatório de Hersh continuava afirmando:
“o governo saudita, com a aprovação de Washington, forneceria fundos e ajuda logística para enfraquecer o governo do presidente Bashir Assad da Síria. Os israelitas creem que tal pressão sobre o governo de Assad o tornará mais conciliatório e aberto a negociações.” -A Reorientação, Seymour Hersh (2007)
A ligação entre os grupos extremistas e os fundos sauditas foi também mencionada no relatório e reflete a evidência quanto à origem e aos apoiantes desses extremistas que inundaram o Iraque durante a ocupação pelos EUA, semeando lutas sectárias e matando igualmente tropas ocidentais:
“…Bandar e outros sauditas garantiram à Casa Branca que “manteriam vigilância sobre os fundamentalistas religiosos. A sua mensagem para nós foi ,Criamos este movimento e podemos controlá-lo.‟ Não é que não queiramos que os salafitas lancem bombas; é a quem eles as lançam — Hezbollah, Moqtada al-Sadr, Irã, e aos sírios, se continuam a trabalhar com o Hezbollah e o Irã.” -A Reorientação, Seymour Hersh (2007)
Imagem: (Esquerda) Indicação pelo relatório do Centro de Combate ao Terrorismo de West Point de 2007, “Combatentes Estrangeiros da Al Qaeda no Iraque,” sobre de que áreas na Síria os combatentes da Al Qaeda infiltrados no Iraque provinham. A grande maioria vinha de Dayr Al-Zawrno sueste da Síria, Idlib no norte perto da fronteira turco-síria e Dar’a no sul próximo da fronteira jordano-síria. (Direita) Mapa indicando os epicentros de violência na Síria mostrando que exatamente os mesmos pontos quentes da Al Qaeda em 2007 servem agora de epicentros dos chamados “combatentes pró-democracia.”
….Foi exposto em “OTAN Usa Linhas da Al Qaeda para Infiltrar a Síria de Terroristas Estrangeiros” que de facto as mesmas redes usadas pela Al Qaeda para infiltrar o Iraque com combatentes estrangeiros estão agora a ser usadas pelos EUA, OTAN e estados do Golfo Pérsico, Arábia Saudita e Qatar, para o derrube violento da Síria. A história de que os recentes esforços dos EUA pretendem evitar que “extremistas” se “apoderem” da violência armada na Síria é uma mentira chapada. Desde o princípio que a “oposição” é intencionalmente constituída por extremistas com fundos, armas e apoio dos EUA, OTAN, Arábia Saudita e Qatar.
Imagem: Rotas mais importantes seguidas pelos combatentes estrangeiros na Síria, com gráfico mostrando as rotas mais usadas pelos combatentes estrangeiros para o Iraque, conforme determinado pelo relatório do Centro de Combate ao Terrorismo de West Point de 2007 “Combatentes Estrangeiros da Al Qaeda no Iraque” (pág. 20). As mesmas redes estão agora a ser usadas, juntando-se o papel mais proeminente da Turquia para atingir diretamente a Síria. (CTRL+clic para aumentar)
http://www.globalresearch.ca/us-dumps-syrian-national-council-snc-focus-exclusively-on-arming-al-qaeda-in-syria/5310267
Global Research, 1 Novembro 2012 Land Destroyer
Tradução: Jorge Vasconcelos
http://www.odiario.info/?p=2667
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Eleições nos EUA: do mal menor ao mal maior – A morte do liberalismo crítico
Há evidência ampla de que a presidência Obama puxou o espectro político estado-unidense ainda mais para a direita. Na maior parte dos assuntos de política interna e estrangeira Obama abraçou posições extremistas que ultrapassam seu antecessor republicano e, no processo, devastou o que restava da paz e dos movimentos sociais da década passada. Além disso, a presidência Obama estabeleceu a base para o futuro imediato ao prometer uma nova extensão de políticas regressivas a seguir às eleições presidenciais: cortes na Segurança Social, Medicaid e Medicare. O mandatário actual e seu opositor competem por centenas de milhões de dólares de fundos de campanha dos doadores ricos, os quais eles terão de reembolsar no período pós eleitoral com doações de milhares de milhões de dólares, subsídios, abatimentos fiscais, políticas anti-trabalho e anti-ambientais. Nem uma única proposta positiva foi avançada pela campanha de Obama mas foram articuladas numerosas políticas militaristas e socialmente regressivas. A campanha de Obama move-se num ambiente de medo, competindo com as propostas reaccionárias da aliança Romney-Tea Party: um encobrimento do seu próprio registo de gastos militares sem precedentes, guerras sequenciais, expulsões de imigrantes, arrestos hipotecários e salvamentos da Wall Street.
Neste processo, os críticos liberais atravessaram a linha, abdicando da sua integridade ao desviarem a atenção das políticas militaristas-socialmente regressivas de Obama para centrarem-se no "Romney opositor" como um "mal maior": progressistas e liberais críticos multiplicaram e ampliaram a duplicidade do aparelho político de Obama. Em nome da oposição ao actual "mal maior" (Romney) eles não ousam enumerar e especificar os desumanos crimes políticos e monumentais injustiças sócio-económicas perpetradas pelo seu candidato do "mal menor" (Obama). Será que os "progressistas" alguma vez actuarão honestamente e declararão: nós apoiamos Obama em "estados oscilantes" porque ele assassinou "apenas" 10 mil afegãos, 5 mil iraquianos, está a esfaimar 75 milhões de iranianos através de sanções, dá US$3 mil milhões para a deslocação israelense de milhões de palestinos, superintendente pessoalmente as execuções arbitrárias de cidadãos estado-unidenses e promete uma lista de mortes extensa ... porque Romney promete ser pior ... Esperar honestidade dos proponente de "males menores" é tão irrelevante como levar a sério o seu criticismo entre eleições.
O dano político causado a si próprio pelos movimentos sociais e pela classe trabalhadora dos EUA sob a presidência Obama é sem precedentes e lançou a base para nova regressão social e maior belicosidade imperial.
Consequências políticas da presidência Obama: passado, presente e futuro
A presidência Obama e as corridas das campanhas eleitorais passada e actual tiveram um impacto devastador nos movimentos sociais populares, empenhados em questões de paz, trabalho, direitos dos imigrantes e constitucionais e regulamentação ambiental.
O movimento da paz virtualmente desapareceu pois os seus líderes instaram os apoiantes a voltarem-se para o apoio à eleição de Obama. Ele deu-lhes o prémio ao escalar despesas militares e envolver-se em guerras seguidas, directamente ou por intermediários, em sete países, provocando caos e destruição. Teve de enfrentar uma oposição mínima pois ex-activistas da paz, em desalento, distanciaram-se ou obtiveram um posto e pediram desculpas pela guerra. Em 2012 os líderes da paz que se seguem repetem a mesma lenga-lenga para apoiar Obama, mas não ousam repetir a mentira passada (em nome da "paz") e dizem pretender "derrotar Romney".
Os movimentos de direitos de imigrantes antes da eleição de Obama em 2008 mobilizaram vários milhões ... até que foi infiltrado e tomado por falcões políticos mexicano-americanos do Partido Democrata e transformado numa máquina eleitoral para assegurar postos eleitos para si próprios e para Obama. Ele premiou os imigrantes alcançando um recorde: capturou, encarcerou e expulsou 1,5 milhão de imigrantes ao longo do seu mandato. O movimento de massa dos direitos dos imigrantes foi em grande medida desmantelado e agora prostitutos políticos do Partido Democrata contratam propagandistas para arrebanhar e registar eleitores imigrantes altamente desiludidos.
Os afro-americanos foram o sector da classe trabalhadora dos EUA mais abandonado sob Obama: experimentaram os mais altos níveis de desemprego e arrestos de casas assim como os mais longos períodos de desemprego. Eles tornaram-se politicamente invisíveis pois Obama dobrou-se para apaziguar raivosos racistas brancos que procuram etiquetá-lo como um "presidente negro". A liderança negra estabelecida – política e religiosa – e as celebridades dos media efectuaram o bloqueio total a qualquer expressão da oposição das bases, afirmando que isso só "ajudaria os racistas" – ignorando a adopção e salvamento da Wall Street branca por Obama e mostrando as costas a milhões de famílias negras em dificuldades extremas. Sem movimento ou liderança, temerosos em relação ao problema (racismo económico) e à solução (mais quatro anos de invisibilidade sob Obama) a maior parte dos trabalhadores negros é relegada à abstenção ou a apertar o nariz e votar pelo "Oreo" Obama.
O movimento Occupy Wall Street, precisamente porque era independente do Partido Democrata e enojado com a total subserviência de Obama à Wall Street, proporcionou uma voz temporária à vasta maioria de americanos que se opõem a ambos os partidos políticos. Os responsáveis locais e estaduais do Partido Democrata aplaudiram "a causa" e a seguir reprimiram o movimento.
Um movimento espontâneo sem direcção política, e falto de uma liderança política alternativa, era incapaz de confrontar o regime Obama: o movimento declinou e desintegrou-se, muitos simpatizantes foram engolidos pela campanha de propaganda do "menor mal" em Obama. O ânimo da massa popular para com a Wall Street foi desactivado pela afirmação de Obama de ter salvo "a economia" da catástrofe ao canalizar US$4,5 milhões de milhões para dentro dos bolsos dos banqueiros.
Direitos constitucionais foram dizimados pela defesa de Obama de julgamentos militares, pela era de torturas de Bush, pela expansão do poder executivo arbitrário incluindo o poder presidencial de assassinar cidadãos dos EUA sem julgamento. Enquanto organizações legais lutavam o bom combate por liberdades civis, a vasta maioria de liberais notabilizou-se pela sua ausência de qualquer movimento democrático prolongado em defesa dos direitos de 40 milhões de americanos sob vigilância policial, especialmente cidadãos muçulmanos e imigrantes. Eles optaram por não embaraçar o seu presidente democrata: colocaram a reeleição de um estado-policial democrata acima da sua suposta defesa de direitos constitucionais. Nem manifestações em massa por liberdades civis, nem protestos contra a Segurança Interna, nem movimentos nas universidades contra a abolição do direito de criticar Israel.
Durante décadas as confederações sindicais e movimentos de cidadãos defenderam a Segurança Social, o Medicare e o Medicaid. Com Obama no gabinete, declarando abertamente, e preparando, grandes reduções e cláusulas regressivas na cobertura (aumento da idade de qualificação) e na indexação, não há movimento de protesto significativo. Programas que na maior parte de um século (segurança social) ou meio século (Medicare, Medicaid) era considerados intocáveis estão agora, segundo Obama, "em cima da mesa" para serem estripados ("reformados", "ajustados"). Os patrões milionários de sindicatos contratam um pequeno exército de trabalhadores de campanha e colectam mais de US$150 milhões para reeleger um presidente que promete fazer enormes cortes em programas médicos para os pensionistas e os pobres. Obama legitimou as posições sociais regressivas da extrema-direita enquanto o Partido Democrata neutralizou qualquer oposição ou mobilização sindical.
Finalmente, mas não menos importante, o regime Obama cooptou críticos progressistas liberais-sociais via apoio pela porta dos fundos. Em nome da "oposição a Romney" os sábios progressistas, como Chomsky e Ellsberg, acabaram numa aliança com a Wall Street e bilionários do Silicon Valley, militaristas do Pentágono, promotores da Segurança Interna e ideólogos sionistas (Dennis Ross) para eleger Obama. Naturalmente, o apoio dos progressistas será aceite – mas dificilmente reconhecido. Eles não terão qualquer influência na futura política de Obama após a reeleição: serão descartados como preservativos usados.
O futuro: consequências pós eleiltorais
Com ou sem a reeleição de Obama, o seu regime e as sua políticas lançaram as bases para uma agenda social ainda mais regressiva e reaccionária: padrões de vida, incluindo saúde, previdência, segurança social, serão cortados drasticamente. Afro-americanos permanecerão invisíveis excepto para a polícia e o sistema judicial racista. Imigrantes serão perseguidos, capturados e expulsos de casas e empregos: sonhos de estudantes imigrantes tornar-se-ão pesadelos de medo. Esquadrões da morte, guerras por procuradores (proxy) e com drones multiplicar-se-ão para acompanhar a bancarrota do império estado-unidense. Progressistas irresponsáveis e hipócritas mudarão a marcha e criticarão o presidente que elegeram; ou se for Romney atacarão os mesmos vícios que ignoraram durante a campanha eleitoral de Obama: mais cortes nos gastos públicos e mudanças climáticas [NR]resultarão em maior deterioração na vida quotidiana e da infraestrutura básica; mais inundações, incêndios, pragas e apagões. Os nova-iorquinos aprenderão a desintoxicar sua água do toilette; eles podem estar a beber e a banhar-se nela.
Neste processo, os críticos liberais atravessaram a linha, abdicando da sua integridade ao desviarem a atenção das políticas militaristas-socialmente regressivas de Obama para centrarem-se no "Romney opositor" como um "mal maior": progressistas e liberais críticos multiplicaram e ampliaram a duplicidade do aparelho político de Obama. Em nome da oposição ao actual "mal maior" (Romney) eles não ousam enumerar e especificar os desumanos crimes políticos e monumentais injustiças sócio-económicas perpetradas pelo seu candidato do "mal menor" (Obama). Será que os "progressistas" alguma vez actuarão honestamente e declararão: nós apoiamos Obama em "estados oscilantes" porque ele assassinou "apenas" 10 mil afegãos, 5 mil iraquianos, está a esfaimar 75 milhões de iranianos através de sanções, dá US$3 mil milhões para a deslocação israelense de milhões de palestinos, superintendente pessoalmente as execuções arbitrárias de cidadãos estado-unidenses e promete uma lista de mortes extensa ... porque Romney promete ser pior ... Esperar honestidade dos proponente de "males menores" é tão irrelevante como levar a sério o seu criticismo entre eleições.
O dano político causado a si próprio pelos movimentos sociais e pela classe trabalhadora dos EUA sob a presidência Obama é sem precedentes e lançou a base para nova regressão social e maior belicosidade imperial.
Consequências políticas da presidência Obama: passado, presente e futuro
A presidência Obama e as corridas das campanhas eleitorais passada e actual tiveram um impacto devastador nos movimentos sociais populares, empenhados em questões de paz, trabalho, direitos dos imigrantes e constitucionais e regulamentação ambiental.
O movimento da paz virtualmente desapareceu pois os seus líderes instaram os apoiantes a voltarem-se para o apoio à eleição de Obama. Ele deu-lhes o prémio ao escalar despesas militares e envolver-se em guerras seguidas, directamente ou por intermediários, em sete países, provocando caos e destruição. Teve de enfrentar uma oposição mínima pois ex-activistas da paz, em desalento, distanciaram-se ou obtiveram um posto e pediram desculpas pela guerra. Em 2012 os líderes da paz que se seguem repetem a mesma lenga-lenga para apoiar Obama, mas não ousam repetir a mentira passada (em nome da "paz") e dizem pretender "derrotar Romney".
Os movimentos de direitos de imigrantes antes da eleição de Obama em 2008 mobilizaram vários milhões ... até que foi infiltrado e tomado por falcões políticos mexicano-americanos do Partido Democrata e transformado numa máquina eleitoral para assegurar postos eleitos para si próprios e para Obama. Ele premiou os imigrantes alcançando um recorde: capturou, encarcerou e expulsou 1,5 milhão de imigrantes ao longo do seu mandato. O movimento de massa dos direitos dos imigrantes foi em grande medida desmantelado e agora prostitutos políticos do Partido Democrata contratam propagandistas para arrebanhar e registar eleitores imigrantes altamente desiludidos.
Os afro-americanos foram o sector da classe trabalhadora dos EUA mais abandonado sob Obama: experimentaram os mais altos níveis de desemprego e arrestos de casas assim como os mais longos períodos de desemprego. Eles tornaram-se politicamente invisíveis pois Obama dobrou-se para apaziguar raivosos racistas brancos que procuram etiquetá-lo como um "presidente negro". A liderança negra estabelecida – política e religiosa – e as celebridades dos media efectuaram o bloqueio total a qualquer expressão da oposição das bases, afirmando que isso só "ajudaria os racistas" – ignorando a adopção e salvamento da Wall Street branca por Obama e mostrando as costas a milhões de famílias negras em dificuldades extremas. Sem movimento ou liderança, temerosos em relação ao problema (racismo económico) e à solução (mais quatro anos de invisibilidade sob Obama) a maior parte dos trabalhadores negros é relegada à abstenção ou a apertar o nariz e votar pelo "Oreo" Obama.
O movimento Occupy Wall Street, precisamente porque era independente do Partido Democrata e enojado com a total subserviência de Obama à Wall Street, proporcionou uma voz temporária à vasta maioria de americanos que se opõem a ambos os partidos políticos. Os responsáveis locais e estaduais do Partido Democrata aplaudiram "a causa" e a seguir reprimiram o movimento.
Um movimento espontâneo sem direcção política, e falto de uma liderança política alternativa, era incapaz de confrontar o regime Obama: o movimento declinou e desintegrou-se, muitos simpatizantes foram engolidos pela campanha de propaganda do "menor mal" em Obama. O ânimo da massa popular para com a Wall Street foi desactivado pela afirmação de Obama de ter salvo "a economia" da catástrofe ao canalizar US$4,5 milhões de milhões para dentro dos bolsos dos banqueiros.
Direitos constitucionais foram dizimados pela defesa de Obama de julgamentos militares, pela era de torturas de Bush, pela expansão do poder executivo arbitrário incluindo o poder presidencial de assassinar cidadãos dos EUA sem julgamento. Enquanto organizações legais lutavam o bom combate por liberdades civis, a vasta maioria de liberais notabilizou-se pela sua ausência de qualquer movimento democrático prolongado em defesa dos direitos de 40 milhões de americanos sob vigilância policial, especialmente cidadãos muçulmanos e imigrantes. Eles optaram por não embaraçar o seu presidente democrata: colocaram a reeleição de um estado-policial democrata acima da sua suposta defesa de direitos constitucionais. Nem manifestações em massa por liberdades civis, nem protestos contra a Segurança Interna, nem movimentos nas universidades contra a abolição do direito de criticar Israel.
Durante décadas as confederações sindicais e movimentos de cidadãos defenderam a Segurança Social, o Medicare e o Medicaid. Com Obama no gabinete, declarando abertamente, e preparando, grandes reduções e cláusulas regressivas na cobertura (aumento da idade de qualificação) e na indexação, não há movimento de protesto significativo. Programas que na maior parte de um século (segurança social) ou meio século (Medicare, Medicaid) era considerados intocáveis estão agora, segundo Obama, "em cima da mesa" para serem estripados ("reformados", "ajustados"). Os patrões milionários de sindicatos contratam um pequeno exército de trabalhadores de campanha e colectam mais de US$150 milhões para reeleger um presidente que promete fazer enormes cortes em programas médicos para os pensionistas e os pobres. Obama legitimou as posições sociais regressivas da extrema-direita enquanto o Partido Democrata neutralizou qualquer oposição ou mobilização sindical.
Finalmente, mas não menos importante, o regime Obama cooptou críticos progressistas liberais-sociais via apoio pela porta dos fundos. Em nome da "oposição a Romney" os sábios progressistas, como Chomsky e Ellsberg, acabaram numa aliança com a Wall Street e bilionários do Silicon Valley, militaristas do Pentágono, promotores da Segurança Interna e ideólogos sionistas (Dennis Ross) para eleger Obama. Naturalmente, o apoio dos progressistas será aceite – mas dificilmente reconhecido. Eles não terão qualquer influência na futura política de Obama após a reeleição: serão descartados como preservativos usados.
O futuro: consequências pós eleiltorais
Com ou sem a reeleição de Obama, o seu regime e as sua políticas lançaram as bases para uma agenda social ainda mais regressiva e reaccionária: padrões de vida, incluindo saúde, previdência, segurança social, serão cortados drasticamente. Afro-americanos permanecerão invisíveis excepto para a polícia e o sistema judicial racista. Imigrantes serão perseguidos, capturados e expulsos de casas e empregos: sonhos de estudantes imigrantes tornar-se-ão pesadelos de medo. Esquadrões da morte, guerras por procuradores (proxy) e com drones multiplicar-se-ão para acompanhar a bancarrota do império estado-unidense. Progressistas irresponsáveis e hipócritas mudarão a marcha e criticarão o presidente que elegeram; ou se for Romney atacarão os mesmos vícios que ignoraram durante a campanha eleitoral de Obama: mais cortes nos gastos públicos e mudanças climáticas [NR]resultarão em maior deterioração na vida quotidiana e da infraestrutura básica; mais inundações, incêndios, pragas e apagões. Os nova-iorquinos aprenderão a desintoxicar sua água do toilette; eles podem estar a beber e a banhar-se nela.
03/Novembro/2012
[NR] Um problema irrelevante pois não está ao alcance dos seres humanos efectuar mudanças climáticas – podem efectuar alterações do meio ambiente, mas não do clima. Ver http://resistir.info/climatologia/impostura_global.html
O original encontra-se em http://www.globalresearch.ca/...
Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
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Das prissões israelelnses, o lider do movimento Fatah, Marwan Barghouti chamou todas as lideranças palestina, especialmente o Comitê Executivo , o Comitê Central do Fatah eo Presidente Mahmoud Abbas, assim como os líderes do Hamas e da Jihad Islâmica que vivem no exterior para irem a Gaza, participar da Batalha junto a resistência.











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